terça-feira, 2 de novembro de 2010

INSTALANDO A BIBLIOTECA

TRABALHADORES MOÇAMBICANOS


Baixa qualificação de trabalhadores é entrave à competitividade das empresas - patronato

Maputo – A economia moçambicana é, em parte, menos competitiva devido à baixa qualificação da mão-de-obra do país, considera a Confederação das Associações
Económicas de Moçambique (CTA), a maior organização patronal do país.
Durante a sessão da Comissão Consultiva do Trabalho (CCT), uma instância que reúne regularmente sindicatos, Governo e patronato, orepresentante da CTA no encontro, Justino Chemane, afirmou que “as empresas moçambicanas não têm alternativa senão o
recurso à mão de obra estrangeira, se quiserem competir na África Austral”. “A
fraca qualificação dos nossos quadros significa que as empresas não têm alternativa
a não ser o recurso ao recrutamento de mão– de-obra de outros países”, sublinhou JustinoChemane.
A rigidez da Lei do Trabalho moçambicana torna a opção pela mão-de-obraum ónus para as empresas do país, uma vez que têm de provar ao Ministério do Trabalho que é imprescindível recrutar no exterior, porfalta de pessoal com qualificações para o
posto em causa, assinalou. Apesar de a actual lei laboral moçambicana estar em vigor há apenas três anos, tem sido acusada pelo patronato e investidores de ser mais favorável à mão-obra local e um entrave ao investimento. Vários estudos apontam o ensino moçambicano como um dos mais atrasados da África Austral, baseando-se no facto de crianças moçambicanas completarem o ciclo primário sem competências na leitura e escrita.

IN "BOLETIM LUSA"
01/11/10
MOÇAMBIQUE

MAS O QUE É ISTO????


Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga:
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.

Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas:
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.

Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas:
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.

Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este:
Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.

Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar:
Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego.
Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.

Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro:
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.

Situação: Tens que fazer uma viagem:
Ano 1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.
Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro maricas apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito pois quando aterrares enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.

Situação: Fazias uma asneira na sala de aula:
Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito'
Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.

Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno:
Ano 1978: Não se passa nada.
Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.

Situação: O fim das férias:
Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e psoríase

enviado por SÓNIA I.

ALMORRÓIDA EM PÂNICO - NÚMERO DESGRAÇADO

Número de vítimas já é igual a 2009

Desde o início do ano o ‘CM’ já contabilizou a morte de 29 mulheres em cenários de violência doméstica, tantas quanto no ano passado.

IN "CORREIO DA MANHÃ
02/11/10

PAULO PEREIRA DE ALMEIDA

PAULO PEREIRA DE ALMEIDA

Uma mentira na segurança

A relação entre o fenómeno da pobreza e o da criminalidade é - como, de resto, acontece com todos os fenómenos sociais -, complexa na sua natureza. Na verdade, afirmar que a pobreza é indutora da criminalidade, ou que a desigualdade social motiva (por si só) um aumento da criminalidade, merece uma particular ponderação e cuidado. Vejamos, pois, as duas teses científicas em confronto.
A primeira, e mais divulgada, é a tese de que as pessoas pobres cometem mais facilmente um crime. Esta tese assenta num perigoso pressuposto: o de que existe uma correlação entre crime e pobreza. Esta correlação implica dizer que à medida que aumenta a pobreza também aumenta a criminalidade. E porquê? Essencialmente porque, no raciocínio dos criminologistas que perfilham esta tese, as pessoas ponderam os benefícios e as consequências para quem comete um crime e - assim sendo - ponderam se têm mais a ganhar ou a perder com esse crime. Ora, se quem é pobre presume que terá muito pouco a perder (assumindo aqui que se pensa sobretudo em bens materiais), também serão as pessoas pobres que terão uma maior probabilidade para cometer crimes, em particular os chamados crimes contra a propriedade (como furtos, roubos, pequenos delitos). E a realidade é que estes representam sempre uma experiência traumática e muito incómoda para as vítimas. Em Portugal, equivalem a 56% da criminalidade na última década. A mais de metade da criminalidade, portanto.
A segunda tese, menos conhecida mas com evidências científicas cada vez mais fortes, é a de que um controlo científico da criminalidade pode - em épocas de crise e de aumento da pobreza - ser indutor da redução do crime. Não se trata - bem entendido - de uma tese que visa aumentar a repressão ou ir de encontro a um "Estado policial". Muito pelo contrário: o controlo do crime é visto como um dos principais factores para manter os níveis de segurança económica e, desse modo, evitar a degradação das comunidades e a entrada dos jovens em carreiras de crime e de desvio. É por esta razão que - paradoxalmente para os que defendem a tese anterior - as estatísticas de crimes violentos diminuíram 8% e as dos pequenos delitos 10% no mais recente período de recessão económica dos Estados Unidos da América: entre 2008 e 2009.
Há, pois, uma mentira na segurança: a de argumentar que a descida nas estatísticas da criminalidade é - por si só - um indicador da eficácia das Forças de Segurança (FS) e da acção do Ministério da Administração Interna. Não é verdade: o que distinguirá um governo que anda à deriva de um governo que pensa seriamente na criminalidade será uma avaliação integrada e científica do crime. Integrada, porque está disponível para todas as FS em tempo real e é partilhada de modo construtivo. Científica, porque recorre aos métodos de futuro, como o COMPSTAT e a Polícia baseada na inteligência. E, acima de tudo, séria, porque não se baseia em manipulações de circunstância - graves - ou em cortes cegos - e dramáticos - em apoios sociais

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
29/10/10

PRESTE A TENÇÃO










Escreva-nos "apxxdxdocorreio@gmail,com"

OBRIGADO

AUTOMÓVEL DO FUTURO

OBRIGATÓRIO COMPRAR



NR:Seja qual fõr a sua tendência política caro visitador, este livro elucida-o sobre o comportamento da nossa economia durante cem anos.Intereesa pouco se o livro é escrito por pessoas de "esquerda", interesa é estar informado e o livro cumpre o objectivo.

O CLÃ DAS ALMORRÓIDAS


Por cada 5 governantes há um homem do BCP

'Os Donos de Portugal', de cinco bloquistas, conta a história de como os senhores do dinheiro se tornaram "donos dos governos"

Depois de vencer eleições Durão Barroso convidou para ministro da Economia Carlos Tavares, vice--presidente no grupo Santander. Quando, quatro anos mais tarde, José Sócrates pensou num homem para aquele lugar no seu Governo socialista pescou Manuel Pinho nos quadros da administração do BES. Passos Coelho não é primeiro-ministro. Mas na esperança vir a sê-lo, já terá reservado ao Grupo Mello António Nogueira Leite - também apelidado de "próximo ministro das Finanças".

O elenco é apenas uma amostra da relação estreita entre a banca e a política na democracia portuguesa. Ao longo das últimas três décadas e meia, um em cada cinco ministros ou secretários de Estado em pastas com ligações aos negócios tem uma passagem pelo grupo millenium BCP no currículo. No caso do BES, o segundo banco privado, a proporção é de um por cada dez.

A conclusão está escrita em Os Donos de Portugal - Cem anos de Poder Económico 1910-2010. O ensaio co-escrito por cinco dirigentes do Bloco de Esquerda foi publicado na última semana. Francisco Louçã disse na sessão de apresentação que o livro conta a história sobre a forma como "a finança e o poder foram irmãos gémeos na constituição da riqueza e do privilégio".

Os autores reuniram os currículos de 115 ministros e secretários de Estado de PS, PSD e CDS desde os anos 1970. "O que verificamos é que existe uma relação muito forte entre o poder político e o poder económico," disse ao DN o deputado Jorge Costa.

"Os grupos económicos têm um interesse declarado em pessoal político, porque conseguem através deles garantir o acesso às redes de influência."

Recordando os percursos de Jorge Coelho, antigo ministro das Obras Públicas de António Guterres que passou para a Mota-Engil, e Ferreira do Amaral, que após o Executivo de Cavaco foi para a Lusoponte, o livro denuncia "uma ascensão social vertiginosa" dos governantes. "São pessoas que entraram para os grupos económicos depois de estarem no poder político e que com isso se tornam milionários que nunca foram."

Jorge Costa explica que "o trânsito entre cargos políticos e os conselhos de administração das grandes empresas é uma face da relação de favor" entre o Estado e as famílias detentoras dos grandes grupos económicos a que chamam "os donos de Portugal".

Porque o fio condutor do livro é a história de como os senhores do dinheiro se tornaram "donos dos governos" do País e como o Estado os ajudou a construir e a manter a sua riqueza durante quatro regimes e um século.

"O núcleo de famílias que constitui o centro do poder demonstrou ao longo dos tempos a capacidade para se ligar ao Estado," disse o deputado bloquista.

"Ricardo Salgado disse há algum tempo que o seu banco (o BES) é o banco de todos os re- gimes", lembrou Jorge Costa, notando que que além dos Espírito Santo também os Champalimaud e os Ulrich dominavam os negócios na viragem do século.

Os autores traçam o percurso de concentração da riqueza, desde as rendas dos tabacos até aos contratos exclusivos no Império.

As nacionalizações foram um momento de ruptura, mas, diz Jorge Costa, tornaram-se numa oportunidade para os antigos proprietários. "As empresas foram concentradas e depois devolvidas em termos de favor aos seus donos."

O livro mostra ainda como "os donos de Portugal" se tornaram através dos matrimónios entre os seus descendentes e se tornaram todos uma "grande família".

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
02/11/10

MARIANNE FAITHFUL - BROKEN ENGLISH

ALMORRÓIDA TÓXICOLEGAL


Empresário abre loja de drogas legais no 
centro de Cascais onde “há melhores clientes”

A primeira loja de drogas legais nos arredores de Lisboa abriu portas em Cascais, um local escolhido pelo proprietário que optou pela vila por considerar que este é o sítio onde os consumidores têm mais poder de compra.

“Aqui as pessoas entram, olham, perguntam quando têm dúvidas e compram sem preocupações de preço”, afirmou à Lusa Luís Vitorino, proprietário e gerente da loja.

Localizada no edifício Baía, com janela aberta para o Largo Camões, esta é a primeira “smart shop” a abrir nos arredores de Lisboa e facilmente passaria despercebida não fosse a placa verde de um dragão com asas e a cuspir fogo a anunciar a “Imperium – Alucina a tua mente”.

Lá dentro, várias substâncias expostas em montras envidraçadas, desde ervas, sementes, cogumelos alucinogénicos, chás, incensos e afrodisíacos.

“Trata-se de produtos naturais, legalizados, com os mesmos efeitos do ecstasy ou LSD mas sem consequências negativas para a saúde”, afirmou convicto o responsável.

Com entrada permitida só a maiores de 18 anos, as portas desta “smart shop” estão abertas das 12:00 até às 24:00 e, apesar de estar em funcionamento há menos de um mês, o movimento é notório.

“Tem havido muita afluência de pessoas, a clientela é boa. Alguns vêm por curiosidade, outros estão informados e vêm direitos ao que procuram”, disse o gerente.

Um jovem, residente em Cascais, conversa com o proprietário à procura de um produto específico. Parece saber bem o que quer: “uma coisa que me ajude a relaxar, que seja forte, mas calmante. Nada de alucinogénicos”.

Luís Vitorino sugere a “Dragon”, a erva mais forte que tem, de três gramas e, por isso, mais cara (45 euros).

O cliente aproveita ainda para levar uns acessórios, mortalhas e filtros.

Entusiasmado com a abertura do novo espaço, o cliente agradece ao proprietário a oportunidade de a partir de agora poder comprar os produtos que deseja sem ter de se deslocar a Lisboa, prometendo “voltar mais vezes”.

Contudo, há quem não veja com bons olhos esta novidade em Cascais. Alice Cruz, de 50 anos, não concorda que o concelho incentive o consumo de drogas, ainda que sejam legais.

“Isto não tem nada a ver com Cascais, que é um local de tanta gente mais conservadora. No Bairro Alto ainda se percebe, porque é frequentado por mais jovens, estrangeiros e de vários estratos sociais, mas aqui não faz sentido”, sustentou.

Também Luís Vitorino disse já se ter apercebido dos “comentários menos agradáveis” em surdina de quem passa à porta do estabelecimento e dos “olhares de lado”.

“Há senhoras que olham para dentro da loja com um ar desconfiado e quando se apercebem do que está à venda fazem um ar reprovador”, adiantou.

Opiniões diferentes têm três jovens, entre os 24 e 26 anos, já clientes do novo estabelecimento de Cascais.

“É uma forma de abrir mentalidades, fugir às drogas ilegais, além de que é um negócio como todos os outros”, explicou à Lusa um dos rapazes.

“Antes tínhamos de ir a Lisboa, agora temos a loja mais perto. Para nós é vantajoso”, rematou o amigo.

Mas nem só de drogas vive a “Imperium”. Além de acessórios, como as tradicionais “chichas” marroquinas, estão ainda à venda peças de vestuário.

Com licença atribuída pela Câmara de Cascais e com fiscalização da ASAE, Luís Vitorino explicou que o processo para legalização do estabelecimento foi muito demorado, cerca de três anos.

Num cenário de cores suaves a remeter para uma ambiente “zen”, Luís Vitorino assegurou que a nova loja não se destina a um escalão etário específico, mas sim, a atrair todo o tipo de clientes.

Para a Associação Empresarial do Concelho de Cascais, a nova loja traz um conceito “controverso” e “polémico”, mas que não causa constrangimentos uma vez que respeita a legalidade.

“É um facto que não é um negócio normal, mas para nós, na ótica empresarial e comercial, desde que seja legal é bem vindo a Cascais”, disse à Lusa o presidente daquela associação Armando Correia.

IN "i"
02/11/10

AURORA BOREAL

video

enviado por D.A.M.

1 - BOA EXPLICAÇÃO SOBRE OS CHACRAS



(continua próxima terça 09/11/10)

GENTE INSANE

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Quem é a mulher e quem é o homem: 




















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Ranking. Álcool é a droga mais perigosa:
pior do que a heroína
A reivindicação de David Nutt, investigador do Imperial College London, já tem um par de anos, mas só ontem foi validada com a publicação numa das mais prestigiadas revistas científicas, a "Lancet". O ex-conselheiro do governo britânico para as políticas da droga - demitido no ano passado por defender precisamente o que agora vem publicar, que o álcool é mais prejudicial do que a canábis - assina esta semana um novo ranking sobre a perigosidade das drogas. À cabeça surge o álcool, só depois - e bem atrás - a heroína e o crack.
A tabela esteve em discussão ontem num seminário em Londres e termina com um repto internacional: os actuais sistemas de classificação das drogas não reflectem o conhecimento que se tem sobre os seus riscos. João Goulão, presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência, concorda que as tabelas actuais são "arbitrárias", mas sublinha que a análise dos riscos das drogas não fica encerrada com este estudo. Ao i, adiantou ainda que a mudança, a acontecer, não será "do dia para a noite."
A nova análise foi liderada pelo Comité Científico Independente para as Drogas (ISCD na sigla em inglês), criado por Nutt em Janeiro depois de ter sido demitido no final de Outubro de 2009 pelo então ministro do Administração Interna Alan Johnson. Envolto em polémica, e desde então crítico a outras medidas como a recente recomendação europeia para a proibição da droga mefedrona (na gíria, miau-mau), Nutt desenvolveu com dois colegas uma nova metodologia que permite avaliar a perigosidade das drogas com base em 16 critérios - nove quantificam o risco para o consumidor e sete os riscos para a sociedade.
"i"

 ELE É BOM
Leões de olho em Hugo Almeida
O Sporting está a acompanhar atentamente a situação de Hugo Almeida, que termina contrato com o Werder Bremen no próximo mês de junho, podendo já a partir de janeiro vincular-se a outro emblema. Ao que Record apurou, o nome do internacional português é um desejo, quer da SAD leonina, quer do treinador Paulo Sérgio, que nunca escondeu a vontade de contar com um avançado destas características, classificando-o mesmo do tão falado “pinheiro”.
Ainda não houve qualquer contacto oficial entre os leões e o avançado, até porque este ainda tem contrato em vigor com o Werder Bremen, que já demonstrou intenção de renovar com o atleta, embora ainda não tenha feito uma proposta concreta. Em Alvalade há também o cuidado de manter o interesse camuflado, até para não inflacionar a operação já que, mesmo tratando-se de um jogador livre, há sempre, nestes casos, um prémio de assinatura faseado pelos anos de contrato e um salário em causa. O facto de Hugo Almeida ser agenciado pelo empresário Jorge Mendes pode jogar a favor dos leões.
"RECORD"

 PORTUGUESES COM MUITO VALOR
Depois do Pordata, o Eurodata
A Fundação Francisco Manuel dos Santos vai lançar amanhã em Lisboa uma base de dados estatísticos da Europa, depois de já ter feito o mesmo para Portugal (com a Pordata). A cerimónia vai contar com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
A Fundação, que é liderada por António Barreto, dá assim seguimento ao trabalho desenvolvido quando, em Fevereiro, apresentou a Pordata, uma base de dados estatísticos que faz o retrato de Portugal por 14 temas que vão desde a saúde, educação, justiça até ao ordenamento do território.
A Pordata alarga-se agora à Eurodata, um trabalho que está a ser liderado por Maria João Valente Rosa, e que vai agrupar dados estatísticos de todos os países da União Europeia, mais três países do espaço Schengen e ainda os Estados Unidos e o Japão.
Maria João Valente Rosa, em declarações à Lusa, afirmou que a Pordata “compilou e tratou informação de 30 entidades, nomeadamente o Eurostat” para que esta “fosse acessível de forma rápida”.
Os dados sobre a Europa são divididos por dez temas principais como a protecção social, a saúde, o emprego, a educação, a ciência e tecnologia ou as contas nacionais.
A intenção da directora da Pordata é colocar a informação “acessível”, mas acima de tudo, que “fosse de confiança”, tendo em atenção que, no futuro, a base de dados “será enriquecida com outros organismos”.
Maria João Valente Rosa disse que, desde Fevereiro, o portal de dados Pordata “já teve mais de dois milhões de visitantes” e esperam superar este valor até porque “está a ser feito um trabalho de divulgação e formação” em universidades, órgãos de comunicação social e no ensino básico “através da formação na rede de bibliotecas escolares”.
Questionada se, no futuro, poderá incluir dados estatísticos dos países lusófonos, a directora da Pordata observou ser difícil por “falta de harmonização de dados”, e dá um exemplo: “O tratamento estatístico do desemprego em Angola é diferente do de Portugal”.
No entanto, revela que “o Brasil poderá ser incorporado” num futuro próximo.
"PÚBLICO"

 FACADA PREVISTA
Corte salarial atinge 80 a 100% 
do pessoal em 13 carreiras
Para além das carreiras de topo, 80% dos técnicos superiores e professores são atingidos. Cortes afectam 30% a 40% dos enfermeiros e militares
O corte de salários na administração pública, que permitirá baixar a despesa em cerca de mil milhões de euros no OE/2011, vai afectar um universo muito extenso de funcionários, sendo que em 13 carreiras profissionais o impacto oscila entre os 80% e os 100% dos trabalhadores.
Segundo uma estimativa do Ministério das Finanças, os cortes - que variam entre os 5% e os 10% das remunerações ilíquidas a partir dos 1500 euros - atingem na íntegra 100% dos dirigentes, juízes e magistrados, diplomatas, investigadores, docentes do ensino universitário e politécnico, médicos, oficiais de justiça e das chefias tributárias. Aqueles profissionais representam, segundo a mesma fonte, mais de 10% dos trabalhadores e titulares de cargos da administração central e local.
Mas para além da expectável incidência elevada naquele grupo de profissionais - com os maiores níveis remuneratórios dentro da administração pública -, os cortes são ainda muito significativos noutras carreiras. São as próprias Finanças a estimarem em "cerca de 80% dos técnicos superiores, informáticos, docentes do ensino pré-escolar, básico e secundário, dos inspectores e do pessoal da administração tributária os profissionais que sofrerão na pele as duras medidas de contenção orçamental.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

DE CHURRASCO
José Manuel Coelho
Candidato lança slogan de campanha
'Basta de pastéis, Coelho a Belém', é o slogan de campanha do deputado do PND-M na Assembleia Legislativa, José Manuel Coelho, à Presidência da República que será lançada hoje no Funchal. 'A minha candidatura à Presidência da República é apresentada amanhã (hoje) e terá como slogan «Basta de pastéis, Coelho a Belém» porque o povo já está farto dos 'pastéis', que lhe têm indisposto a vida, dos cinzentões e situacionistas', disse José Manuel Coelho.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

SOLIDADRIEDADE
Imigrantes aprendem "Português de sobreviviência"
Onde fica o banco?". "O banco fica perto do hotel"! "Muito bem!", entoa Elsa Freitas, de forma entusiástica. A construção frásica é simples para o Português que a docente há muitos anos se formatou a dar, durante o dia, aos alunos do secundário. Mas, à noite cada palavra dita na língua de Camões, ainda que com pronúncia da Europa de Leste, "é uma conquista".
Duas vezes por semana, na Escola Secundária da Boa Nova, em Leça da Palmeira (Matosinhos), há moldavos, ucranianos, letões, polacos, russos, americanos e alemães, que durante três horas se arriscam na difícil tarefa de aprenderem "o básico" na língua do país que os acolheram.
"A ideia do projecto "Português para todos" é que estas pessoas desenvolvam as competências necessárias do dia-a-dia. Aprendem Português ao nível elementar, de sobrevivência, como saberem dizer o que sentem quando forem ao hospital, para comprarem um bilhete de comboio ou pedirem uma informação na rua", explicou, ao JN, Elsa Freitas, docente de Português, para quem cada aula tem sido "um desafio".
À noite, na sala 4 do bloco A da secundária de Leça da Palmeira não há alunos nem professora. Mas sim 16 "aprendentes" e uma "formadora".
"JORNAL DE NOTICIAS"

OXALÁ
«Mantemos o objectivo de chegar 
às provas europeias» - Manuel Machado
O treinador do V. Guimarães reconheceu, esta segunda-feira, que o Portimonense fez uma boa partida e que os vimaranenses só chegaram ao intervalo a vencer fruto de «três grandes defesas de Nílson»
«No primeiro tempo o V. Guimarães teve mais posse de bola, mas poucos momentos de finalização. Se chegássemos ao intervalo a perder teríamos de aceitar, porque as jogadas de maior perigo pertenceram ao Portimonense. Valeu o Nílson que fez um excelente», admitiu Manuel Machado, frisando que um resultado mais dilatado seria penalizador para os algarvios.
«A grande penalidade aliviou um pouco a pressão. Depois do segundo golo o resultado poderia ter sido mais dilatado, mas isso seria demasiado pesado para o que os jogadores do Portimonense fizeram. Neste jogo fundamental era ganhar. Mantemos o objectivo de chegar às provas europeias», rematou.
"A BOLA"

É TÃO RARO UMA BOA NOTÍCIA
Telemedicina para idosos em Silves
A RESATER – Rede de Saúde e Telemedicina em Zonas Rurais chegou ao concelho de Silves. O projecto foi apresentado na biblioteca municipal e destina-se a pessoas com mais de 65 anos e com patologias crónicas, o que constitui 23 por cento da população do concelho.
Estão já identificados 84 utentes que se enquadram no perfil do serviço. A estes utentes será entregue um aparelho de teleurgência, dispositivo com localizador GPS e que serve para contactar o serviço de atendimento e triagem da Equipa de Cuidados Continuados.
Este tipo de apoio assume importância particular em algumas zonas do Interior e de acessibilidade condicionada no concelho, como S. Bartolomeu de Messines e S. Marcos da Serra. A autarquia espera ter a rede montada e a funcionar até ao final do primeiro trimestre de 2011. O projecto custa 100 mil euros e é financiado a 75% pela União Europeia.
"CORREIO DA MANHÃ"

ISTO É MUITO GRAVE
Já há 251 mil desempregados 
sem acesso ao subsídio
São já 250.742 os desempregados que não têm acesso ao subsídio de desemprego, mais 17% do que há um ano. O aumento foi particularmente expressivo durante o Verão, altura em que o Governo adoptou regras mais apertadas de acesso aos apoios sociais. Só entre Julho e Setembro, o número de desempregados sem subsídio subiu 11%.
É o que resulta da análise conjugada dos dados do Eurostat, que mostram que o desemprego se mantém relativamente estável, e do Instituto de Informática da Segurança Social, que revelam que a queda do número de beneficiários se acentuou nos últimos meses.
O gabinete de estatísticas europeu estima que, em Setembro, a taxa de desemprego se tenha mantido nos 10,6% em Portugal, devido à existência de 581 mil desempregados.Já a Segurança Social registou, nesse mês, 330 mil beneficiários do subsísio de desemprego, numa quebra de 6% (21 mil pessoas) em apenas dois meses.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

JU MING ART MUSEUM (TAIPÉ) - I


clique para ampliar







(continua próxima terça 09/11/10)

NOVO IMPRESSO SIMPLIFICADO PARA O IRS DE 2011




MAIS CLARO E SIMPLIFICADO NÃO PODIA SER ...
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JORNAIS DE HOJE