terça-feira, 26 de outubro de 2010

MANTENDO O CONTACTO

ALMORRÓIDA ABANANADA


Portugal permanece dos países mais corruptos da Europa

Portugal melhorou relativamente a 2009, passando de 35.º lugar para 32.º, mas permanece um dos países da Europa Ocidental em pior posição. Em 2000 ocupava a 25.ª posição, tendo vindo sempre a decair

Portugal sobe no ranking anual sobre a percepção da corrupção da Organização Não-Governamental Transparency International (TI), ocupando agora o 32º lugar com uma pontuação de 6 valores em 10 (melhor pontuação possível). Em 2009 ocupava o 35.º lugar. No entanto, a posição deste ano corresponde ao 34º lugar do ranking, uma vez que dois dos países melhor classificados, Santa Lucia e São Vicente & Grenadine, não foram este ano avaliados. Em termos do espaço europeu, Portugal ocupa a 19ª posição, em 30, apenas à frente de Itália, Grécia, Malta e países do antigo bloco de Leste. Em 2000 ocupava a 25.ª posição, tendo vindo sempre a decair nos últimos 10 anos

"Uma vez que a avaliação do comportamento destes índices internacionais deve ser feito ao longo do tempo, notamos que a tendência de Portugal na última década vem sendo de depreciação. No início da década, em 2000, ocupava a 23.ª posição, com um ranking de 6.4", explica Paulo Morais, vice-presidente da Transparência e Integridade - Associação Cívica (TIAC).

Em 2009, Portugal ocupou a 35ª posição, com 5,8 valores. (ver em anexo uma tabela com a posição de Portugal nos últimos 10 anos).

"Numa observação transversal ao longo dos últimos anos há pois uma queda de cerca de meio valor e uma perda de dez posições no ranking. A variação verificada este ano (uma posição no ranking e 0.2 no score) não é significativa, pelo que se pode concluir que Portugal se mantém estável na escala", acrescenta Paulo Morais.

Apesar das enormes somas injectadas por diversos governos para fazer face aos problemas mundiais mais prementes, como a instabilidade dos mercados financeiros, as alterações climáticas e a pobreza, a corrupção continua a ser um obstáculo ao alcance dos avanços necessários nestas áreas, segundo nos mostra o Índice de Percepção da Corrupção (CPI) 2010, divulgado hoje pela TI.

O CPI 2010 revela que quase 75% dos 178 países incluídos no Índice obtiveram uma pontuação abaixo de cinco, numa escala de 0 (percepção de altos níveis de corrupção) a 10 (percepção de baixos níveis de corrupção), indicando a existência de um grave problema de corrupção.

A Transparência e Integridade - Associação Cívica (TIAC), ponto de contacto nacional da Transparency International, defende assim uma implementação mais rigorosa da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, a única iniciativa global que oferece um quadro para pôr termo à corrupção.

Índice de Percepção da Corrupção (CPI)

Dinamarca, Nova Zelândia e Singapura partilham o primeiro lugar do ranking, com uma pontuação de 9,3. Os últimos lugares continuam a ser maioritariamente ocupados por países com governos instáveis e, em muitos casos, com um histórico de conflito. Afeganistão e Myanmar partilham o penúltimo lugar com uma pontuação de 1,4. A Somália, com 1,1, ocupa o último posto.

Este relatório enfatiza o facto de todos os países necessitarem de melhorar os seus mecanismos de boa governança. A avaliação da TI a 36 países industrializados que integram a Convenção Anti-Suborno da OCDE, entre os quais Portugal, revelou que mais de 20 países apresentam níveis mínimos ou nulos de implementação das regras, transmitindo uma mensagem errónea acerca do seu compromisso com a luta contra as práticas corruptas. Os fluxos internacionais de corrupção são ainda consideráveis e a corrupção continua a assolar os estados recentemente criados, frustrando os seus esforços para construir e fortalecer as suas instituições, proteger os direitos humanos e melhorar os meios de subsistência.

A mensagem é clara: por todo o mundo, a transparência e a prestação de contas são condições cruciais para restabelecer a confiança e inverter o flagelo da corrupção. A sua ausência diminui o impacto das políticas públicas na busca por soluções para os diversos problemas nacionais.

O CPI é um índice composto, baseado em 13 inquéritos distintos levados a cabo por 10 instituições independentes. Os inquéritos que serviram de fontes ao Índice deste ano foram realizados entre Janeiro de 2009 e Setembro de 2010.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
26/10/10

EMBATE DUM FANTON-4 NUMA PAREDE DE CIMENTO ARMADO

ANTES DE VER O VÍDEO, LEIA A EXPLICAÇÃO PARA ENTENDER MELHOR.
Quando você vir este clip, você terá uma boa noção do que acontece com um avião, quando ele bate numa parede de concreto (talvez isto explique a ausência de destroços no Pentágono).
Os jatos de passageiros, que atingiram as torres do WTC e o Pentágono, estavam voando a 600 mph = 966 km/h !!!
Muitos de vocês devem ter visto o Web Site do Michael Moore, onde ele apresenta a questão:
"Se é verdade que um Boeing atingiu o Pentágono, o que aconteceu com todas as partes dele?
Porque não foram achadas mais pedaços dele?
Onde foi parar toda aquela massa ?"

Bem, para aqueles que questionam o que aconteceu com "toda aquela massa daquele avião", observem.
É um teste de engenharia da Força Aérea, com uma barreira de concreto que deveria proteger o domo de um reator nuclear, para ver se ele de fato sobreviveria a um ataque aéreo.
Com as câmeras de alta velocidade rodando, eles prenderam um F-4 Phantom ao trenó (propulsionado a foguete) e então o aceleraram a 500 mph , e.... "O que acontece quando uma "Força irresistível" encontra um "Objeto Inamovível? "
Observe, em câmera lenta, como o F-4 se transforma em vapor.
Aposto que você vai ver mais de uma vez só para acreditar....
video

ALMORRÓIDA ANDARILHA


Quantas sedas aí vão,
quantos brancos colarinhos,
são pedacinhos de pão
roubados aos pobrezinhos!
António Aleixo

Agostinho Branquinho troca Parlamento 
por Ongoing depois de a criticar como deputado


Deputado do PSD rejeita conflito de interesses, mas BE e PCP consideram que há promiscuidade na contratação
Foi um dos rostos da comissão de inquérito à interferência do Governo no negócio da PT/TVI e ali criticou fortemente a linha editorial das publicações da Ongoing, em especial do Diário Económico. Ontem soube-se que Agostinho Branquinho, deputado do PSD e ex-vice-presidente do grupo parlamentar, renunciou ao mandato de deputado para "ponderar" o convite da Ongoing Brasil.

A "transferência" indignou o Bloco de Esquerda e o PCP, mas esbarrou no silêncio das bancadas do PS, CDS e PSD, apesar do incómodo indisfarçável entre alguns deputados. Para João Semedo, deputado do BE e relator da comissão de inquérito, esta opção pessoal do deputado cria uma "situação política". "Todos vimos Agostinho Branquinho a questionar a natureza da linha editorial das publicações da Ongoing que sustentavam as posições do Governo", apontou Semedo, considerando que a situação espelha "o bloco central de interesses no seu melhor". Em Portugal, a Ongoing detém o Diário Económico e a Económico TV. No Brasil, a empresa tem interesses nos media e nas novas tecnologias.

No mesmo tom, o PCP condena a "promiscuidade". "Independentemente do cumprimento das regras que, segundo o que está noticiado, está a ser feito relativamente ao estatuto dos deputados, consideramos que é uma situação que agrava todos os indícios públicos destas relações de promiscuidade que não devem existir", disse o deputado João Oliveira.

Agostinho Branquinho rejeitou, por seu turno, qualquer conflito de interesses. E assegurou que "não há processo mais claro, transparente e ético" do que este. "Das minhas decisões, e daquilo que eu fiz na comissão de ética, não resultou qualquer benefício ou nenhum prejuízo para qualquer grupo empresarial português. Os deputados não tomam decisões executivas sobre o que quer que seja, apenas escrutinam", afirmou aos jornalistas.

Questionado sobre o seu protagonismo na comissão de inquérito em que a empresa para onde agora vai foi visado, Agostinho Branquinho referiu que "a intervenção da Ongoing na TVI é posterior ao abandono do negócio da compra da TVI por parte da PT e da atitude rocambolesca do Taguspark".

O deputado rejeita ainda qualquer comparação com a situação do antigo ministro socialista Jorge Coelho, que aceitou dirigir a construtora Mota-Engil depois de tutelar as obras públicas. "Nunca fui ministro de coisa nenhuma, sou deputado, os deputados não têm funções executivas, têm que escrutinar a actividade da administração pública e fazer as leis", afirma.

Em relação ao convite da empresa, o deputado diz que só depois de deixar o Parlamento as conversações prosseguem, embora admita ao PÚBLICO que tenha estado recentemente em São Paulo, no Brasil, a propósito da proposta profissional da Ongoing.

A primeira abordagem ao deputado por parte do presidente do grupo Ongoing, Nuno Vasconcelos, aconteceu há cerca de um mês num almoço em Lisboa. "Foi nessa altura que combinámos que, para adiantar conversações, eu teria de renunciar ao mandato de deputado", explica.

Agostinho Branquinho foi jornalista de O Comércio do Porto, realizador de informação e editor na RTP, nos anos 1980. Foi deputado entre 1983 e 1985, e voltou ao Parlamento na anterior legislatura (2005-2009). Já nesta legislatura, deixou de ser vice-presidente da bancada com a actual direcção liderada por Miguel Macedo. Teve a seu cargo o dossier dos media e é conhecido por ser um acérrimo defensor da privatização da RTP.

VEJAM COMO SE REFRE À FUTURA PATROA A "ANDANDO"



OBRIGADO ANTÓNIO CUNHA

ANA SÁ LOPES



A linguagem é fascista. 
Vamos proibir a palavra negociar 

O anátema nacional contra a palavra "negociação" conjuga-se, em épocas como a que vivemos, com o problema do "fascismo" da linguagem de que falava Barthes 

Em Portugal as palavras "negociação", "negociar" e todos os seus derivados são monstros assassinos de políticos em busca de afirmação, pelo menos desde que o professor Cavaco rebentou com o bloco central e em dois anos conseguiu duas maiorias absolutas e o sucesso político adjacente. Pelo menos desde essa época que no canto lusitano negociar é "capitular", "vender-se" ou, em caso desesperado, arriscar-se a ser morto por knock out no jogo político imediato. 

Não se passa isto em mais parte nenhuma do mundo, onde os povos e os partidos estão habituados a coligações - a inédita aliança governativa dos conservadores britânicos com os liberais-democratas seria inviável em Portugal, enquanto na velhíssima Inglaterra foi resolvida em três dias. É provável que sejam os restos dos 48 anos de ditadura a determinar (também aqui) os nossos fracassos e as nossas incapacidades. 

Este ridículo anátema nacional conjuga-se, em épocas esquizofrénicas como a que vivemos por estes dias (o folhetim aprova/não aprova o Orçamento), com o problema do "fascismo" da linguagem, nos termos em que Roland Barthes o punha. Na última aula no Colégio de França - publicada num livrinho de meia dúzia de páginas intitulado "Lição" - Barthes dizia que a linguagem era um instrumento "intrinsecamente fascista", não por impedir de dizer, mas por "obrigar a dizer". Para Barthes, só a literatura permitia "ouvir a língua do lado de fora do poder".

É provável que o maior desejo de Pedro Passos Coelho seja, nos dias que correm, ter a capacidade de falar a língua do lado de fora do poder, ou ter a hipótese de se exprimir em literatura - para não ser vítima do "fascismo" da linguagem política, da linguagem jornalística, da chata língua dos portugueses comuns, que o quer "obrigar" a assumir a mais temida das palavras da política de miséria nacional: a palavra "negociação". 

No dia em que aceita negociar o Orçamento, a maneira como fugiu à expressão "negociar" nas duas intervenções do dia - uma conferência de imprensa na sede do PSD e uma entrevista à TVI - foi um exemplo acabado do terror do líder do PSD de ser vítima deste "fascismo" da linguagem que o quer obrigar a pronunciar a palavra maldita, a palavra que liquida um líder da oposição que deseja ser uma alternativa de governo. Embora, desde o dia do conselho nacional, já não fuja à realidade da negociação, Passos ainda não pode pronunciar a palavra. Já é mais a semiologia - e menos a análise política - a poder explicar as trapalhadas discursivas dos últimos tempos. 

Desde o início que a situação em si, para o líder do PSD, era aflitiva: enfrentar uma coligação poderosíssima - Sócrates-Cavaco-Comissão Europeia-banqueiros-mercados internacionais-FMI e metade do PSD - era um trabalho para Hércules. Tentar evidenciar a sua autonomia no quadro de um Orçamento impossível de chumbar segundo a maioria "europeísta" seria sempre um filme de terror. O dramalhão da aprovação do PEC 2 - e o consequente "pedido de desculpas" aos portugueses - tinham transformado Passos Coelho no parceiro de tango que Sócrates julgou poder "dirigir" sempre que lhe apetecesse. E ainda que as sondagens o tivessem presenteado com números simpáticos, o risco de ficar associado era tremendo. 

Mas o que ganhou Passos Coelho em subir a parada até ao chumbo do Orçamento, rejeitando negociações, para recuar (e bem) em toda a linha? Um mistério para os próximos meses. 

Redactora principal 

IN "i" 
21/10/10

ALMORRÓIDA ESFUSIANTE

Companhia Maior. 
A nova idade do teatro começa aos 60 

Pela primeira vez em Portugal uma companhia 
de actores seniores torna-se profissional. 
"Bela Adormecida" estreia no CCB na quinta-feira 

A primeira vez que Celeste Ribeiro entrou numa repartição das finanças para abrir actividade foi aos 80 anos: queria ser actriz. A senhora no guichet de atendimento nem queria acreditar. Só podia ser um mal entendido, provavelmente a idosa queria era ir buscar a reforma. O imbróglio aumentou quando Celeste explicou que era actriz. Foi aí que a funcionária achou que estava nos apanhados. Perante situação tão irregular, o pedido recusado. "A Celeste teve de voltar às finanças para mostrar o contrato e provar que o que dizia era verdade. Isto demonstra a importância da peça a nível social. Sim, ela tem 80 anos e pode trabalhar", conta o encenador da Companhia Maior, Tiago Rodrigues, ao i durante um intervalo para almoço. O actor de 33 anos fala de uma nova idade. "Eles já não têm um lugar activo, mas ainda não estão numa situação de dependerem dos outros. Há um desperdício imenso da capacidade destas pessoas. A Companhia Maior prova isso mesmo. Tenho a certeza que este tipo de projectos vão acontecer em todos os sectores." 

Nesta companhia quem tem cabelos brancos e rugas é a estrela. Os actores têm todos mais de 60 anos e a mais velha é a dona Celeste com os respeitáveis 80. Inspirado em companhias europeias (ver caixa), o projecto nasceu de uma parceria com o Centro Cultural de Belém (CCB) em Lisboa. "A primeira vez que ouvi falar de uma companhia como esta foi em 2007 numa conversa com Luísa Taveira, na altura adjunta de programação no CCB. Ela queria criar uma companhia de seniores e fazer um espectáculo profissional", recorda o encenador. 

A ideia tornou-se realidade quando Luísa Taveira e António Mega Ferreira convidaram o actor e encenador Tiago Rodrigues para avançar com o projecto. Primeiro passo? Casting. Mas não foi como nos "Ídolos", nem tinham uma espécie de Moura dos Santos a apelidar os outros de azeiteiros e adjectivos que tais. Tudo começou num workshop de representação em Março com o encenador Tiago Rodrigues. Mais tarde, trabalharam com Jacinto Lucas Pires, o músico Luís Lucas e Clara Andermatte. Os alunos inscreveram-se sem sonhar que iam integrar uma companhia de teatro, com direito a contrato e ordenado. "Bastou o facto de considerarem os pós-60 uma idade válida para um workshop de teatro para ficar com vontade de me inscrever", diz Júlia Guerra, com a voz correctamente colocada como se a continuássemos a ouvir na Emissora Nacional onde trabalhou e fez teatro radiofónico. 

IN "i"
26/10/10

1 - OBRIGATÓRIO ASSINAR


NÃO ACONSELHÁVEL A PESSOAS IMPRESSIONÁVEIS 

ROBERT MUGABE

MARAVILHOSOS PARES DE CORNOS




clique para ampliar

PARA HAVER JUSTIÇA SÓ LHE FALTA FAZER UMA 
COLONSCOPIA COM A CÂMARA DENTRO DUM CACTO

DEOLINDA

MENINA POLACA



MENINA DUMA ESCOLA RECUSA PRÉMIO QUE LHE FOI ATRIBUÍDO

Peito ou Tomates - a diferença

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ALMORRÓIDA DE FAVORES


Ex-deputado do PS acusado de 19 crimes de corrupção

O Ministério Público acusou um ex-deputado do PS de 23 crimes, dos quais 19 são de corrupção passiva. Carlos Lopes é suspeito de prometer obras a troco de dinheiro para o partido.

Carlos Lopes, ex-deputado do PS pelo círculo de Leiria, foi acusado pelo Ministério Público de 23 crimes, dos quais 19 são de corrupção passiva. Em causa está uma investigação à campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 2005 no concelho de Figueiró dos Vinhos. O antigo deputado é acusado pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) de ter invocado aquela qualidade de forma a angariar dinheiro para a campanha eleitoral junto de construtores civis.

Na investigação levada a cabo pela Unidade Nacional Contra a Corrupção da Polícia Judiciária (UNCC) foi apreendida a Carlos Lopes uma lista, escrita em papel timbrado da Assembleia da República, que discriminava os "doadores" e os "não doadores" para a campanha. Isto num esquema, segundo o Ministério Público, de pagamentos "por fora".

De acordo com informações recolhidas pelo DN, o Ministério Público acusa Carlos Lopes - que era dirigente local do PS - de se ter aproveitado do facto de ser deputado para, nos contactos com os construtores civis a quem pediria dinheiro, aludir futuras obras públicas e concursos que iriam ser abertos, como forma de aliciar os empreiteiros.

A investigação apurou ainda que, no final da campanha, os arguidos aperceberam-se de que as contas não batiam certo.

O PS perdeu a autarquia e nos últimos dias de mandato do socialista Fernando Manata, os arguidos terão levado a cabo um esquema que levou a que fosse a autarquia a pagar algumas despesas partidárias. Terá sido assim com despesas de tipografia e com a contratação de um grupo musical. Esta despesa, segundo a acusação, entrou nas contas da Câmara de Figueiró dos Vinho na rubrica "Festas do Concelho".

Contactado pelo DN, o ex-deputado Carlos Lopes, actualmente chefe de gabinete do governador civil de Leira, rejeitou "por inteiro" a acusação do Ministério Público. "Em 2005, não tinha qualquer responsabilidade que me permitisse prometer obras em troca de favores", justificou ainda o Carlos Lopes, manifestando-se "completamente tranquilo e sereno" com a situação. "Quando fui ouvido na Polícia Judiciária, garantiram-me que não havia nenhuma suspeita de que eu tivesse obtido qualquer vantagem pessoal e isso convém sublinhar", declarou, ontem, ao DN o ex-deputado.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
26/10/10

2 - PEIXES DOS CORAIS






ARGENTINA VISTA DO CÉU

video

EVITE A OBESIDADE

TENHA UM BOM DIA............



...e prepare-se para muitas mais aldrabices!!!

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OS PORTUGUESES TAMBÉM
Espanhóis desesperam com portagens nas SCUT
Dez dias depois da introdução de portagens nas antigas SCUT, várias são as dúvidas que continuam a ser levantadas pelos automobilistas. Em particular, os do país vizinho, que apontam o dedo à forma de pagamento. Menezes fala em deslocalização de empresas.
Vários são os automobilistas do país vizinho que continuam a circular nas ex-SCUT sem o dispositivo electrónico de matrícula. Afiançam que tentam obtê-lo mas que tal não se apresenta como tarefa fácil. Outros adiantam mesmo que não virão a gastar (em 90 dias) o montante exigido, valor esse que, para um veículo pesado, se traduz no pagamento, adiantado, de 127 euros.
"O dispositivo foi solicitado pela empresa para a qual trabalho três ou quatro dias antes da introdução das portagens, mas o certo é que ainda não o tenho", confidenciava, ontem à tarde, na estação de serviço de Neiva da A28, Óscar Coello, camionista natural da Corunha, na Galiza, dando conta que não seria o único naquela situação. Gines Zaballa, que partira, ontem, ao volante de um camião de Ferrol com destino à Figueira da Foz, elevaria o tom: "Já tentámos saber (dos dispositivos) mas estavam esgotados.
Trazemos mercadorias que não podem esperar. Isto não pode ser assim. Vamos aqui com o coração na boca porque não temos esses aparelhos, arriscados a ser multados".
Na área de restauração da estação de serviço, Jacinto Patrício, que há muito labora em empresa espanhola de ferramentas, preenchia uma queixa, para, se necessário fosse, mostrá-la "à polícia": "Já fui a uma pay-shop, mas não aceitam o pós-pagamento para veículos de matrícula estrangeira (como a que conduz). Exigem-me 50 euros adiantados mas, pelas minhas contas, nem 10 devo gastar. Isto é muito complicado".
O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia e ex-líder do PSD, Luís Filipe Menezes alertou, ontem, para o facto de haver empresários "a falar em deslocalizarem-se para a Galiza", devido à diminuição de facturação resultante da introdução de portagens nas três ex-SCUT do Norte.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

FUTEBOLZINHO...
Salvador deixa todos à espera
Com AG eleitoral marcada para esta quarta-feira, líder ainda não anunciou a ninguém a sua decisão.
À espera de uma resposta de António Salvador. Do Conselho Geral - que nos últimos dias desenvolveu esforços no sentido de convencer o actual líder a recandidatar-se - aos presidentes dos dois órgãos da Assembleia-Geral (clube e SAD), todos aguardam com impaciência que Salvador desate um nó que começa a ficar apertado.
Com assembleia eleitoral marcada para amanhã, às 20.30 horas, no auditório da AF Braga, não é seguro que a reunião magna destinada a eleger direcção para o triénio 2010/2013 se realize na data agendada por João Gomes Oliveira. Este era, de resto, um cenário antecipado pelo dirigente no caso de não aparecer nenhuma lista a sufrágio.
O presidente da mesa a AG do clube remete para hoje à tarde esclarecimentos sobre o tema, na certeza que a assembleia só poderá avançar se António Salvador apresentar formalmente a recandidatura. Como todos esperam que aconteça.
"A BOLA"

PORTUGALZINHO
Fuga a portagens entope nacional
A fuga ao pagamento de portagens na A28 (Porto-Caminha) está a tornar caótico o trânsito na EN13, entre o Porto e Viana do Castelo, nas horas de ponta e aos fins-de-semana.
O presidente da Junta de Freguesia de Apúlia, no concelho de Esposende, fala em "regresso ao passado", e assegura que, "em alguns períodos do dia, e sobretudo ao fim--de-semana, o trânsito na freguesia é absolutamente caótico".
"Voltámos ao tempo em que ir daqui ao Porto demorava horas, e nem quero pensar no que vai acontecer no Verão, quando o número de carros nesta zona aumenta consideravelmente", afirma Manuel Lopes.
Mas o descontentamento com o aumento recente do trânsito na EN13 é generalizado. Ontem mesmo, o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Macedo Vieira, anunciou que vai ser interdito o trânsito de camiões pelo centro da cidade, ou seja, pelo troço da EN13 que atravessa a zona urbana.
"CORREIO DA MANHÃ"

PORTUGAL PERCEBE-SE????
É mais fácil perceber o Orçamento 
na Mongólia que em Portugal
Estudo coloca Portugal na cauda do ranking face aos vizinhos europeus, por falta de documentos e insuficiência de informação na proposta do Orçamento.
O processo orçamental em Portugal está entre os menos transparentes da Europa ocidental, conclui um estudo do organismo não governamental "International Budget Partnership", com uma classificação de 58 numa escala de zero a 100.
A análise indica que o Governo não disponibiliza alguns dos documentos aconselhados pelas "boas práticas" internacionais e, em alguns dos que apresenta, a qualidade informativa fica aquém do desejável. Contas feitas, o País surge apenas no 25.º lugar no índice "Open Budget" de 2010, atrás de países como o Sri Lanka, Colômbia e Mongólia.

O link é este:
http://internationalbudget.org/files/2010_Full_Report-English.pdf
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

 ESTÁ TUDO COMBINADO, O RESTO É SÓ FUMAÇA ...
Contra-relógio para ter Orçamento 
antes da recandidatura de Cavaco
Está por horas um entendimento entre governo e PSD para a viabilização do Orçamento do Estado para 2011. Durante mais de três horas, governo e PSD permaneceram fechados na sala da Assembleia da República onde as negociações de quem cede o quê decorreram nos últimos dias. Os trabalhos retomam no final desta manhã.
A terceira ronda negocial que tinha hora marcada para ontem às 10h00 foi adiada para as 11h00. Mas governo e PSD só se reuniram já perto do meio-dia, uma vez que os sociais-democratas estiveram a preparar um documento considerado "crucial" para a possibilidade de um acordo em torno da viabilização do Orçamento do Estado para 2011. O documento foi elaborado pelo vice-presidente social-democrata, Manuel Rodrigues, e Carlos Moedas, membro do gabinete de Estudos do partido.
Os trabalhos pararam às 13h00 e estiveram para ser retomados às 17h00. Foram adiados para as 18h00 mas só às 19h20 é que governo e PSD entraram para a sala das negociações. O primeiro atraso foi justificado por fonte oficial com motivos de agenda. O governo também apresentou uma contraproposta, tendo sido este o motivo do segundo atraso. Tanto a proposta do PSD como a proposta do governo estão fechadas a sete chaves entre a equipa negocial.
Por volta das 22h00 os trabalhos foram interrompidos sem fumo branco nem declarações. Um acordo que, ressalvou o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, no domingo, não pode "comprometer as metas orçamentais", leia-se o défice de 4,3% para o próximo ano.
"i"

ALGUNS LUTAM...
Ranking ATP: Machado é 95.º do Mundo
O 95.º lugar de Rui Machado no ranking ATP e a nota de maior destaque da classificação publicada esta segunda-feira, onde Portugal surge com dois tenistas no top 100, pois Frederico Gil (100.º) fecha este lote, depois de um queda de três postos.
Na liderança da tabela continua Rafael Nadal, seguido a grande distância por Roger Feder, vencedor do Open de Estocolmo, no domingo.
"RECORD"

ESTA BALDA NÃO É INOCENTE
Estado não fiscaliza contratos que existem 
no portal oficial dos concursos públicos
A lei determina que o portal, criado há dois anos e meio, fosse fiscalizado pelo Observatório das Obras Públicas, mas este organismo ainda não está em funcionamento
Estado não fiscaliza contratos que existem no portal oficial dos concursos públicos
A lei determina que o portal, criado há dois anos e meio, fosse fiscalizado pelo Observatório das Obras Públicas, mas este organismo ainda não está em funcionamento
O portal Base, onde são publicados os concursos públicos e todos os contratos por ajuste directo da administração pública central e local e do sector empresarial do Estado, não está a ser fiscalizado por nenhuma entidade, ao contrário do que determina a lei. Dois anos e meio depois da entrada em funcionamento do portal, ainda não foi criado o Observatório das Obras Públicas, ao qual compete avaliar e monitorizar a contratação de obras públicas.
Por ora, a responsabilidade sobre o portal pertence ao InCI - Instituto da Construção e do Imobiliário e à Agência Nacional de Compras Públicas (ANCP), que se limitam a assegurar que a base informática funciona. Ela tem que existir, porque, segundo o Código dos Contratos Públicos, estes só têm eficácia quando são publicitados no portal. Mas uma pesquisa no portal permite perceber que há casos em que a data da publicação no portal é muito posterior à da celebração do contrato - e pode ir até aos vários meses - ou mesmo sem data, como ocorre em aquisições de viagens do Infarmed e de municípios.
O InCI já deveria ter lançado o Observatório, mas diz que por enquanto "ainda está em desenvolvimento", não adiantando as razões para o atraso. Sem uma entidade que o fiscalize, o portal "é um simples repositório de informação sobre contratação pública", reconhece o próprio InCI, que remete outras explicações para o Ministério das Obras Públicas, que o tutela.
"PÚBLICO"

UMA BOA MEDIDA
Min. da Saúde reforça hemodiálise 
nos hospitais públicos
Corte de 3% nos preços será acompanhado 
de mais exames e cirurgias.
O Ministério da Saúde quer reforçar a oferta de tratamentos de hemodiálise nos hospitais públicos, uma medida que permitirá reduzir a actual dependência do sector privado, que controla 90% dos tratamentos na área da insuficiência renal. De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, "está a ser equacionado o investimento na área da diálise em hospitais públicos em zonas onde esta não exista", avança ao DN.
Ao mesmo tempo, as negociações com o privado decorrem, em fase de contenção orçamental. O Ministério da Saúde impôs um corte de 6%, por considerar que a redução dos preços dos medicamentos ou o aumento do número de doentes já não justificam as verbas actualmente despendidas, até porque o investimento feito em equipamentos estava pago.
Há dias definiu-se o corte de 3% no preço semanal por doente (548 euros), em vez dos 6%, o que permitiria poupar 15 milhões. As empresas teriam de passar a prestar mais serviços além dos tratamentos de diálise, medicamentos, exames associados à doença e consultas de nefrologistas ou dietistas.
César Silva, presidente da Associação Nacional de Centros de Diálise diz que a nova proposta "é uma solução melhor até para o doente", lembrando os custos adicionais com o reforço das equipas e aquisição de material para mais doentes. "Vamos fazer os acessos vasculares [construção de vasos que aumentem circulação de sangue] e deixar de fazer os tratamentos por catéter, que atrasam a limpeza do sangue e geram mais infecções. Era a única área em que tínhamos atrasos", diz. A isto vão juntar as transfusões de sangue ou a realização de mais exames.
Solução que surge depois de a Anadial rejeitar a proposta de 6%. "Mandou-nos uma carta a avisar que o tratamento de novos doentes, cerca de 2500 por ano, estaria em risco. E ainda ameaçou que iria cortar na qualidade dos cuidados", diz Carlos Silva, presidente da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 A PAIXÃO PELA EDUCAÇÃO JÁ ERA...
Mais desemprego...
O Ministério da Educação vai limitar o acesso dos alunos 
à disciplina de Estudo Acompanhado 
e acabar com a Área de Projeto.
O Governo garantiu que o Estudo Acompanhado vai continuar a ser oferecido, mas apenas a alunos com 'efetivas necessidades', e justificou o fim da Área de Projeto com a ausência de resultados nas aprendizagens.
'O Estudo Acompanhado continuará a ser oferecido, mas no quadro de uma gestão mais flexível, para que a oferta se dirija aos alunos que têm efetivas necessidades de apoio e acompanhamento por parte dos professores', sublinha o Ministério da Educação.
A proposta de Orçamento do Estado para 2011 prevê alterações curriculares, como a eliminação da Área de Projeto e do Estudo Acompanhado, medidas que visam a racionalização de recursos no setor, mas também a redução da despesa. Aliás, o Conselho de Ministros de 14 de outubro já aprovou, na generalidade, um decreto-lei que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino básico, no qual está previsto o fim da Área de Projeto. A Área de Projeto, o Estudo Acompanhado e a Formação Cívica foram introduzidas no ensino básico em 2001, como áreas curriculares não disciplinares, sendo obrigatórias para todos os alunos.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

DANÇA DE ROBOTS

COMO SE NEGOCEIA O ORÇAMENTO 2010

JORNAIS DE HOJE


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S. O. S. - "AJUDA DE BERÇO"

A "AJUDA DE BERÇO" está com problemas de tesouraria.
Em 13 anos esta instituição acolheu perto de 200 bebés que foram assistidas nas duas pequenas casas onde exerce a sua actividade de assistência.


AJUDE A "AJUDA DE BERÇO" informe-se como
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