segunda-feira, 18 de outubro de 2010

4 - ERA DIGITAL

3 - ESTES SACANAS PROÍBEM TUDO





P O R R A D A....


Em Moçambique

Cerca de 76% de crianças sofre castigo corporal
- denuncia um relatório sobre castigo corporal e outras formas de humilhação contra a criança

(Maputo) Três Organizações Não Governamentais (ONGs) que têm suas acções viradas na protecção e promoção dos direitos da Criança, nomeadamente, a Rede Came, A Save the Children e a ANPPCAN (Associação para a Protecção e Prevenção Contra Negligência e Abuso de Crianças) apresentaram, ontem em Maputo, um relatório sobre castigo corporal e outras formas de humilhação perpetradas contras as crianças. Dados do relatório revelam que cerca de 76.8% das crianças em Moçambique sofre castigo corporal.

A acção é perpetrada tanto por pais, assim como pela comunidade no geral.
O relatório faz referência a dois tipos de castigo corporal. Uma é praticada com recurso a mão e o segundo com recurso a objectos quepartem de sapatos até a cintos.
Concretamente, os resultados da amostra indicam que cerca das cerca 76% das crianças que tinham já sofrido castigos corporais subdividem-se em 35.4% de agressões físicas com uso da mão e os restantes 41.2% com uso de vários objectos.
O relatório avança existir um outro tipo de castigos, dos quais em forma de humilhação (que consistem em impor, as crianças, métodos de punição cruéis e degradantes, que o relatório revelou incidirem em volta dos 44.4%).
O relatório precisa que esses tipos de castigo são frequentes nas escolas, assim
como, dentro das famílias das próprias crianças com percenta- gens que se subdividem em 34.5% e 34.7% respectivamente.(A. Lopes)

IN "MEDIAFAX"
15/10/10
MOÇAMBIQUE

CONSTANÇA CUNHA E SÁ





Sem saída



 Conhecidas as primeiras medidas concretas do Orçamento do Estado para 2011, seria de esperar que o PSD, tendo em conta tudo o que tem dito nos últimos meses, estivesse, neste momento, a preparar-se para chumbar um documento que está longe de cumprir as "condições mínimas" que o partido impôs para a sua viabilização.

O problema é que, como o PSD devia ter percebido há mais tempo, a inviabilização do Orçamento não só deixa o país à beira de um colapso financeiro como permite ao Governo disfarçar os resultados catastróficos das suas próprias políticas. A partir daí, o engº Sócrates, com a habilidade que se lhe reconhece neste tipo de jogos florais, atiraria para cima do PSD toda e qualquer responsabilidade pela situação do país, sujeitando o dr. Passos Coelho a um ataque cerrado até às próximas legislativas que, para cúmulo, só se realizariam em Maio ou Junho do próximo ano. Isto para não falar do que se passaria dentro do próprio PSD, onde são muitas as vozes que estão contra o chumbo do Orçamento.

Na melhor das hipóteses, chegaríamos às eleições com os dois principais partidos desacreditados e fragilizados – como, aliás, as sondagens mostram; na pior, o país enfrentaria uma crise sem precedentes, com a União Europeia, o FMI e outras entidades da qual dependemos, como o Banco Central Europeu, a olharem para nós como se fôssemos um manicómio falido que devia ser higienicamente fechado.

É óbvio que não foi o PSD que contribuiu para a situação em que nos encontramos. Neste capítulo, os créditos devem ser justamente atribuídos ao Governo do engº Sócrates e à sua incapacidade crónica de saber lidar com a realidade. Mas foi o PSD, ao colocar-se, sem necessidade, no centro das negociações sobre o Orçamento, que se colocou num beco sem saída onde qualquer decisão que tome tem o condão de o prejudicar.

Se decidir chumbar, é devorado pelas consequências que se avizinham. Se decidir viabilizar, depois de tudo o que disse (e, pormenor inquietante, depois de ter recebido a banca com pompa e circunstância), dá uma imagem de fraqueza e de incoerência, acabando, mais uma vez, a dar o dito por não dito e, quem sabe? a pedir de novo, com voz trémula, desculpa aos portugueses.

Infelizmente, a situação do PSD decorre da situação de Portugal: um país indigente e sem soberania onde a democracia cedeu à ditadura das finanças e a política se apagou perante a inevitabilidade da economia.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
15/10/10

21 - LAPIDAR

USS INDEPENDENCE


NAVY'S NEW PIRATE CATCHER..



A couple of these should be able to easily clean all the pirates out of the Indian Ocean ...
U.S.S. Independence (LCS-2)
A Triple Hulled, Weapon-Laden Monster.

We've been hearing rumblings about the U.S. Navy's triple-hulled ships, but here's one that was launched last month, the U.S.S Independence .. Built by General Dynamics, it's called a "littoral combat ship" (LCS), and the tri-maran can move huge weapons around faster than any ship in the Navy. Ironic that with all that high tech built in, the ship reminds us of the Merrimac ironclad from Civil War days.
Littoral means close to shore, and that's where these fleet-hulled babies will operate, tailor-made for launching helicopters and armored vehicles, sweeping mines and firing all manner of torpedoes, missiles and machine guns.
These ships were designed to be relatively inexpensive this one's a bargain at $208 million and the navy plans to build 55 of them.
This tri-maran is the first of the new fire-breathing breed, ready to scoot out of dry dock at a rumored 60 knots.. It's like a speedy and heavily-armed aircraft carrier for helicopters.

enviado por E. FRANÇA

ALMORRÓIDA VRRUM VRRUM


Motards. 
Europa já lidera número 
de gangues internacionais

Nos últimos cinco anos, Hells Angels, Bandidos e Outlaws abriram mais filiais na Europa do que em todo o mundo. Para já, em Portugal, só Hells Angels

A Europol fez as contas e chegou à conclusão que a Europa registou o maior aumento de gangues de motociclistas (Outlaw Motorcycle Club Gang''s - OMCG''s) nos últimos cinco anos. Os três principais grupos, Hells Angels, Bandidos e Outlaws, abriram 120 filiais (Chapters ou Charters), o que perfaz um total de 425 em países da Europa, contra cerca de 300 nos Estados Unidos - de onde são oriundos - e Canadá.

Destes novos Chapters, grande parte foram implementados no Sudoeste da Europa, designadamente em países como a Albânia, Bulgária, Macedónia e Turquia. A autoridades acreditam que estes gangues de motociclistas têm capacidade, recursos, infra-estruturas, relações e experiência para utilizar e gerir a rota dos Balcãs que leva para o centro da Europa as drogas duras que vêm da Turquia e antiga União Soviética.

Segundo a Interpol, grande parte dos membros destes clubes de motociclistas dedicam-se a crimes como homicídio, extorsão, tráfico de droga, armas, explosivos e pessoas, roubos organizados, fraudes e criminalidade financeira. Auto- -denominam-se 1% (one percenters), uma referência a um célebre discurso de um presidente de um moto clube que afirmou que "apenas um por cento dos motociclistas estão envolvidos em actividades criminosas".

polícias preocupadas A Europol tem seguido a evolução dos OMCG''s e considera estas investigações no âmbito da sua responsabilidade de controlar a ameaça da criminalidade organizada e do terrorismo na Europa. Os gangues de Motards são identificados como uma ameaça nacional e ainda como uma prioridade em policiamento nos vários países da União Europeia.

A recente expansão da presença dos Hells Angels no Sudeste da Europa e a proliferação das actividades dos OMCG naquela região, levou a Europol e o Ministério do Interior croata a co-organizar um seminário este mês para especialistas na cidade croata Dubrovnik. O seminário, financiado pelo programa da Comissão Europeia TAIEX, incluiu representantes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Montenegro, Macedónia, Sérvia e Turquia.

Segundo o director da Europol, Rob Wainwright, "a criminalidade grave é uma característica das actividades dos Outlaw Motorcycle Gangs na Europa". Rob Wainwright reafirmou a preocupação em monitorizar a expansão dos gangues de Motards e salientou que a Europol oferece apoio aos países que enfrentam o desafio de lidar com os OMCG.

"i"
18/10/10

U H F



DE UM CRÍTICO DE MÚSICA
(com a devida vénia)

UHF - Porquê? (2010)

Após a euforia dos anos loucos, com os jipes a tomarem conta de Portugal, numa corrida ao novo “el dorado” em que o dinheiro fácil de Bruxelas foi pródigo, vivemos anos sucessivamente complicados numa sequência que já ultrapassa uma década de cinzentismo. Os sacrifícios vão aumentando – vão aumentar – e a Europa, que nos encheu de dinheiro, nos fez esquecer os bons hábitos da poupança e nos injectou com vícios consumistas, está agora a exigir rigor enquanto os mais ricos se preparam para sugar tudo o que possam. Portugal, em momento dramático, vê o Banco Central Europeu a emprestar, aos bancos, dinheiro a 1% para, depois, esses mesmos bancos, tal agiotas, multiplicarem o rendimento, vendendo-nos a massa a 6%. É assim o inferno europeu, em que, depois de nos pagarem para não produzirmos ou para afundarmos barcos, nos querem deixar sem tanga e escanzelados. A crise chegou à economia, mas, já tinha entrado em áreas sensíveis. As nossas instituições estão descredibilizadas, decadentes, a Justiça é considerada injusta, pantanosa e o povo está farto, cansado, descrente e sem garra para enfrentar o abismo. O naufrágio português está à beirinha e os UHF deram um passo em frente, viajando pela dura realidade do presente, numa abordagem corajosa, destemida, sem papas na língua e adequada a um povo valente e imortal. Foi, aliás, uma gravação premonitória porque os trabalhos de estúdio decorreram ao longo de quase doze meses e a edição surge no exacto momento em que as medidas mais duras foram anunciadas pelo Governo. O efeito de “Porquê?” começa na música e termina em palavras como aquelas que serviram esta introdução.

O novo álbum de estúdio dos UHF quebra um jejum de cinco anos e consegue surpreender pela agressividade, variedade e forma como António Manuel Ribeiro regressa a um estilo de escrita musical de onde tinha semi-hibernado. Faz muito tempo que nenhum artista português se aventurava pela música interventiva, directa, sem refúgios de qualquer espécie. António Manuel Ribeiro deixou de lado alguma contenção e lançou-se numa epopeia em que recupera o dedo em riste, muito próprio dos seus primeiros tempos de compositor, e que lhe granjeou fãs aos rodos e inimigos em quantidade razoável e duradoira.

Ao longo das últimas décadas, o topo do rock português aburguesou-se, começou a comer nos melhores restaurantes, a vestir a melhor roupa, a aparecer nas revistas cor-de-rosa, a dormir em hotéis de 5 estrelas e passou a compor um roque queque para adolescentes bonitos e bem comportados. A situação não é exclusiva de Portugal, recordo-me dos problemas existenciais de Bruce Springsteen após o sucesso de “Born in USA” porque não se sentia confortável a falar da pobreza quando passara a ser rico. Mas, o “Boss” soube seguir o seu rumo. Como homem do rock não se resignou a ser um mero empregado da música. Foi assim que renasceu diversas vezes, uma das quais com o tocante “The Rising”. Em Portugal, temos artistas a lançarem umas bocas em concertos, a gritarem palavras ocas de ordem contra o Governo, seja ele qual for, porque é popular e dá jeito, e a elogiarem a Autarquia que os contratou, por valores obscenos, com o dinheiro dos impostos pagos por todos nós, deixando cair de podre a cultura e o património local.

Com “Porquê?” a revolução está próxima e, se existisse censura, este disco não tinha sido colocado à venda. E, para felicidade de alguns, António Manuel Ribeiro teria sido detido e interrogado. Ao contrário de muitas das recentes edições discográficas, em que o rock mergulhou na depressão nacional, “Porquê?” regressa ao espírito do rock puro e duro. A escrita das canções cruza momentos brilhantes em temas tão fortes como polémicos. Tudo normal. Não deve ser o rock intrinsecamente polémico, agitador, rebelde e provocador?

Poderia entrar numa descrição faixa-a-faixa, contudo, deixarei essa tarefa para quem consiga reduzir “Porque?” a um conjunto de 12 temas. Não o farei porque a essência é o álbum. Mesmo assim, não resisto a escrever a respeito de quase todas as músicas.

A surpresa de “Porquê?” começa logo na primeira faixa. “Nativos” é António Manuel Ribeiro como o imaginara num disco a solo, experimental, em tons independentes e alternativos. É ele próprio que toca precursão africana e uma enigmática precursão ameríndia cordame enquanto declama de forma intensa e furiosa que “se o coração conhece enganos / aceita a vida / sai da batalha”. O mote está dado com esta entrada enérgica e contundente. A canção seguinte descomprime o ambiente e liberta doses pop-rock com um riff de guitarra à UHF. “Viver para te ver” tem todas as condições para ser o novo single e entrar nas playlists das rádios. A letra é própria de tempos primaveris, a melodia é comercial e o refrão orelhudo.

Muitos daqueles que criticam os UHF não gostam que o grupo grave versões. Mais uma vez, deve ser uma idiossincrasia lusitana, pois, aceitamos bem que os artistas estrangeiros recuperem canções mais antigas, porém, quando em Portugal isso sucede os músicos são, geralmente, acusados de oportunismo, de ganância e de crises de criatividade. Conhecendo a realidade do meio musical português, esperava, apenas, uma versão neste CD, todavia, surpreendentemente, os UHF apresentam-nos duas. Tendo em conta o preconceito existente, admito que tive dúvidas sobre a pertinência de tal decisão, contudo, basta escutar o álbum para compreender a coerência da escolha. A versão para “Vejam bem” demonstra que UHF e as canções de José Afonso são uma óptima combinação. Já acontecera no passado e voltou a suceder. Um notório respeito pelo compositor, a forma emotiva como António Manuel Ribeiro a interpreta, uma guitarra límpida que poderia ser de Hank Marvin, enfim, uma obra de arte. Aposto que “Vejam bem” acabará por sair em single, pois, é impensável ter uma pérola destas num álbum e não a expor ao grande público. A outra versão já é sobejamente conhecida. “O vento mudou” colocou, novamente, na ribalta, um sucesso que tem tanto de antigo como de relevante. Eduardo Nascimento ficou emocionado e vimos Nuno Nazareth Fernandes, o compositor, com uma lágrima no canto do olho num espectáculo a que assistimos na FNAC de Almada. Portugal não pode ignorar a sua história musical continuando a valorizar, sobretudo, aquilo que vem lá de fora. A produção nacional dos últimos 60 anos é relevante e de enorme qualidade e urge voltar a descobrir as nossas cantigas. A recuperação de “O vento mudou” ou de “Vejam bem” é um acto cultural importante para um legado que deve ser redescoberto pelas novas gerações.

“Quero entrar em tua casa” é mais um tema rock com um refrão fortíssimo. Gosto particularmente da bateria do Ivan Cristiano e, talvez por outros sucessos passados, recordo o melhor de Zé Carvalho e de Luís Espírito Santo. Dei por mim, esta manhã, sem motivo aparente, a trautear este perigoso refrão.

“Porquê (português)” surge como a faixa 7 e duvido que seja um fruto do acaso essa numeração. São sete as cores do arco-íris, sete os sábios gregos, sete as virtudes humanas que a Filosofia identifica e sete os dias da semana que percorremos, freneticamente, em ciclos de rotação constante. “Porquê / é a pergunta / que o povo faz / com amargura” afirma António Manuel Ribeiro, enquanto discorre diversos porquês numa canção acutilante e de onde sobressai um ritmado lado acústico com recurso ao acordeão, pandeireta e clave. O refrão é poderoso e sintetiza um sentimento que trespassa toda a obra, “Porquê / outra vez / o naufrágio português”.

Depois… bem, depois temos uma sequência final de arrasar. “A última prova”, “Cai o Carmo e a Trindade” e “Acende um isqueiro” são três temas que nos transportam para outros tempos.

“Acende um isqueiro” podia pertencer a qualquer um dos primeiros trabalhos dos UHF e ganha uma dimensão épica quando a comparamos com a versão gravada no Coliseu de Lisboa. “Vim aqui para cantar / e para vos conhecer / receber o que o povo dá / se o artista merecer”. Os UHF transformaram um acústico intimista numa grande canção rock dedicada a todos aqueles que marcam presença nos concertos e onde António Manuel Ribeiro plana na música num ambiente próximo de Jim Morrison. O baixo de Fernando Rodrigues, algures no minuto 3:30, evoca-me recordações de Carlos Peres ou de Fernando Delaere.

“A última prova” é UHF vintage com a presença de um endiabrado HammondB3, pelas mãos do convidado Manuel Paulo, que nos conduz para uma identidade sonora que funde as raízes dos UHF com linhas clássicas de rock impar. Pedagogicamente, esta canção devia sair no formato de single para que os mais novos tenham contacto com a sonoridade UHF em estado puro. As guitarras de António Côrte-Real fazem a junção histórica de vários guitarristas que passaram pela banda e, mentalmente, vejo Renato Gomes, Rui Rodrigues ou Rui Dias. A avaliação do trabalho de uma banda também se faz pela recordação da sua história e António Côrte-Real tem um desempenho notável neste disco. É essencial que se compreenda que este pode ser um excelente álbum dos UHF, quiçá, talvez mesmo o melhor de todos, porém, isso só sucede porque esta formação está a tocar como nenhuma outra o fizera no passado. “Porquê?” é também um marco individual nas carreiras de Ivan Cristiano, Fernando Rodrigues e António Côrte-Real.

“Cai o Carmo e a Trindade” podia pertencer aos álbuns “Persona Non Grata” ou “À Flor da Pele”. A audição é obrigatória para todos os que gostam e para todos aqueles que detestam UHF. “Eles vão ficar à solta / foi tudo uma ilusão / a malha da rede é grossa” ou “Cai o Carmo e a Trindade / gente fina no pantanal / castos sem castidade / nada se passa de anormal / em Portugal” são, apenas, excertos de uma letra arrasadora e onde os UHF tocam, profundamente, na questão da justiça portuguesa e no facto de ninguém confiar na justiça que temos. A escrita terá sido inspirada no mediático processo “Casa Pia”?

Mas “Porquê?”, apesar da intensidade interventiva, transmite uma ideia de construção positiva do futuro. “Segue em frente / não olhes para trás”, “Não te vás abaixo / se o medo rondar”, “Portugal – somos nós / mil histórias de coragem” são somente alguns dos versos que entoam em “Portugal (somos sós)” a canção escolhida para encerrar este arrojado trabalho. Ainda antes do final do CD, surge um segmento da composição que inicia o álbum. A vida é feita de ciclos e os extremos acabam por se ir tocando mais do que se imagina. Este é, assim, um disco onde o “repeat” faz mais sentido do que numa obra normal. Os UHF deixam-nos essa mensagem de um final, que é, afinal, um novo começo. Não tem sido a carreira dos UHF um retrato fiel disso mesmo?

Comparar a qualidade entre discos espaçados por 20 ou 30 anos não é simples nem sequer aconselhável. A realidade do presente é muito diferente daquela que António Manuel Ribeiro viveu em 1980, 1987 ou 1993 e a tendência que temos é a de valorizar mais o passado e minimizar o presente. “Porquê?” pode não ser o melhor disco dos UHF, porém, andará lá perto. No mínimo, é o álbum com melhor produção da sua carreira, onde João Martins acrescenta valor, é o trabalho mais interventivo e aquele em que o balanço entre canções pop e rock melhor se faz, sem comprometer a qualidade e a coerência da obra. Este disco não é, apenas, um novo álbum dos UHF. É uma pedrada no charco do conformismo, da mediocridade, da falta de rumo que se sente em certos sectores da nossa sociedade. É um grito de revolta numa sociedade bastante diferente da existente em finais dos anos 70. Estará Portugal preparado para dar respostas a “Porquê?”?
Uma coisa é certa, os UHF, aqueles UHF que atingiram o estatuto de lendas do rock português, estão de regresso.

Luís Silva do Ó

enviado por J. COUTO

ALMORRÓIDA MAIS ACOSTUMADA

Homem-sombra de Sócrates

Dinâmico, trabalhador incansável, com "uma ambição política desmedida" e "um triturador de adversários políticos". Assim é descrito André Figueiredo, de 33 anos, natural de Seia, o homem de confiança do primeiro-ministro que nos últimos tempos aparece em todos os casos quentes que envolvem os socialistas, desde a ‘Face Oculta’ às acusações de tráfico de influências nas eleições do PS-Coimbra.

Um "puro operacional capaz de fazer tudo para não desiludir o líder", adianta um militante da Guarda. E a dedicação é retribuída pelo secretário-geral do PS que, em Julho, ao jornal ‘Porta da Estrela’, de Seia, afirmou: "André Figueiredo é um dos valores políticos de maior futuro da nova geração do PS".

Em Seia, porém, aqueles que o viram crescer não têm sobre André Figueiredo as melhores opiniões. "Não olha a meios para triturar os que lhe fazem frente", afirma um militante.

A vida política de André Figueiredo começou nos bancos da Escola Secundária de Seia, nas lutas estudantis, mas alinhado no PSD. Na altura, era, aliás, um grande admirador do actual Presidente da República. Mas como emergiu Guterres e o seu exército da Beira Interior, Figueiredo mudou-se para o PS. Um trajecto em tudo semelhante ao de Sócrates, uns anos antes.

Começou a relacionar-se com grandes figuras do PS onde se incluía Pina Moura e Almeida Santos (naturais de Seia), Jorge Coelho e António José Seguro. Mas foi António Costa e Marcos Perestrello que lhe deram a mão e o recomendaram a José Sócrates, em 2004. O secretário-geral do PS levou-o para Lisboa e, hoje, Figueiredo é o seu homem de confiança.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
18/10/10

IRMÃOS LUMIÈRE


Neste filme existem dois slides de texto que ao correr não são legíveis. 
Para facilitar a leitura destacámo-los, basta clicar no destaque.


enviado por MALAY

SOMOS ASSIM......................

RACISMO VENENOSO


Find the 44th USA President.


ALMORRÓIDA INCRÉDULA

Juízes pagam "factura de 
terem incomodado boys do PS" 

O presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) disse hoje que a penalização que esta classe vai sofrer com os anunciados cortes orçamentais é a "factura" pelo seu trabalho em processos como o "Face Oculta" e "outros anteriores". 

"Estamos a pagar a factura de ter incomodado, nas investigações e no trabalho jurisdicional que fazemos, os 'boys' do Partido Socialista. Estamos a pagar a factura do processo 'Face Oculta' e de outros processos anteriores", disse António Martins em entrevista à Agência Lusa. 

O juiz considerou que "existem 450 mil cidadãos, entre os quais os juízes, que são vítimas de um roubo", numa referência aos anunciados cortes de salários. "Esta redução de vencimentos não é um imposto, não é uma expropriação, não é uma nacionalização, nem é um empréstimo. É um confisco arbitrário que só os reis faziam", disse. António Martins sublinhou que "os juízes não questionam a sua contribuição para a salvação do país, na perspectiva de pagar impostos, mas não serem expropriados da sua remuneração". 

O presidente da ASJP lembrou que "os juízes são os únicos em que os subsídios [remunerações acessórias] são reduzidos em 20 por cento", o que acresce aos 10 por cento no rendimento ilíquido.

"Com este orçamento, os juízes serão os únicos cujo rendimento é reduzido em 18 por cento", lamentou, acrescentando que "nem os políticos incompetentes que nos conduziram a este estado de coisas vêem tanta redução". 

"Eles (os políticos) só têm uma redução de 15 por cento e, quando acabarem a sua incompetência, irão certamente ser colocados em bons cargos, como aconteceu com os seus antecessores", disse. António Martins vai mais longe ao identificar "má fé" neste orçamento, cuja proposta foi entregue no sábado na Assembleia da República. 

O governo "pretende modificar normas do estatuto dos juízes, com o objectivo claro de obrigar as pessoas no Supremo Tribunal de Justiça a recorrer à reforma imediatamente e com o objectivo de aproveitar uma alteração que fizeram em 2008 para, a partir daí, colocarem um terço dos juízes conselheiros, não pessoas de carreira, mas juristas de mérito". 

"Deve-se com certeza querer dar aqui a oportunidade a alguns 'boys' do PS, pois só assim é que faz sentido isto", disse.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 
18/10/10

INGLÊS VERSUS PORTUGUÊS do Brasil


ROMANCE NA 3ª IDADE:


Um casal de velhotes está deitado na cama. A esposa não está satisfeita com a distância que há entre eles e lembra:
-Quando éramos jovens, costumavas dar-me a mão, na cama.
Ele hesita e depois de um breve momento, estica o braço e dá-lhe a mão.
Ela não se dá por satisfeita.
-Quando éramos jovens, costumavas ficar bem encostadinho a mim...
Resmungando um pouco, ele vira o corpo com dificuldade e aconchega-se junto a ela, da melhor maneira possível.
Ela insiste:
-Quando éramos jovens, costumavas dar dentadinhas na minha orelha...

Ele solta um longo suspiro, afasta os cobertores para o lado e sai da cama.
Ela sente-se ofendida e grita:
-Aonde é que vais?
-Buscar a dentadura, velha chata!!!


enviado por D.A.M.

TENHA UM BOM DIA.....



... e procure dizer sim à vida 

compre jornais 

 "sexuem" com cuidado
Oito tipos de papilomavírus 
causam 90% dos cancros 
Oito tipos de papilomavírus humanos (HPV) são responsáveis por 90% dos cancros do colo do útero no mundo, segundo o mais vasto estudo sobre os genótipos HPV realizado até agora e publicado hoje pelo The Lancet Oncology. Entre os oito tipos de HPV identificados como os que provocam mais risco, três (16, 18 e 45) são os mais frequentes, mas os tipos 16 e 18 são já alvo de duas vacinas contra os papilomavírus actualmente disponíveis no mercado (Gardasil, da Sanofi Pasteur MSD, e Cervarix, da GlaxoSmithKline). Transmitido através de contacto sexual, o HPV, identificado pelo Prémio Nobel da medicina de 2008, Harald zur Hausen, é muito contagioso. Segundo as estimativas, 70% das pessoas sexualmente activas ficam expostas pelo menos num momento da sua vida, geralmente na adolescência ou no início da sua vida adulta. Felizmente, o papilomavírus é eliminado naturalmente na grande maioria dos casos. Mas em 3 a 10% dos casos, a infecção por HPV persiste e pode provocar na mulher lesões do colo do útero, que podem posteriormente progredir para um cancro. O número de mortes provocadas pelo cancro do colo do útero foi estimado em 2010 em quase 328.000 mortos. De acordo com os dados disponíveis, 80% dos casos ocorre nos países em desenvolvimento. 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 e nós somos os bácoros
Eduardo Catroga Governo 'deixou encurralar a economia', 
O antigo ministro das Finanças Eduardo Catroga qualificou ontem como 'má', a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2011, afirmando que o Governo 'deixou encurralar a economia', portuguesa. 'É um orçamento mau. É consequência de não se ter feito o trabalho que se devia ter feito em 2010, em que se continuou a aumentar a despesa, e da má qualidade da consolidação orçamental que o Governo apontou ter feito entre 2005 e 2008', disse o economista. 
"O PRIMEIRO DE JANEIRO" 

 e vão dois milhões de pobres
Há cada vez mais gente sem dinheiro para comer 
Pobreza vai agravar-se com os cortes nos apoios e aumento dos impostos Se 2010 não está a ser fácil, 2011 vai ser bem pior. 
Com os cortes nos apoios sociais, aumento dos impostos e crescimento do desemprego, a pobreza e as carências alimentares vão agravar-se. As instituições que trabalham no terreno traçam um cenário muito negro. "Estamos no início de um ciclo muito negativo. Acredito que 2011 vai ser muito pior", considera Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas e antigo responsável da Comissão Nacional de Luta contra Pobreza. "A pobreza em Portugal não é conjuntural. Há 20 anos, a taxa de pobreza já atingia 20% da população portuguesa. Entretanto, gastaram-se centenas de milhões de euros em nome dos pobres e o problema persiste", critica. "As pessoas mais carenciadas vão passar um mau bocado, com os cortes nos apoios sociais e o aumento dos impostos em bens de primeira necessidade, como a alimentação. Veja-se o exemplo das conservas em que o IVA sobe de 13% para 23%", aponta a presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares, Isabel Jonet. "A classe média baixa e os pobres são os mais penalizados pelas medidas de austeridade", considera o presidente Cáritas. Eugénio Fonseca diz não ter dúvidas de que "os tempos que aí vêm serão ainda mais difíceis" e acrescenta: "Ainda não sabemos que alterações o Orçamento de Estado poderá sofrer, mas não vão ser certamente para melhorar a vida de quem já está a sofrer as consequências do Programa de Estabilidade e Crescimento". 
"JORNAL DE NOTÍCIAS" 

é importante prevenir
Plásticas para jovens e idosos 
Todos os anos, entram nos hospitais portugueses cerca de 1500 pessoas vítimas de queimaduras, que necessitam de cuidados reconstrutivos e estéticos. 
As crianças e os idosos representam 50% desses casos. "São situações graves e é um número pesado para as unidades do País. As queimaduras são um grave problema de saúde pública, não só pela sua gravidade imediata, mas principalmente pelas sequelas físicas e psicológicas que infligem aos doentes", explica Celso Cruzeiro, presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética. Segundo o especialista, a grande maioria dos acidentes acontece em casa. "Muitas das situações que chegam aos hospitais estão relacionadas com acidentes domésticos envolvendo queimaduras, normalmente com líquidos ou fogo. Há falta de prevenção, e as situações que levam ao acidente são várias, porque existem muitas armadilhas: lareiras desprotegidas, fogões sem protecção, banheiras com água quente, líquidos ao lume", ilustra o cirurgião plástico. Os acidentes de trabalho, envolvendo electricidade ou produtos químicos, e os acidentes de viação também apresentam um índice muito grande, contribuindo para a elevada taxa de queimados. Apesar da evolução tecnológica e profissional, nestes casos, as marcas ficam para a vida. "São sequelas físicas e, muito embora a técnica e os avanços médicos as amenizem, ficam para sempre. São também situações de difícil recuperação psicológica, apesar do acompanhamento", explica. 
"CORREIO DA MANHÃ" 

um grande clube
Dragão comemora 300 jogos na Europa 
A história do dragão na Europa começou com cinco derrotas mas hoje mostra quatro troféus. 54 anos depois o FC Porto é um dos gigantes da UEFA e esta semana na Turquia commemora 300 jogos na Europa. A celebração está em marcha através da Liga Europa e uma vitória em casa do Besiktas dará mais brilho e intensidade à dobragem da terceira centena de partidas. Um número próprio de um gigante europeu, conta-corrente que atesta a fama e solidez deste bicampeão da Champions que festeja, esta temporada, a 49.ª presença nas provas organizadas sob a égide da UEFA, num total de 53 participações nessas diversas competições, da saudosa Taça das Cidades com Feira às três presenças na Supertaça Europeia, o desígnio final. É, então, desde 1956/57 que se ouve o vozeirão portista nas noites europeias. Um holofote azul que ganhou maior intensidade nas últimas décadas, anos de afirmação que elevaram o FC Porto à condição superior de adversário temível, hoje reconhecidamente um clube com rótulo Champions - é, a par de Real Madrid e Barcelona, o segundo clube europeu com mais participações no modelo da Liga dos Campeões (15), logo atrás do Manchester United (16), caindo, espaçadamente, para a segunda competição da UEFA, como acontece este ano, depois de mais quatro participações consecutivas na solenidade das estrelas. 
"A BOLA"

desemprego a subir
Fusões e extinções de organismos atingem 
mais de 57 mil funcionários 
O Governo quer poupar 100 milhões de euros com mudanças em 50 organismos. 
São pelo menos 57 mil os funcionários públicos que poderão ver as suas vidas afectadas com a redução de estruturas orgânicas estatais anunciada pelo Governo. Ao todo, estão já identificados 50 casos de entidades públicas que se extinguem, se fundem ou se reorganizam, provenientes de quase todos os ministérios, numa iniciativa que Teixeira dos Santos já tinha anunciado e cuja identificação aparece agora, no relatório do Orçamento do Estado para o próximo ano. O número, porém, não deverá ficar por aí, já que a enunciação que foi feita não é exaustiva. O objectivo, explicou já o Ministro das Finanças, "é emagrecer, racionalizar e tirar partido das sinergias". O que Teixeira dos Santos não disse foi o que acontecerá às pessoas que, de uma forma ou de outra, sejam afectadas, limitando-se a afirmar que a intenção não é cortar no número de funcionários, mas utilizar os mecanismos da mobilidade especial na Função Pública. 
"JORNAL DE NEGÓCIOS" 

de quem é a culpa afinal???
Desde 1999 que não havia tão poucos 
funcionários públicos 
Corte de 85 mil empregos desde 2005. Mas as regiões estão sem controlo e as câmaras estão a engordar, avisa governo 
A função pública portuguesa contará actualmente com cerca de 663 167 pessoas, o número mais baixo desde finais da década de 90. De Janeiro a Setembro deste ano, o corte já ia em quase 12 mil postos de trabalho. Desde 2005, a redução já vai em 84,7 mil trabalhadores. Este esforço de contenção está, no entanto, mal distribuído pelas administrações públicas (Estado, autarquias e regiões), revela o governo no relatório do Orçamento do Estado para 2011 (OE/2011). Os números oficiais mostram que ao longo dos anos tem sido o Estado (administração central e serviços autónomos) a travar o aumento de funcionários. O governo lamenta o facto de haver indícios de que as câmaras continuam a engordar os quadros. E faz notar que as regiões da Madeira e dos Açores não dão sequer informações actualizadas sobre o que estão a fazer a esse nível, acusa o governo no OE/2011. O executivo confirma que o esforço de diminuição de efectivos - que tem acontecido sobretudo por via da passagem para a reforma de muitos trabalhadores e pela travagem nas contratações - está a dar resultados ao nível da administração central (Estado e serviços autónomos). O número de funcionários em Portugal atingiu um máximo de quase 748 mil em 2005, o ano de arranque da legislatura do primeiro governo de Sócrates. No entanto, o OE/2011 sublinha que a gestão do pessoal nas câmaras e nas regiões está sem controlo, havendo planos para pôr cobro a esta situação. No documento pode ler-se que não é possível "concluir quanto à evolução dos efectivos nas administrações regionais". Na administração local, contudo, os últimos dados disponíveis indiciam "uma evolução contrária". Ou seja, "de acordo com o Balanço Social Municípios 2009 da Direcção-Geral das Autarquias Locais, no ano de 2009 ter-se-á registado um acréscimo de 9732 trabalhadores (7,8%) relativamente a 2008, perfazendo assim um total de 134 374 trabalhadores nos 305 municípios que disponibilizaram informação", diz o executivo no OE. 
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 um enorme português
Moniz Pereira hospitalizado 
Mário Moniz Pereira, vice-presidente do Sporting, sócio número 2 e ilustre figura do atletismo nacional, sentiu-se mal durante uma cerimónia religiosa este domingo e foi assistido numa unidade hospitalar, onde ainda se encontra internado. De acordo com a informação disponibilizada pelos leões (que no comunicado divulgado na internet não fornecem mais pormenores clínicos) Moniz Pereira, de 89 anos, encontra-se em observação e esta segunda-feira deverá ser submetido a mais exames. 
 "RECORD" 

 alguém tem dúvidas
Louçã acusa banqueiros de serem 
"mandantes" do Orçamento 
O líder do BE acusou hoje os banqueiros que se reuniram com o Governo e o PSD de serem os promotores, “se não os mandantes”, de um Orçamento que reduz os salários para lhes dar “garantias para qualquer operação financeira”. “Estes banqueiros que promoveram o Orçamento, que são os embaixadores, se não os mandantes do Orçamento, respondem perante o país”, afirmou Louçã, defendendo que “nos últimos dez anos ficaram nos seus bolsos dez mil milhões de euros de impostos não pagos, o maior assalto que a economia portuguesa já conheceu”. O líder do Bloco de Esquerda falava no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), no encerramento de uma conferência de contestação à NATO, cuja cimeira decorre em Lisboa em Novembro. Louçã criticou a proposta do Orçamento do Estado (OE) apresentada pelo Governo, que “garante vinte mil milhões de euros de garantias para qualquer operação financeira que [os bancos] possam fazer, reduzindo os salários, evidentemente”. "PÚBLICO"

AVISO NUM CONSULTÓRIO


Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.


O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza

O coração enfarta quando chega a ingratidão.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

enviado por LUÍSA SANTOS

O maior risco do euromilhões



enviado por C. DIOGO

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