sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O preguiçoso

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NIQABITCH



Duas raparigas de microcalções e salto alto passeiam-se pelas ruas de Paris. Da cintura para cima estão de niqab. Provocam espanto e ouvem alguns piropos por onde passam.
O vídeo colocado na Internet é um protesto contra a proibição da burca, que o Supremo Tribunal francês já aprovou e que entrará em vigor dentro de seis meses.
As duas raparigas, ambas francesas e uma delas muçulmana, pretendem "questionar os políticos que votaram esta lei", e não atacar a imagem dos fundamentalistas islâmicos. O par arranjou um criativo nome artístico: as niqabitches.

texto IN "SÁBADO" 
14/10/10

COVIL DOS PENSADORES






O PROBLEMA DO FRANGO ATRAVESSAR A RUA,

SEGUNDO A OPINIÃO DE ILUSTRES PENSADORES DO PASSADO E DO PRESENTE



O frango atravessou a rua porquê?


UMA PROFESSORA DO BÁSICO


 "Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."

UMA CRIANÇA ESPERTA

  "Porque sim."


PLATÃO


"Porque queria alcançar o Bem."

ARISTÓTELES


"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."

DESCARTES

"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."


ROUSSEAU


"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva atravessar a rua."

SIGMUND FREUD


"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua
é um sintoma de insegurança sexual."

DARWIN


"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los dotados da capacidade de cruzar a rua."


  EINSTEIN

 "Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao frango,
depende do ponto de vista... Tudo é relativo."

MARTIN LUTHER KING

 "Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango sonhou."

GEORGE W. BUSH

 Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor
do seu arsenal de armas de destruição massiça.
Por isso tivemos de eliminar o frango."

ANÍBAL CAVACO SILVA


"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura favorável.
Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."

JOSÉ SOCRATES


O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos.
Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua
para os frangos não terem de a atravessar."

 MÁRIO SOARES


"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou atravessar!
Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que eu atravesse outra vez a rua!!!"

MANUEL ALEGRE

 "O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a desgraça, o vento nada lhe diz!"

JERÓNIMO DE SOUSA

 "A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a sua capacidade de atravessar a rua,
na conquista de um mundo socialista melhor e mais justo!"

FRANCISCO LOUÇÃ

 "Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"

VALENTIM LOUREIRO

 "Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É mentira...!!! É tudo mentira!!!"

PAULO BENTO

"O frango atravessou a rua tranquilamente... Era isso que esperávamos e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é muito jovem e estas coisas pagam-se caro,
com tranquilidade!!!"

 ZÉZÉ  CAMARINHA

"Porque foi ao engate! É um verdadeiro macho, viu uma franga camone
do outro lado da rua e não perdoou.
Deu um créu nela!!!"

 LILI CANEÇAS

"Porque se queria juntar aos outros mamíferos."

enviado por BÉ

JOÃO RODRIGUES




Republicanizar a República


O dinheiro concentrado corrói as virtudes republicanas e o filantrocapitalismo emergente é só um sintoma de problemas mais vastos

O historiador Fernando Catroga defendeu que é preciso republicanizar a República, ou seja, incrementar a participação democrática dos cidadãos, em condições de igualdade substantiva no nexo económico-legal, por forma a que o ideal de autogoverno possa ter expressões muito mais concretas. Diversos estudos empíricos indicam que os elevados níveis de desigualdade de rendimentos, como os que se registam no nosso país, com cavadas divisões de classe, são um dos mais poderosos obstáculos à acção colectiva capaz de descobrir, em cada momento, os bens comuns.

A desigualdade sapa a confiança social, um dos ingredientes da res publica. O dinheiro concentrado corrói as virtudes republicanas e favorece todos os vícios e todas as dominações: da arrogância à humilhação, passando pela excessiva deferência em relação aos mais ricos, a quem são automaticamente atribuídas todas as qualidades humanas que o dinheiro não pode comprar. O filantrocapitalismo emergente é só um sintoma de problemas mais vastos.

Como sublinhou outro historiador, Fernando Rosas, a configuração actual da globalização capitalista sabota a soberania nacional e impossibilita a criação de outros espaços com iguais possibilidades de legitimidade democrática. A invocação da ameaça dos "mercados financeiros" para justificar medidas de austeridade assimétrica é a expressão das forças que erodem a República e que favorecem os mesmos de sempre. O destino do processo de integração europeia, com a sua aposta em instituições de pilotagem de economias blindadas à deliberação democrática, é a tradução política de todas as chantagens do capital que circula por aí e que só gera crises. O BCE ou o Banco de Portugal, duas instituições que mais parecem defender os interesses particulares da banca, são apenas tristes exemplos desta engrenagem.

Tudo se torna ainda mais grave quando o processo de penetração da pura lógica capitalista, ou seja, do controlo dos grupos privados capturados por accionistas ávidos de dividendos, subverte o debate público plural, a melhor forma de irmos descobrindo verdades provisórias. O que se tem passado recentemente na televisão, o mais poderoso aparelho ideológico da actualidade, é esclarecedor a esse nível. Num contexto de desastrosas políticas de austeridade, construiu-se um monopólio da economia do medo, forjada por economistas medíocres, cujos argumentos em grande medida sobrevivem porque não há contraditório. O serviço público de televisão foi contaminado por essa lógica, quando deveria ser uma barreira à sua difusão.

Felizmente, um grupo de cidadãos teve uma iniciativa republicana: uma petição pelo pluralismo no debate político-económico que contém um diagnóstico realista do massacre ideológico neoliberal e um apelo ao fim deste monopólio da análise e da opinião. A multiplicação de iniciativas cidadãs, de debate e esclarecimento, sobre as políticas económicas de austeridade que destroem a República, são um contributo para republicanizar a economia, que bem precisa.

A greve geral de 24 de Novembro, que juntará a CGTP e a UGT, pela primeira vez em mais de duas décadas, é a expressão do que já sabemos há muito: só a força organizada do trabalho pode impedir o plano inclinado que leva a República para a oligarquia...

Economista, Centro de Estudos Sociais

IN "i"
11/10/10

18 - LAPIDAR

MANDAM TANTA GENTE APRENDER LÁ FORA...


...PORQUE NÃO MANDAM OS NOSSOS POLÍTICOS 
ATÉ À SUÉCIA????



enviado por ANTÓNIO CUNHA

RITA GUERRA

RENDIÇÃO DO JAPÃO - 1945



Desde o fim da 2ª Grande Guerra, e vão 65 anos, nunca mais houve paz no planeta!!!
Aqui se recorda o epílogo duma mortandade p'rós lados da ÁSIA

ELEGÂNCIA


clique para ampliar


Bailarinas da Coreia do Norte durante os jogos do 65º aniversário do Partido dos Trabalhadores
foto Vincent Yu/AP

PEQUENITO

video

ALMORRÓIDA ASSALTADA


Administradores aumentados 65%


Com o País a braços com uma crise, o Governo deu aumentos milionários às administrações de três empresas estatais, todas elas com prejuízos. Os presidentes e os vogais da Carris e da CP viram os respectivos vencimentos aumentados em mais de 50%, enquanto no porto de Lisboa as actualizações rondaram os 30%. A situação foi denunciada ontem por Marques Mendes, ex-líder do PSD.
José Manuel Rodrigues, presidente da Carris, foi quem teve o maior aumento salarial, 65%, passando a receber 6923,26 euros. A mesma percentagem de subida tiveram os vogais da empresa de transportes públicos que ficaram a auferir 6028,52 euros. Em 2008, a Carris apresentou um prejuízo de 17 milhões de euros e em 2009 esse montante ascendeu aos 41 milhões de euros.
Na CP, os prejuízos ascenderam em 2008 aos 190 milhões de euros, mas isso não impediu a actualização do vencimento de José Benoliel em 52%, para 7225,60 euros. Os vogais da administração viram os seus salários aumentados em quase 60% para 6719,81 euros. A actualização ocorreu em Julho de 2009, tendo, no final desse ano, a CP apresentado prejuízos de 217 milhões de euros.
Na Administração do Porto de Lisboa, os aumentos foram menores, mas igualmente milionários. Natércia Cabral, a presidente, passou a ganhar 6357,48 euros e os vogais 5438,52 euros, uma subida de 34% e de 29%, respectivamente.
Para o antigo líder do PSD, que falava no seu comentário semanal na TVI24, o contraste destes aumentos com o ano de crise que o País atravessava – e ainda atravessa – "é escandaloso". Aumentos que em muito contrastam com a redução de 10% que estes salários sofrerão no próximo ano de acordo com a proposta do Governo para a Administração Pública.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
15/10/10

ARGENTINA - ZOO

video

OS ANIMAIS DE LUJÁN SÃO MUITÍSSIMO BEM TRATADOS, LINDOS E DÓCEIS.

A ENTRADA SÃO 30 PESOS. O ZOO DE LUJÁN É MUITO MAIS QUE UM JARDIM ZOOLÓGICO.
É UMA FUNDAÇÃO ECOLÓGICA, SEM FINS LUCRATIVOS, QUE ENSINA COMO TRATAR
E RESPEITAR OS ANIMAIS!!!

enviado por E. FRANÇA

RUA SÉSAMO

TENHA UM BOM DIA............


...e indigne-se contra este (des)governo

compre jornais

o perigo é laranja
Madeira sob aviso amarelo
O arquipélago da Madeira encontra-se esta sexta-feira sob aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, devido às previsões do Instituto de Meteorologia (IM) que apontam para a ocorrência de aguaceiros e chuva, acompanhados por trovoadas..
As ilhas da Madeira e do Porto Santo apresentar-se-ão hoje com o céu muito nublado, com períodos de chuva ou aguaceiros, que poderão ser fortes, e acompanhados de trovoada, sobretudo a partir da tarde. O vento será fraco a moderado (10 a 25 km/h) de sudoeste, soprando moderado a forte (25 a 40 km/h), com rajadas na ordem dos 60 km/h nas zonas montanhosas, até meio da tarde. No resto do território, que está sem qualquer aviso, prevê-se céu pouco nublado, apresentando-se temporariamente muito nublado e com neblina ou nevoeiro até meio da manhã. A nebulosidade aumentará durante a tarde, e nas regiões do interior existe possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos. O vento será, por sua vez, fraco, inferior a 15 km/h. As temperaturas máximas previstas para hoje são de 20º no Porto, 22º em Lisboa, Faro e Ponta Delgada, e 26º no Funchal.
"SÁBADO"

já sabíamos...
Passos Coelho lembra: 
"Impostos que aumentam nunca mais descem"
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, disse ontem que os impostos quando aumentam nunca mais voltam a descer sustentando que aquilo que Portugal precisa é de reformas para criar "excedentes orçamentais".
Ao discursar nas jornadas de estudo do Grupo PPE no Parlamento Europeu que decorrem até sexta feira no Funchal, Pedro Passos Coelho lembrou que "quando os impostos aumentam, nunca mais voltam a descer e a promessa do Estado, de que vai reduzir a sua despesa, é sempre uma falácia".
Ao apontar que Portugal precisa "gerar, nos próximos anos, excedentes orçamentais de modo a diminuir a dívida externa", sublinhou, no entanto, que essa necessidade não deve ser assegurada pela via do aumento dos impostos: "não é possível criar excedentes orçamentais para o futuro se nos permitirmos, com o aumento dos impostos, não manter pressão sobre a despesa pública".
"VISÃO"

um negócio cadavérico
Hospitais e lares proibidos de informar funerárias
Hospitais e lares de idosos ficam proibidos, a partir de 15 de Dezembro, de trocar informações com as agências funerárias sobre falecimentos, ficando sujeitos a coimas até 25 mil euros.
O decreto-lei 109/2010, ontem publicado, define que será a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a responsável pela fiscalização das novas regras. Recorde-se que em Abril último, foi aberta uma investigação interna no Hospital de São Teotónio, em Viseu, depois de a família de um doente acusar os funcionários do hospital de darem informações a uma agência sobre a morte do familiar.
O diploma determina também que as agências funerárias podem explorar e gerir capelas e cemitérios, mediante concessão pública, bem como realizar a cremação e conservação de cadáveres.
"CORREIO DA MANHÃ"

federação em situação ilegal
Conselho de Justiça apresenta 
demissão em bloco
O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), indisponível para continuar a conviver com a ilegalidade resultante da não conformidade dos Estatutos da FPF com o novo Regime Jurídico das federações desportivas, apresentou demissão e coloca o futebol português numa situação que é, no mínimo, embaraçosa.
O vazio jurídico que agora se cria teria como solução imediata a realização de eleições intercalares, mas, olhando para a situação pouco definida da Federação sobre uma série de matérias, como sejam as das eleições de novos órgãos sociais do organismo e a falta de sintonia com as associações sobre a reforma dos seus Estatutos (que levou o governo a suspender o estatuto de utilidade pública da FPF), parece pouco provável que apareçam candidatos disponíveis para assumir a responsabilidade de colocar o CJ a funcionar.
Outro cenário é o de eleições antecipadas na Federação. Está previsto que no próximo mês de Novembro sejam finalmente marcadas as eleições para a presidência da FPF, o que significa, neste caso, que apenas em Janeiro se deverá proceder à sua realização. Ou seja: provavelmente só no início de 2011 voltará a haver Conselho de Justiça para apreciar e deliberar sobre o futebol nacional. 
"A BOLA"

haviam de ser mais baratos?

Medicamentos mais caros a partir de hoje
Aviar uma receita na farmácia vai ficar mais dispendioso já a partir de hoje. Também os idosos mais pobres deixam de ter fármacos gratuitos, salvo algumas excepções. E durante as próximas duas semanas, a factura será ainda mais pesada, uma vez que as farmácias têm até dia 29 deste mês para escoar os medicamentos ao preço antigo, sem a baixa dos 6%.
Apesar da dedução de 6% nos preços dos medicamentos comparticipados, que irá fazer com que 7.795 medicamentos de um total de 9.349 baixem o seu valor, o utente não vai necessariamente pagar menos. Isto porque aliada a esta redução vem a mudança nas comparticipações. Os antiácidos, anti-ulcerosos e anti-inflamatórios deixam de ser comparticipados pelo Estado a 69% e passam a sê-lo a 37% e os medicamentos para doenças crónicas sofrem um corte de 5%. Só por esta via, 2.753 medicamentos passarão a custar o dobro para o utente e metade para o Ministério da Saúde.
Já os idosos mais pobres deixam de ter medicamentos gratuitos por causa dos “abusos” detectados pelo Ministério, que fizeram derrapar em 60 milhões a despesa com esta medida. Aqueles que forem apanhados em fraude deixam de ter direito ao regime especial de comparticipação durante dois anos.
O impacto nas carteiras dos portugueses poderá ser ainda maior quando, em Janeiro, for alterada a forma de cálculo do preço de referência – base de cálculo para a comparticipação – que deixará de ser o preço do genérico mais caro e passa a ser a média dos cinco mais baratos de cada grupo. A partir de Março do ano que vem, o Ministério só comparticipará medicamentos prescritos por via electrónica. Está também a ser estudada a melhor forma de processar a retirada do Preço de Venda ao Público (P.V.P) dos fármacos comparticipados. As farmácias manifestaram-se contra esta medida e também a Deco já veio mostrar a sua apreensão.
Com estas medidas, que “promovem o uso racional” e “previnem o abuso”, o Ministério da Saúde espera poupar 250 milhões de euros por ano. A rubrica do medicamento, cuja despesa estava a crescer 10,5% até Julho, tem sido o principal alvo de ataque de Ana Jorge este ano. Contudo, a maneira de o fazer tem levantado duras críticas junto dos agentes do sector e da oposição.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

fastfood com fartura

Dia da Alimentação: três em cada 
dez portugueses sofrem de malnutrição
Três em cada dez portugueses sofrem de malnutrição e, destes, apenas 21 por cento tomam suplementos alimentares, revela um estudo que indica ainda serem os idosos os principais afetados por este problema.
O estudo nacional sobre malnutrição – nutriaction 2010 – faz um balanço dos últimos três anos em que aplicou o inquérito a farmácias, hospitais e instituições de 3ª idade para rastrear o índice de malnutrição dos portugueses, e conclui que “a malnutrição na população portuguesa permanece e medidas de prevenção não são tomadas”.
Graça Raimundo, presidente da Associação Portuguesa de Dietistas, explica que o “grupo de idosos é muito vulnerável, porque estes são os que apresentam recursos económicos mais parcos”.
“A mal nutrição acarreta graves consequências para o idoso. Desenvolve problemas, complica a evolução do processo terapêutico e aumenta o risco de mortalidade e morbilidade. Conseguimos suprir as necessidades do doente com suplementos nutricionais”, explicou.
A responsável lembra que num quadro de internamento, “o doente não está protegido quando tem alta hospitalar” o que pode conduzir a um reinternamento.
O problema da malnutrição afeta mais os idosos por diversos fatores: o isolamento social em que muitas vezes vivem, motivos psicológicos, défice físico, falta de apetite (a chamada anorexia da terceira idade) e a própria dificuldade que têm muitas vezes de ir às compras.
“O ideal seria haver uma estratégia nacional de combate à desnutrição e não apenas atuação em casos pontuais”, disse, acrescentando: “quando prescrevemos suplementos, muitas vezes o doente não tem condições económicas para os comprar”.
Graça Raimundo defende uma estratégia concertada de combate ao problema elaborada por equipas multidisciplinares nos hospitais e a comparticipação dos suplementos alimentares, como acontece em Espanha.
"i"

um exemplo
Casillas: «Mourinho é um fenómeno»
O guarda-redes e capitão do Real Madrid, Iker Casillas, teceu esta sexta-feira rasgados elogios ao treinador José Mourinho. O capitão merengue sublinhou o caráter e idoneidade de El Especial dizendo que este é «fenómeno».
"RECORD"

fazem bem à saúde??
IVA dos refrigerantes passa de seis para 23 por cento
De acordo com a versão preliminar do Orçamento do Estado (OE) para 2011, à qual o PÚBLICO teve acesso, vários produtos vão deixar de ter a taxa reduzida de IVA (seis por cento), passando à nova taxa que o Governo quer implementar de 23 por cento.
É o caso dos leites achocolatados, as bebidas e sobremesas lácteas, dos refrigerantes, sumos e néctares de fruto e de utensílios e outros equipamentos destinados ao combate e detecção de incêndios Os livros, folhetos e outras publicações não periódicas de natureza cultural, educativa, recreativa e desportiva, brochados ou encadernados são integrados numa outra categoria, mas que permanece dentro da Tabela 1 do IVA, mantendo-se, por isso, sujeitos à taxa reduzida.
Entre os bens que pagavam uma taxa intermédia de IVA (13 por cento), as conservas de carne, moluscos, frutas e produtos hortícolas vão passar a ter um imposto de 23 por cento. Só as conservas de peixe ficam de fora. O mesmo vai acontecer com óleos alimentares e margarinas, os aperitivos e snakcs, flores ou plantas ornamentais.
Quando anunciou as novas medidas de austeridade para o próximo ano, o Governo anunciou que, além de aumentar o IVA para os 23 por cento, iria proceder a uma reformulação das tabelas anexas do Código do IVA, retirando da taxa reduzida e da taxa intermédia um cabaz de produtos alimentares.
"PÚBLICO"

os presidários são uns meninos de coro

IRS triplica nos escalões mais baixos
A classe média vai suportar um aumento brutal no seu IRS no próximo ano, com a taxa efectiva a mais do que triplicar, em algumas situações (tabela completa à direita deste texto). A culpa está no forte corte das deduções fiscais, que reduziram os tectos máximos de abatimento, a par de uma acumulação de aumento de imposto, depois de este ter aumentado em Julho. O aumento de impostos vai, assim, sentir-se igualmente na altura de acertar o IRS com o Tesouro.
O Orçamento do Estado para o próximo ano contempla uma actualização em 2,2% nos diferentes escalões de IRS, em linha com o valor indicativo para a evolução da inflação. Facto que poderia ter um efeito praticamente nulo, se não fossem os cortes nas deduções, como explicou ao DN o fiscalista da consultora Mazars & Associados, José Silva Jorge.
De acordo com as simulações de IRS feitas por esta consultora, são as famílias da classe média/ /baixa que irão pagar mais imposto, quando em 2012 fizer o seu acerto com o fisco, relativo aos seus rendimentos de 2011. No caso de um contribuinte solteiro, com um rendimento anual de 21 mil euros, a sua taxa efectiva de IRS passa de 2,7% para 9,9%, o que resulta num aumento absoluto de 1521 euros.
Quanto à situação de uma família com dois filhos e um rendimento anual de 75 mil euros, a mesma taxa passa de 18,8% para 21,1%, com o imposto absoluto pago a mais a situar-se nos 1767 euros. Ora, para o primeiro caso, o aumento absoluto de IRS corresponde a 7,2% do seu rendimento, enquanto no exemplo da família com um rendimento de 75 mil euros o aumento de IRS é de 2,3% daquele valor.
Tratando-se de um casal com um filho e um rendimento anual de 42 mil euros, o agravamento da sua taxa de imposto efectiva passa de 9,6% para 13,8%, um aumento de 4,2 pontos percentuais. Em valores absolutos, são mais 1684 euros a pagar de factura de IRS.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

é mais que justo
Insulina continua a 100 por cento
O coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes assegurou, ontem, aos diabéticos que não há falta de insulina e que a comparticipação deste produto se mantém em 100 por cento. A informação de José Manuel Boavida foi feita na véspera da entrada em vigor da portaria que diminui a comparticipação do Estado na compra de medicamentos.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO" 

famílias cada vez mais tesas
Há cada vez mais crianças a comer na escola
Escola a tempo inteiro e crise aumentam refeições pagas pelas câmaras municipais
Há cada vez mais alunos a almoçar nas cantinas das escolas. Uma análise aos encargos das principais câmaras da Área Metropolitana do Porto permite constatar que em alguns casos o número de refeições servidas nos últimos cinco anos quadriplicou.
A implementação da escola a tempo inteiro (aulas durante todo o dia), o alargamento do serviço de refeições a todas as primárias e jardins-de-infância e as dificuldades económicas sentidas pelos pais, com o agravamento do desemprego e os cortes nos apoios sociais do Estado, são os motivos que explicam o crescimento.
Vila Nova de Gaia é o concelho da AMP que serve mais refeições por dia: 10 mil. O número disparou nos últimos dois anos. Mais três mil almoços diários do que no ano lectivo de 2008/2009. Do total de alunos que almoçam nas cantinas, 65% são subsidiados pela Autarquia: 3659 estão no escalão A (apoio a 100%) e 2866 estão no escalão B (50% pago pela Câmara e 50% pelo aluno).
"São dados preocupantes porque mostram como os rendimentos das famílias são baixos", realça o vereador da Educação da Câmara de Gaia. Firmino Pereira acrescenta que, segundo informações das escolas, "muitas vezes, a única refeição da crianças durante o dia é a servida na cantina".
No Porto, são servidas 5500 refeições diárias, mais duas mil do que há cinco anos. A Autarquia apoiou no último ano lectivo 5112 alunos. A vereadora da Educação não se mostrou disponível para comentar os números ao JN.
Nas escolas de Gondomar são servidas cinco mil refeições por dia, quatro vezes mais do que há cinco anos. Naquele concelho, em 2004/05 o serviço de almoços nas cantinas não abrangia todas as primárias e jardins-de-infância do Município, como actualmente. Do total de refeições, 3392 são subsidiadas pela Autarquia. O vereador Fernando Paulo não hesita e afirma que há cada vez mais pais a procurar assegurar uma refeição gratuita para os filhos. Em Gondomar, os alunos do escalão A têm direito a um suplemento alimentar -um lanche a meio da manhã- e este extra "está a ser cada vez mais procurado".
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

CARÁCTER DE JOSÉ MOURINHO

Comunicado de José Mourinho "contra" manchete da Marca


NOTA DE IMPRENSA

Jesualdo Ferreira é um treinador com uma história no futebol português, história que começou com a sua formação académica superior e terminou com a conquista de todos os títulos nacionais.

Iniciou agora uma nova etapa no futebol espanhol e fá-lo por direito próprio, pelo direito que lhe é dado pela sua experiência, pela sua competência e pelos resultados que obteve.

Com Jesualdo Ferreira, a quem respeitosamente trato por Professor – também pelo facto de ter sido docente na minha Universidade – tenho uma óptima relação pessoal, que inclusive se foi estreitando ao longo dos últimos anos nos múltiplos contactos que mantivemos, que perdura e que hoje até se traduz num constante apoio mútuo em momentos importantes das nossas carreiras.

Lamento, pois, profundamente, a primeira página de hoje de um jornal desportivo espanhol, a qual atenta contra o prestígio de ambos e transmite uma imagem totalmente falsa de dois treinadores portugueses que não só se respeitam e admiram, como também se sentirão felizes por se irem encontrar num jogo de uma liga tão importante como é a Liga espanhola.

José Mourinho

IN "RECORD"
14/10/10

DA RÚSSIA COM AMOR

video



NR: Este vídeo tem um erro técnico, dura apenas quatro minutos, deve desligar quando surge o diapositivo com a palavra "fim"
As nossas desculpas

enviado por D.A.M.

OPERTNIDADES

Esta foi grassas az novas opertnidades...
O PIQUENIQUE DA MINISTRA MARIA DE LURDES

Ainda era  ministra da educação, foi convidada para participar num piquenique em sua honra, oferecido pelos alunos que passaram o 9º ano.
Quando chegou ao local, estranhou ver um monte enorme de sacos cheios de um pó branco. Dirigiu-se ao rapaz que estava a preparar o churrasco e perguntou :

- O que é que está dentro daqueles sacos ?
- É cal, senhora ministra.
- Cal ? Mas para quê ?
- Eu também não percebi, senhora ministra mas as ordens que recebi foi de comprar 102 sacos de cal !

Intrigada, a Ministra dirigiu-se ao responsável pelo piquenique (um antigo seu aluno que conseguiu evoluir tirando uma especialização no programa das novas oportunidades) e perguntou-lhe o que é que pretendia fazer com tanta cal. Esse seu antigo aluno, espantadíssimo, comentou que não tinha encomendado cal nenhuma. Foram os dois ter com o rapaz que fizera as compras para esclarecerem o assunto.

- Olha lá, quem é que te mandou comprar estes sacos de cal ?
- Foste tu, pá! Agora não te lembras ? Ainda tenho aqui o papel que escreveste.

E exibiu a lista enorme de compras que lhe tinha sido dada.
O antigo aluno mirou, tornou a mirar e disse :

- Eh pá... mas tu és mesmo burro ! Não vês que me esqueci de pôr a cedilha ? O que eu queria dizer era Çal ! E não era 102 sacos mas sim 1 ô 2 !

enviado por MARTINS

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