domingo, 3 de outubro de 2010

LIDE DOMÉSTICA

ATEÍSMO PARA CRIANÇAS

MARINA COSTA LOBO



A estratégia de Passos Coelho é um enigma

Depois de andar meses em suposta oposição frontal ao Governo

Depois de andar meses em suposta oposição frontal ao Governo, e a um orçamento cujas linhas haviam sido anteriormente acordadas aquando da aprovação do PEC, parece agora que Pedro Passos Coelho e o PSD vão deixar passar o orçamento de Estado que o Governo de Sócrates irá brevemente apresentar. Por razões económicas, claro. Mas também por razões políticas e estratégia eleitoral. Há pressão de Cavaco Silva, e até de Durão Barroso, que apelou hoje (quarta-feira) ao entendimento entre os dois partidos, e à responsabilidade. Mesmo Barack Obama dá uma ajuda a Sócrates, com a sua vinda a Lisboa em Novembro.

Vamos partir do princípio que o PSD tem uma liderança racional, que pretende ganhar eleições, e malta razoavelmente inteligente na direcção do partido. Em que plano é que as opções tomadas nos últimos meses por Passos Coelho fazem sentido, do ponto de vista da consolidação da sua liderança e da sua tentativa de dentro de pouco tempo se tornar no próximo primeiro-ministro de Portugal? É difícil vislumbrar.

Vejamos bem. Quando Passos Coelho ganhou as eleições no PSD assumiu logo uma postura de responsabilidade e conciliação com o Governo. Anunciou-se um pacto para a aprovação do PEC e todos gabaram a capacidade de entendimento da classe política perante a ameaça dos mercados internacionais sobre a dívida pública portuguesa. Na altura, até o El País dava Portugal como exemplo da responsabilidade perante uma ameaça externa. De imediato, Passos Coelho e o PSD começaram a subir nas sondagens e ultrapassaram o PS. Tudo seguia bem, portanto.

Mas de repente, Passos Coelho, de sua livre iniciativa, começou a desdobrar-se em actividades desnecessárias e prejudiciais para si e para o seu partido. Deu início a meses de confrontação e crescente polarização do debate político e ideológico. Economistas reputados, da área do PSD diziam que se governaria até melhor sem orçamento, visto que com duodécimos não se gastaria mais. Sem no entanto explicar como é que afinal se poderá reduzir ainda mais o défice. Depois, puseram a circular informações que o Presidente da República iria demitir o Governo até dia 9 de Setembro, dia em que esses poderes terminavam por limites temporais ditados pela Constituição. Dia no qual este poder evidentemente não foi utilizado.

Sem perder tempo, avançaram com uma proposta de revisão da Constituição, em que, num quadro de desemprego e de grandes dificuldades económicas gerais se propunha pôr em causa os direitos sociais de cidadania. Coisa da qual nenhuma parte substantiva do eleitorado quer ouvir falar. Ainda esta semana, Jorge Miranda, em entrevista ao Público, assume que esta revisão constitucional não tem razão de ser neste momento.

Tudo isto faria sentido se a estratégia fosse de facto forçar eleições, ou na impossibilidade destas, forçar o Governo a entrar em gestão para os próximos meses. Em língua portuguesa, não aceitar um orçamento significa votar contra ele. Mesmo que isso agora pareça ser um cenário já descartado, a forma totalmente errática com que Passos Coelho se tem comportado sugere prudência até à votação na Assembleia da República.

Em ciência política, é comum partir do princípio da racionalidade dos actores políticos. Significa isto que se atribui a todos os líderes políticos a capacidade de, perante um objectivo, e com alguma informação, o de escolher o melhor caminho para alcançar esses mesmos objectivos. Mas há qualquer coisa de sistematicamente irracional nos líderes recentes do PSD, dificilmente explicável à luz dos conhecimentos que existem sobre os processos políticos. Por exemplo, a decisão de Manuela Ferreira Leite de não fazer campanha eleitoral nas últimas eleições desbaratando a vitória nas recentes europeias, ou agora toda esta conduta de Passos Coelho.

Se, até justamente, o PSD apenas queria contribuir para que o governo tomasse mais medidas de cortes de despesa do Estado, devia tê-lo feito sem perder a postura de credibilidade que interessa a um partido que quer ser Governo.


Politóloga

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
30/09/10

AMIGOS DO EQUADOR

Estimados amigos

Nosotros estamos bien, ayer fue un dia complicado porque el colegio de los ninios queda lejos de nuestros trabajos
y con el trafico demoramos 2 horas en llegar y retirarlos, y una hora en llegar a casa. pero al final de la tarde estabamos a buen recaudo.
nosotros vivimos al otro lado de la ciudad donde se dieron los enfrentamientos. estamos lejos, pero desde el techo de nuestro edificio
podiamos ver el humo de los problemas. si nos asustamos mucho en diferentes ciudades hubo caos, saqueos, vandalismo, principalmente en Guayaquil.

estamos con mucho pesar por lo que sucedio ayer, la policia sublevada que es consecuencia de una sociedad cansada de este gobierno arbitrario, prepotente, polusista y dictatorial.

ayer no tuvimos acceso a informacion ya que la television y radios privadas fueron obligadas a transmitir solamente la informacion que el gobierno queria, y en la noche el desenlace que todo el mundo conoce. ecuatorianos enfrentados con ecuatorianos.

es triste que con muertos y heridos este presidente mediocre tenga seguidores que crean que es un semi dios. Por como se dieron las cosas mucha gente cree que todo fue un teatro del gobierno. el presidente siempre tuvo contacto externo, entrevistas locales e internacionales por telefono, asi que no se entiende como un secuestrado
estuvo bien atendido. justo a las 8:30pm abrieron la senial de television local para que todos puedan ver al pobrecito presidente ser rescatado.

lo unico bueno que vemos es que ayer el presidente sintio que no es ningun dios, y que el dolar es mas famoso que el., ojala reflexione y cambie su modo de actuar y gobernar.

NR: Um redactor da "peida" esteve de férias no Equador e estabeleceu relação de amizade com alguns equatorianos. Preocupado com a situação política e principalmente com  a situação dos amigos, enviou de imediato e-mails, pedindo que informassem se estavam bem.
O texto acima é o de uma das respostas recebidas.

4 - KAOS NO CLIMA

FRANCISCO RIBEIRO - PERDÃO

OH ÁGUA MARAVILHOSA




Beber água na hora correcta maximiza a efectividade no Corpo humano?

1 Copo de água MORNA depois de acordar ajuda a activar os órgãos internos.
1 Copo de água 30 minutos antes de comer ajuda a digestão.
1 Copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 Copo de água antes de ir dormir evita ataques de coração.




enviado por BÉ

CASCATA DE FOGO

video

enviado por M. COUTINHO

COMPRA OU LEASING??

Comprar ou fazer Leasing ???

A matemática do divórcio do Paul McCartney e Heather Mills é a seguinte:

COMPRA

· Depois de 5 anos de matrimonio, McCartney pagou 49 milhões de dólares.
· Assumindo que fizeram sexo TODAS as noites durante os 5 anos, a relação lhe custou U$s 26.849 por noite...

· Esta é a Heather...















LEASING

· Por outro lado, Kristen, a prostituta com quem o ex governador de Nova York, Elliot Spitzer, mantinha uma "relação" cobrava a extravagante quantia de $4.000 por noite.

· E esta é a Kristen...


















CONCLUSÃO

Se Paul McCartney tivesse contratado a Kristen durante 5 anos, teria lhe pago U$ 7,3 milhões no total para ter sexo TODAS as noites durante 5 anos, com uma economia total de U$ 41,7 milhões.
Além da economia teria obtido os seguintes beneficios agregados:
· Tem 22 anos
· Não precisa suplicar
· Não precisa persuadir
· Nunca tem dor de cabeça
· Atende todos os seus pedidos com entusiasmo
· Não se queixa
· Voce não precisa fazer nada
· Não enche o saco

E o melhor de tudo: vai embora quando queremos. E tudo isso por 1/7 do custo total, sem encargos adicionais.

A lógica financeira demonstra que em muitos casos o LEASING é muito melhor do que a COMPRA.....!

enviado por FÁTIMA C.

PAI NOSSO (P'RA TODA A GENTE)

.
video

enviado por D.A.M.

ESPARREGADO D'ALMORRÓIDAS


Mudança em marcha
COSTINHA DETERMINA CONJUNTO DE REGRAS

Na entrevista concedida esta semana ao jornal do clube, o diretor de futebol do Sporting chamava a atenção para a necessidade de criar uma nova mentalidade no seio do grupo. Uma mentalidade ganhadora. Com esse objetivo, Costinha criou uma série de regras que já estão a ser colocadas em prática e que, na perspetiva do Ministro, poderão contribuir para uma maior blindagem do balneário.

Desconhece-se qual foi a inspiração do dirigente, de 35 anos, na elaboração deste conjunto de regras, mas não será descabido considerar que na feitura do novo regulamento Costinha utilizou as experiências vividas nos diversos clubes nacionais e estrangeiros que representou enquanto jogador.

Entre as normas de conduta, destaque para o facto de os jogadores estarem proibidos de manter contactos, telefónicos ou pessoais, com os jornalistas; de estes mesmos jogadores não estarem autorizados a permanecer na zona do gabinete do diretor de futebol, na Academia – essa área apenas está aberta a dirigentes e elementos da equipa técnica – ; e de toda e qualquer brincadeira com Paulo Gama, o roupeiro, estar expressamente proibida. A estas regras juntam-se o facto da leitura de jornais, especialmente os desportivos, ser desaconselhada, o mesmo sucedendo com os programas televisivos sobre desporto. Talvez por isso, o televisor que se encontrava instalado na sala de convívio da Academia foi retirado.

Blindar o plantel até às últimas consequências é o objetivo. Ver-se-á que reflexos estas medidas terão no desempenho da equipa.

IN "RECORD"
02/10/10

HISTÓRIA-DA-PEIDA-LUSA

Termina hoje a publicação de uma lista relativamente extensa de personalidades e factos com início em D. Afonso Henriques e fim no governo de Pedro Santana Lopes.
Por motivos óbvios não editamos registos de personalidades que ainda se encontrem em desempenho em Orgãos de Soberania.
Mas a etiqueta em título não termina, continuará a editar assuntos relevantes da nossa história, "vai andar por aí".

A Redacção

MOTA AMARAL







Biografia

Nascido na ilha de São Miguel, concluiu os estudos secundários, em 1960, no Liceu Antero de Quental, recebendo o Prémio Nacional, correspondente à mais alta classificação do ano lectivo em Portugal.

Licenciou-se em Direito, em 1965, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e concluiu, na mesma escola, com distinção, em 1966, o Curso Complementar de Ciências Político-Económicas, defendendo uma tese sobre o tema Responsabilidade Civil da Administração Pública.

Desde cedo iniciou colaboração na imprensa escrevendo sobre temas económicos, sociais e políticos. De 1965 a 1969 foi chefe de redacção da revista Rumo, de Lisboa. Colaborou também no vespertino micaelense Diário dos Açores.

A partir de 1967 exerceu advocacia em Lisboa, especializando-se em questões de direito administrativo e fiscal. A partir de 1975 transferiu o seu escritório de advogado para Ponta Delgada.

Entre 1969 a 1975 foi membro do Centro de Estudos Fiscais e participou, integrado na delegação portuguesa, nas negociações do Tratado de Comércio com a Espanha (1970) e em diversas reuniões do Grupo de Trabalho da OCDE sobre dupla tributação.

A convite do governo americano efectuou em 1972 uma visita de estudo aos Estados Unidos, onde pôde contactar directamente, pela primeira vez, as comunidades açorianas ali residentes.

Percurso político

Tendo sido um dos fundadores, em Maio de 1974, do Partido Popular Democrático (PPD) nos Açores, desempenhou, desde essa data e até ao presente, cargos directivos nas estruturas partidárias:

* Foi Presidente da Comissão Política Regional do PSD de 1974 até Dezembro de 1995;
* É Presidente Honorário do PSD e da JSD dos Açores;
* Foi Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PSD entre 1995 e 1996 e Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional, entre 1996 e 1999;
* É membro do Conselho Nacional e do Conselho Regional dos Açores do PSD;
* Desde Julho de 2000, preside ao Conselho de Administração do Instituto Francisco Sá Carneiro.

Cargos públicos

Em 1969 foi eleito deputado pelo círculo de Ponta Delgada à Assembleia Nacional onde interveio em numerosas questões de interesse para Açores. Colaborou com Francisco Sá Carneiro na elaboração de um projecto de revisão constitucional, apresentado em 1970.

Em 1975 foi eleito deputado pelo círculo de Ponta Delgada, nas listas do PPD, à Assembleia Constituinte, onde liderou a actuação do PPD em defesa da autonomia política e administrativa dos Açores e da Madeira, colaborando, activamente, na redacção dos preceitos constitucionais sobre a matéria.

Fez parte da Comissão nomeada pela Junta Regional dos Açores para redigir o Projecto de Estatuto Provisório da Região Autónoma dos Açores e colaborou na redacção do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores.

Em 25 de Abril de 1976 foi eleito deputado (PPD) pelo círculo eleitoral dos Açores à Assembleia da República, mandato que suspendeu, a seu pedido, a 8 de Setembro do mesmo ano, para tomar posse do cargo de primeiro Presidente do Governo Regional dos Açores. Desempenhou esse cargo até Outubro de 1995, no seguimento de eleições democráticas, com periodicidade quadrienal, razão da suspensão dos sucessivos mandatos de deputado à Assembleia da República, para que foi eleito em 1976, 1979, 1980, 1983, 1985, 1987 e 1991.

Foi, até ao termo das suas funções como Presidente do Governo Regional, em Outubro de 1995, o cidadão com o maior número de anos consecutivos no exercício de um cargo governativo previsto na Constituição portuguesa de 1976.

Foi membro da Conferência Permanente dos Poderes Locais e Regionais da Europa, organismo especializado do [[Conselho da Europa, tendo lançado as iniciativas conducentes à realização, em 1981, nas Canárias, da I Conferência das Regiões Insulares Europeias e, em 1984, em Ponta Delgada, da II Conferência, de ambas as quais foi o relator-geral. Os documentos finais dessas conferências – a Declaração de Tenerife e a Declaração dos Açores – contêm o levantamento da problemática das ilhas europeias e lançam as bases de uma política europeia para as regiões insulares.

Foi também relator-geral da III Conferência das Regiões Insulares Europeias, realizada em 1991, em Marienham, nas ilhas Åland (Finlândia).

Fez parte, desde a fundação, da Comissão das Ilhas da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Comunidade Europeia, exercendo funções como presidente da comissão entre 1994 e 1995. Foi vogal da Comissão Permanente da Assembleia das Regiões da Europa.

Designado pelo Conselho de Ministros da União Europeia membro do Comité das Regiões, criado pelo Tratado de Maastricht, foi eleito vice-presidente, cargo que exerceu de 1994 a 1995. Foi relator do primeiro parecer discutido a aprovado pelo Comité das Regiões, em Abril de 1994, relativo à criação do Fundo de Coesão.

Participou, como Orador Especial convidado, no Simpósio Internacional das Ilhas, realizado em Hiroshima, no Japão, em 1989; na Conferência Ilhas 2000, levada a efeito em 1992, em Taormina, na Sicília, durante a qual foi distinguido com o Prémio Castor e Pollux, da Liga Naval Italiana; e na I Cimeira dos Arquipélagos Irmãos do Hawaii, em Honolulu, também em 1992.

Foi, por inerência, Conselheiro de Estado e Membro do Conselho Superior de Defesa Nacional, do Conselho Superior de Segurança Interna, do Conselho Superior de Informações e do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência.

Em Maio de 1995, recebeu o título de Doutor Honoris Causa, em Ciências Económicas, pela Universidade dos Açores. Em 1998, foi-lhe conferido o grau de Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa.

Nas eleições legislativas de 1995, foi eleito deputado à Assembleia da República e tendo-se demitido das funções de presidente do Governo Regional a 20 de Outubro de 1995, ocupou o lugar para que foi eleito na Assembleia da República.

A partir de 1996 foi vice-presidente da Mesa do Parlamento, membro da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, tendo nesta qualidade sido o relator da revisão do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, realizada em 1998. Participou também na Comissão Eventual para a IV Revisão da Constituição (1997), tendo apresentado numerosas propostas de emenda sobre diversas questões de estrutura do Estado, com destaque para a modernização e ampliação do regime autonómico democrático insular.

Em Janeiro de 1999 foi eleito Presidente da Comissão de Fiscalização do Cumprimento das Obrigações dos Estados Membros do Conselho da Europa. Interveio, em representação do Presidente da Assembleia da República, na Conferência dos Presidentes dos Parlamentos da Bacia Mediterrânica, realizada em Atenas, em Abril de 1997.

Em Dezembro de 2001 tomou posse como Conselheiro de Estado, eleito pela Assembleia da República.

Desde Janeiro de 1996 e até à sua eleição como Presidente da Assembleia da República, manteve uma coluna semanal de comentário político no Diário de Notícias de Lisboa e ocasionalmente escreve para vários outros jornais.

Actividade parlamentar

Foi eleito Presidente da Assembleia da República em Abril de 2002, no início da IX Legislatura, cessando funções a 16 de Março de 2005. Participou na Conferência dos Presidentes dos Parlamentos da Europa em Zagreb, Croácia, de 9 a 11 de Maio de 2002, e na Conferência dos Presidentes dos Parlamentos da União Europeia em Madrid, Espanha, de 7 a 9 de Junho do mesmo ano.

Durante o seu mandato, recebeu em Lisboa visita de vários Chefes de Estado, Presidentes de Parlamento, Primeiros-Ministros ou membros do Governo de vários países, nomeadamente: Alemanha, Itália, Irlanda, Áustria, Hungria, Polónia, Roménia, Bulgária, Grécia, Chipre, Turquia; Estónia, Letónia, Lituânia, República Checa, Eslováquia, Eslovénia; Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe; Timor-Leste; Estados Unidos da América; República Popular da China, Índia, Japão, Austrália, África do Sul, Singapura, Tailândia, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Irão, Iraque, Koweit, Argentina, Chile e Paraguai.

No início da IX Legislatura, foi aprovada uma profunda revisão do regimento da Assembleia da República, que ampliou os direitos dos partidos da oposição e tornou o Parlamento o centro do debate político, intensificando os mecanismos de fiscalização do Governo e instituindo os debates mensais com o Primeiro-Ministro.

Organizou em Lisboa, em Abril de 2003, a Conferência dos Presidentes dos Parlamentos dos Países Candidatos à Adesão à União Europeia; e em Abril de 2004, a Conferência dos Presidentes dos Parlamentos dos Países Lusófonos que se tornaram independentes após a revolução de 1974.

Organizou, nos Açores, em 2004, a Conferência Parlamentar comemorativa do 60º Aniversário do Acordo de Cooperação Militar Luso-Americano.

Foi reeleito Deputado pelo círculo eleitoral dos Açores à Assembleia da República em 20 de Fevereiro de 2005.

Condecorações

* Foi condecorado, em 1984, pelo Presidente da República Ramalho Eanes, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
* Em 1989 recebeu, do Presidente da República Francesa, o Grande Oficialato da Ordem de Mérito.
* Em 1996 foi condecorado, pelo Presidente da República Mário Soares, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.
* Em 1998 foi condecorado, pelo Presidente da República Federal da Alemanha, com o grau de Grande Oficial da Ordem Nacional de Mérito.
* Em 2002 recebeu, do Presidente da República da Hungria, a Grã-Cruz da Ordem de Mérito da República da Hungria.
* Em 2003 foi condecorado, pelo Presidente da República Federativa do Brasil, com a Grã-Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul.
* Em 2004, foi condecorado, pelo Presidente da República da Áustria, com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito da República da Áustria.

É Cidadão Honorário dos concelhos de Vila Franca do Campo, Santa Cruz da Graciosa e Lajes das Flores. Recebeu a Chave de Ouro da Cidade de Ponta Delgada.

WIKIPÉDIA

XVI GOVERNO CONSTITUCIONAL

O XVI Governo Constitucional (2004-2005) de Portugal foi presidido por Pedro Santana Lopes. Este foi nomeado pelo presidente da República, Jorge Sampaio, quando José Manuel Durão Barroso foi indigitado para Presidente da Comissão Europeia. O governo foi, tal como o precedente, o resultado de um acordo de incidência parlamentar entre o PSD e o CDS-PP.

Em Dezembro de 2004, o Presidente da República dissolveu o Parlamento e convocou eleições legislativas antecipadas, dessa forma determinando a demissão do XVI Governo Constitucional.

Composição do XVI Governo Constitucional

Primeiro-Ministro
* Pedro Santana Lopes

Ministro de Estado e Ministro das Actividades Económicas e do Trabalho
* Álvaro Barreto

Ministro de Estado e Ministro da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar
* Paulo Portas

Ministro de Estado e Ministro da Presidência
* Nuno Morais Sarmento

Ministro das Finanças e da Administração Pública
* António Bagão Félix

Ministro dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas
* António Monteiro

Secretário de Estado dos Assuntos Europeus
* Mario David

Ministro da Administração Interna
* Daniel Sanches

Ministro da Justiça
* José Pedro Aguiar-Branco

Ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional
* José Luís Arnaut

Ministro da Agricultura, Pescas e Florestas
* Carlos da Costa Neves

Ministra da Educação
* Maria do Carmo Seabra

Ministro da Saúde
* Luís Filipe Pereira

Ministra da Ciência, Inovação e Ensino Superior
* Maria da Graça Carvalho

Ministra da Cultura
* Maria João Bustorff

Ministro da Segurança Social, da Família e da Criança
* Fernando Negrão

Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
* António Mexia

Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território
* Luís Nobre Guedes

Ministro do Turismo
* Telmo Correia

Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro
* Henrique Chaves (de 2004-07-17 até 2004-11-24)
* Rui Gomes da Silva (de 2004-11-24 até 2005-03-12)

Ministro da Juventude, Desporto e Reabilitação
* Henrique Chaves (de 2004-11-24 até 2004-12-02)

Ministro dos Assuntos Parlamentares
* Rui Gomes da Silva (de 2004-11-24 até 2005-03-12)

PEDRO SANTANA LOPES



Mandato: 17 de Julho de 2004
a 30 de Novembro de 2004 (Dissolução do Parlamento)
Precedido por: Durão Barroso
Sucedido por: José Sócrates

Nascimento: 29 de Junho de 1956 (54 anos)
Lisboa,  Portugal
Partido: Partido Social Democrata
Profissão: Advogado e Consultor Jurídico

Pedro Miguel de Santana Lopes (Lisboa, 29 de Junho de 1956) é um advogado e político português.
Cresceu em Lisboa, tendo frequentado o Liceu Padre António Vieira, após o que ingressou na Universidade de Lisboa, altura em que fundou o Movimento Independente de Direito (MID) e presidiu à Associação Académica da Faculdade de Direito (AAFDL). Após a licenciatura em Direito, foi investigador do Instituto de Direito Europeu e do Instituto para a Investigação da Ciência Política e Questões Europeias da Universidade de Colónia, como bolseiro da Deutscher Akademischer Austausch Dienst. Aderiu ao Partido Social Democrata em 1976. Advogado, foi também monitor e assistente de Direito Constitucional, sob regência de Jorge Miranda, na Faculdade de Direito de Lisboa.

Depois de aderir ao Partido Popular Democrático, em 1976, aproximou-se de Francisco Sá Carneiro, vindo a ser designado adjunto do ministro-adjunto do primeiro-ministro do V Governo (1978-1979) e assessor jurídico do VI Governo Constitucional (1980-1981). Estreou-se na Assembleia da República em 1980, como deputado pelo Círculo de Lisboa, até 1991. Entre 1987 e 1990 foi deputado ao Parlamento Europeu e assumiu o cargo de secretário de Estado da Cultura do XI Governo, em 1992. Quando saiu do Governo dedicou-se à advocacia e consultoria jurídica, bem como ao ensino em instituições privadas, tendo passsado pela Universidade Lusíada de Lisboa, pela Universidade Moderna e pela Universidade Internacional. Foi presidente do Sporting Club de Portugal, de 1995 a 1997. Eleito presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, em 1998, derrotou João Barroso Soares, nas eleições autárquicas de Lisboa, em 2002. A par disso presidiu ao Conselho da Região Centro (1998-2001) e foi vice-presidente do Comité Executivo do Fórum Europeu de Segurança Urbana (2002-2004).

Em 2004 Durão Barroso demite-se do cargo de primeiro-ministro do XV Governo Constitucional. Santana Lopes, então vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD e presidente da Câmara Municipal de Lisboa, é indigitado para o Governo pela mão de Jorge Sampaio, a 17 de Julho desse ano, e toma posse como primeiro-ministro do XVI Governo Constitucional. No entanto, dada instabilidade governativa, com várias remodelações ministeriais e demissões nos altos cargos administrativos, é dissolvida a Assembleia da República, seguido da demissão de Santana Lopes. Nas eleições legislativas de 2005, apresenta-se como candidato do PSD, mas é José Sócrates, do Partido Socialista, quem sai vencedor.

Posteriormente voltou à Assembleia da República, como presidente do Grupo Parlamentar do PSD, na liderança de Luís Filipe Menezes, entre 2007 e 2008; foi candidato a líder do PSD, aquando das eleições directas de 2008, saíndo derrotado por Manuela Ferreira Leite; novamente candidato ao Município de Lisboa pelo PSD, o CDS-PP e o PPM, perdendo para António Costa [1], em 2009.

Santana Lopes aposentou-se como presidente da Câmara de Lisboa em 2005, recebe uma pensão de 3178 euros e uma subvenção vitalícia superior a dois mil euros mensais.

WIKIPÉDIA

PAULO PORTAS

Paulo Portas
Ministro de Flag of Portugal.svg Portugal
Mandato: XV Governo Constitucional
XVI Governo Constitucional
  • Ministro da Defesa Nacional
    e dos Assuntos do Mar

Nascimento: 12 de Setembro de 1962 (48 anos)
Lisboa
Partido: Lider CDS-PP
Profissão:

Paulo Sacadura Cabral Portas (Lisboa, 12 de Setembro de 1962) é um jurista, jornalista e dirigente político português.
Estudou no Colégio de São João de Brito e licenciou-se em Direito, pela Universidade Católica Portuguesa.
Jornalista, estreou-se aos quinze anos, como estagiário na redacção de O Tempo. Foi depois redactor de A Tarde e do Semanário, acompanhando Vítor Cunha Rego.

Foi militante da Juventude Social Democrata a partir de 1975, chegando a dirigir o jornal oficial, então chamado Pelo Socialismo. Em 1979 aderiu também ao Partido Social Democrata, abandonando as duas estruturas em 1982.

Juntamente com Miguel Esteves Cardoso fundou O Independente (um jornal que se apresentava como inovador, libertário e culto), e que foi protagonista de violentas críticas e denúncias contra os governos de Aníbal Cavaco Silva. Em 1995 abandonou a direcção daquele semanário, acabando por iniciar uma carreira política. Nesse ano é candidato a deputado na Assembleia da República, nas listas do Partido do Centro Democrático Social, no Círculo de Aveiro. Juntamente com Manuel Monteiro, protagoniza a revisão da orientação política do partido, que adopta a designação de CDS-PP - Partido Popular. Incompatibilizado com Manuel Monteiro, disputou a liderança do CDS-PP à sua sucessora designada, Maria José Nogueira Pinto, que derrotou. Foi deputado à Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis (1997-2001), presidiu ao Grupo Parlamentar do CDS-PP (1999-2001), foi deputado ao Parlamento Europeu (1999) e candidato a presidente da Câmara Municipal de Lisboa (2001), eleito vereador. Entre 2002 e 2005 foi co-responsável pela coligação governativa entre o PSD e o CDS-PP, vindo a exercer funções como Ministro de Estado e da Defesa Nacional (2002-2004) e Ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar (2004-2005), nos respectivos XV e XVI Governos Constitucionais. Nas eleições legislativas de 2005, não conseguindo o objectivo de obter 10% dos votos e evitar a maioria absoluta do Partido Socialista, pediu a demissão, sucedendo-lhe alguns meses mais tarde José Ribeiro e Castro. No entanto, voltaria com uma candidatura à Comissão Política Nacional, em 2007, que o leva de volta à liderança do CDS-PP. Obteve cerca de 75%[1] do votos sobre Ribeiro e Castro. No intervalo, dedicara-se à análise da actualidade política na SIC Notícias.

A par do jornalismo, chegou também a leccionar, na Universidade Moderna de Lisboa, a disciplina de História das Ideias Políticas, e dirigiu o Centro de Sondagens da mesma instituição.
Recentemente colaborou com o jornal Sol, escrevendo a coluna Ligações Perigosas. É conhecido o seu gosto pelo cinema.
Paulo Portas é filho de Nuno Portas, arquitecto, e de Helena de Sacadura Cabral, economista e jornalista; irmão de Miguel Portas, dirigente político e meio-irmão de Catarina Portas, jornalista e empresária. É também sobrinho-neto do aviador Sacadura Cabral.

POLÉMICAS

Caso Moderna
O Caso Moderna ganhou notoriedade, quando Esmeraldo Azevedo, antigo dirigente da Dinensino, fez com que a PJ iniciasse um inquérito. Entre a muita informação alegadamente descoberta, focou-se atenção na hipótese de terem sido descobertas informações que Paulo Portas e a sua mãe, Helena Sacadura Cabral Portas, assim como outras personalidades, teriam recebido ofertas da cooperativa em causa, de forma a que esta ganhasse notoriedade e visibilidade nas altas esferas da sociedade. Um dos presentes alegadamente terá um sido uma viatura de luxo, da marca Jaguar. O "Caso Moderna", assim como é conhecido, culminou na detenção de José Braga Gonçalves, o qual foi mais tarde libertado no dia 25 de Outubro de 2005.

Sousa Lara ex-vice-reitor da Universidade Moderna e um dos arguidos no Caso Moderna, acusou Paulo Portas numa sessão de tribunal de estar implicado no caso. Sousa Lara disse que em relação a Paulo Portas, existia matéria com implicações a nível penal. Segundo Sousa Lara, terão sido umas viagens que Paulo Portas terá alegadamente feito. No entanto, ao ser interrogado por mais informações acerca disto, Sousa Lara escusou-se a clarificar e pediu desculpas ao colectivo de juízes.

Este caso também parece ter ligações com a alegada gestão danosa por parte de Paulo Portas, quando este geria a empresa de sondagens Amostra, quando uma alegada carta de José Braga Gonçalves veio a público.

 Alegada carta de José Braga Gonçalves a Paulo Portas
Alegadamente, José Braga Gonçalves terá escrito uma carta a Paulo Portas, enquanto cumpria prisão preventiva. O que saiu para a comunicação social foi uma carta que se pode ler no site do jornal "Público".

 Alegado afastamento de Maria José Morgado
Em 2002, Maria José Morgado, na altura na Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Financeira da Polícia Judiciária, para surpresa geral, demite-se. Rumores acerca do papel da ex-ministra da justiça Celeste Cardona e Paulo Portas começaram a circular na comunicação social. A princípio, Maria José Morgado declarou serem falsos os rumores que davam a entender que esta teria sido pressionada pelos dois ministros para se demitir. No entanto, mais tarde, numa comissão de inquérito, Maria José Morgado revelou que foi Adelino Salvado, o então director nacional da PJ, que lhe tinha dito que eram Celeste Cardona e Paulo Portas que teriam receio que ela continuasse a liderar o combate ao crime económico na PJ.

Paulo Portas recusou-se a comentar as declarações de Maria José Morgado, porque tal, segundo ele, faria com que caísse numa armadilha e negou a ligação entre as demissões e o Caso Moderna.

 Fotocópias de segredos de Estado
Em 2007, o público em geral tomou conhecimento de que Paulo Portas, antes de deixar as funções de ministro da defesa e do estado, tinha fotocopiado 60 mil paginas, nas quais alegadamente estariam segredos de Estado, antes de abandonar as funções de ministro da defesa e do Estado.

Compra de submarinos
A compra de submarinos para a marinha portuguesa a uma empresa alemã, está envolto em polémica, uma vez que alegadamente faltam 34 milhões de euros e que, desses 34 milhões de euros, 1 milhão alegadamente foi parar a uma conta bancária ligada ao CDS-PP. Está também envolta em dúvida a necessidade de tornar a Escom UK como mediadora do negócio e que papel isso poderá ter no dinheiro desaparecido.
Em Outubro de 2009, a PJ realizou buscas num escritório de advogados, para tentar encontrar o contrato que alegadamente anda desaparecido. Francisco Louçã, líder do partido Bloco de Esquerda, sugeriu que Paulo Portas talvez as encontraria entre as 61 mil fotocópias que alegadamente fez, antes de abandonar as funções governativas.
Paulo Portas reagiu dizendo que o caso dos submarinos é "uma história muito mal contada".

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ANTÓNIO BAGÃO FÉLIX


António Bagão Félix
Ministro de Portugal Portugal
Mandato: XV Governo Constitucional
  • Ministro da Segurança Social
    e do Trabalho
XVI Governo Constitucional
  • Ministro das Finanças

Nascimento: 9 de Abril de 1948 (62 anos)
Ílhavo
Partido: Independente
Profissão: Gestor

António José de Castro Bagão Félix (Ílhavo, 9 de Abril de 1948) é um gestor e político português.

 Biografia

É licenciado em Finanças, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (hoje ISEG) (1970), e pós-graduado em Gestão, pelo INSEAD - Institut Européen d'Administration des Affaires, em Fontainebleau (França) (1995). Cumpriu o Serviço Militar Obrigatório (1970-1973), na Marinha Portuguesa.

Entre as funções que exerceu contam-se as de director financeiro da Companhia de Seguros A Mundial (1973-1976), membro do Conselho de Gestão da Companhia de Seguros de Crédito (1976-1979), membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Seguros (1979-1980), administrador do Banco de Comércio e Indústria (1985-1987), administrador (1992-1993) e vice-governador (1993-1994) do Banco de Portugal e director-geral do Banco Comercial Português (1994-2002). Entre 1994 e 2002, administrador de várias Companhias de Seguros do Grupo BCP (Bonança, Império, Médis, Ocidental). Presidente do Conselho Directivo do Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros, desde 2010. Além disso desempenhou funções em diversas instituições de natureza cívica e social,como presidente da Assembleia Geral da União das Misericórdias Portuguesas (1995-2000),presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz [1996 - 2002], consultor da Conferência Episcopal Portuguesa para os Assuntos Sociais e Éticos (até 2002) presidente do Conselho Fiscal da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (desde 2006), presidente da Assembleia Geral da Rede de Cuidadores (desde 2008), membro da Direcção do “Special Olympics” (desde 2009), presidente do Conselho de Sócios Honorários da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (desde 2009), presidente do Conselho Fiscal da Associação de amigos do Jardim Botânica da Ajuda (desde 2010). Entre 1995 e 2002, membro de órgãos sociais de várias ONG (Caritas, Fundação Cidade de Lisboa, Banco Alimentar conta a Fome, SEDES). Foi ainda vice-presidente da Assembleia-geral do Sport Lisboa e Benfica (1992-1994)

Foi ainda Assistente do ISCEF (1972-1973) e do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (1975-1976), Professor Auxiliar Convidado da Universidade Internacional (1986-1994) e Professor Catedrático Convidado da Universidade Lusíada de Lisboa (desde 2006), onde rege as disciplinas de Finanças Públicas na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, e de Ética, na Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa.

Foi mais que uma vez chamado a funções governativas, tendo ocupado os cargos de Secretário de Estado da Segurança Social dos VI, VII e VIII Governos, de Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional do XI Governo, Ministro da Segurança Social e do Trabalho no XV Governo e Ministro das Finanças e da Administração Pública no XVI Governo. Foi também deputado à Assembleia da República, eleito pelo Círculo de Aveiro, de 1983 a 1985, deputado à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e membro da sua Comissão de Assuntos Sociais e Saúde, nos mesmos anos.

É autor de diversos livros (entre os quais Do lado de cá ao deus-dará, 2002, e O cacto e a rosa, 2008) e integra o Conselho Editorial das revistas Nova Cidadania, Trabalho e Sociedade, Hífen e Revista de Saúde Pública. Participa com frequência em debates da RTP e da TVI24, e assina uma coluna no Diário Económico, no Correio do Vouga, na Voz da Verdade e no Boletim Salesiano. Na rádio, participa em Conselho Superior, na Antena1. Participou no filme Tráfico, uma longa-metragem de João Botelho (1998).

 Funções governamentais exercidas

* VI, VII e VIII Governo Constitucional
o Secretário de Estado da Segurança Social
* XI Governo Constitucional
o Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional
* XV Governo Constitucional
o Ministro da Segurança Social e do Trabalho
* XVI Governo Constitucional
o Ministro das Finanças e da Administração Pública

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LUÍS NOBRE GUEDES



Luís Nobre Guedes
Ministro de Flag of Portugal.svg Portugal
Mandato: XVI Governo Constitucional
  • Ministro do Ambiente e do
    Ordenamento do Território
Precedido por: Arlindo Cunha
Sucedido por: Francisco Nunes Correia

Nascimento: 3 de Setembro de 1955 (55 anos)
Partido: CDS-

Luís Nobre Guedes, pseudónimo de Luís José de Mello e Castro Guedes (Lisboa, 3 de Setembro de 1955) é um advogado e político português.

Licenciou-se em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1976. Advogado desde 1978, foi colaborador das firmas F. Castelo Branco, Nobre Guedes & Associados e Pena, Machete, Botelho Moniz, Nobre Guedes, Ruiz & Associados. Actualmente é sócio da firma Nobre Guedes, Mota Soares & Associados, integrada na firma Cremades & Calvo Sotelo, sedeada em Madrid. Foi também administrador de empresas, tendo fundado e presidido ao Conselho de Administração da SOCI – Sociedade de Comunicação Independente, proprietária do extinto semanário O Independente e da revista K.

Militante e dirigente do Centro Democrático Social, foi eleito deputado à Assembleia da República, pelo Círculo Eleitoral de Lisboa (1995-2002), deputado ao Parlamento Europeu e presidente da Assembleia Municipal de Cascais. Integrou o XVI Governo Constitucional, como Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território (2002-2004). Foi membro do Conselho Superior de Magistratura.

Funções governamentais exercidas

* XVI Governo Constitucional
o Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território

Curiosidade

Luís Nobre Guedes na verdade não se chama assim. O "Nobre" não vem no registo. Quem tinha o apelido Nobre Guedes era o seu avô. Na II Guerra Mundial Francisco José Nobre Guedes, diplomata de carreira, ocupou um posto-chave: a representação de Portugal na Alemanha de Adolf Hitler. Embora ideologicamente mais próximo do III Reich, Salazar defendia uma política oficial de neutralidade. Já o embaixador em Berlim preconizava aproximações às autoridades nazis. A divergência acabou em ruptura: Francisco Nobre Guedes foi demitido de embaixador. E não mais autorizado a ocupar cargos públicos (limitou-se a presidir durante uns anos ao Comité Olímpico de Portugal). O seu filho Felipe, também Nobre Guedes, decidiu não passar o apelido "maldito" aos netos do embaixador, receoso das consequências. Mas Luís sempre o usou.

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1 - ESPELHO EM ÁGUAS QUIETAS


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