sexta-feira, 1 de outubro de 2010

I LOVE YOU

1 - OH SENHOR DOUTOR


A Medicina é - diz quem a pratica - a mais bela das profissões. Quem a exerce sabe que cada vez mais deve estar atento à qualidade da comunicação que mantém com o paciente como parte primordial de todo o projecto terapêutico: saber escutar o doente, entender as suas formas de expressão e saber transmitir em termos simples e directos aquilo que pensa e aquilo que pretende que o doente assimile e ponha em prática, sem recorrer ao linguajar hermético e técnico que caracteriza alguns sectores da classe médica, é para o clínico muito mais de meio caminho andado para o sucesso...
'O doente que tem que contar em minutos os males de um 'maldito corpo que não corresponde aos desejos da alma' está sujeito a lapsus linguae, frutos da atrapalhação, da timidez, do incómodo de ali estar perante o médico. Compreendamo-lo pois com bom humor!'
Carlos Barreira da Costa, médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro 'A Medicina na Voz do Povo', com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina.

O diálogo com um paciente com patologia da boca, olhos, ouvidos, nariz e garganta é sempre um desafio para o clínico:

'A minha expectoração é limpa, assim branquinha, parece com sua licença espermatozóides'.

'Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar, ou o caralho, o nariz não se destapa'.

'Não sei se isto que tenho no ouvido é cera ou caruncho'.

'Isto deu-me de ter metido a cabeça no frigorífico. Um mês depois fui ao Hospital e disseram-me que tinha bolhas de ar no ouvido'.

'Ouço mal, vejo mal, tenho a mente descaída'.

'Fui ao Ftalmologista, meteu-me uns parafusinhos nos olhos a ver se as lágrimas saiam'.

'Tenho a língua cheia de Áfricas'.

'Gostava que as papilas gustativas se manifestassem a meu favor'.

'O dente arrecolhia pus e na altura em que arrecolhia às imidulas infeccionava-as'.

'A garganta traqueia-me, dá-me aqueles estalinhos e depois fica melhor'.

enviado por BOSSANOVA

ADELSON RAFAEL - MOÇAMBIQUE



Moçambique: de que vale tanta água?


A água pode ser uma questão de vida ou de morte, dependendo da forma como ocorre na natureza e a forma como ela é gerida. Diz-se que, se “ela ocorrer em muita quantidade ou for muito escassa, pode trazer a destruição, miséria ou morte”. Independentemente da forma como a água ocorre, ela pode constituir um instrumento de sobrevivência e de crescimento económico, se for bem gerida. Moçambique possui muitos rios que drenam as suas águas para o Oceano Índico, dos quais a maioria e os mais importantes são internacionais, o que significa que são compartilhados por mais países na região austral de África.

Em Moçambique, os principais rios são Rovuma e Lúrio, no norte; Púnguè, Búzi, Gorongosa e Zambeze, no Centro; Save, Limpopo, Incomáti e Maputo, no sul. A contribuição média de todos os rios de Moçambique é estimada em cerca de 216 000 milhões metros cúbicos de água. Cerca de 116 000 milhões de metros cúbicos, o equivalente a aproximadamente 54% da contribuição de todos os rios do país, provêm dos países vizinhos. Cerca de 80% deste escoamento entram no oceano através do banco de Sofala, no centro do país, onde desagua o rio Zambeze, um dos maiores rios de África - desagua na zona central de Moçambique e contribui com cerca de 88 000 milhões de metros cúbicos de água por ano, cerca de 67% da descarga de todos os rios de Moçambique. O Zambeze é o quarto maior rio de África e o que possui maior caudal de entre os rios africanos que desaguam no Índico. A sua bacia ocupa uma área de 1 390 000 quilómetros quadrados, pouco menos de metade da superfície da bacia do Nilo.

Moçambique partilha nove das 15 bacias hidrográficas da região da SADC, com os países vizinhos, a saber, a bacia de Maputo, com a África do Sul e Suazilândia (rica em biodiversidade e suporta uma série de áreas protegidas); bacia do Umbelúzi, com a Suazilândia e RAS (fonte principal de abastecimento de água a Maputo); bacia do Incomáti, com a RAS e Suazilândia (explorada para agricultura de irrigação na RAS); bacia do Limpopo, com a RAS, Botswana e Zimbabwe (suporta o regadio do Chókwè); bacia do Save, com o Zimbabwe (tem mais que 15 barragens); bacia do Búzi, com o Zimbabwe (inclui a barragem de Chicamba); bacia do Púnguè, com o Zimbabwe (inclui o Parque Nacional da Gorongosa); Zambeze, com a Zâmbia, Zimbabwe, Malawi, Botswana, Tanzania, Namíbia e Angola; e Rovuma, com a Tanzania (cobre 4,5% do continente africano).

A água é um recurso produtivo vital no processo de produção agrícola. A nível mundial, a agricultura irrigada ocupa actualmente 18% (275 milhões de hectares) da área total cultivada no planeta (1,5 bilhão de hectares). Apenas são utilizados 3% dos recursos hídricos do continente africano e somente 4% das suas terras aráveis são irrigadas, enquanto a Ásia utiliza 20% do seu potencial em água, para irrigar 38% das suas terras cultiváveis. A água armazenada em África corresponde a 50 m3 por pessoa, comparativamente a 3 500 m3 na Europa. Fazer com que haja disponibilidade de água custa caro. Pelo que é, pois, indispensável valorizá-la ao máximo.

É triste constatar que a produção alimentar da África Austral depende mais das chuvas do que da irrigação, apesar de todo o potencial existente. O desenvolvimento da irrigação é uma questão particularmente chave para os países da África Austral, especialmente para as prioridades da SADC de que Moçambique faz parte. Actualmente, a África Sub-Sahariana irriga apenas 3% da sua área de terra agrícola e explora, mais ou menos, 10% do seu potencial de irrigação. Por outro lado, dois terços da superfície irrigada da SADC estão concentrados em apenas dois países, Madagáscar e África do Sul. Actualmente, a maioria dos países da região não tem terras com períodos de cultivo de sequeiro superiores a 200 dias por ano, o que torna imperativo que a irrigação seja uma prioridade para se alcançar a segurança alimentar. As disponibilidades hídricas no conjunto dos países SADC têm vindo a registar uma evolução negativa. Em 1995, os 1784.8 km3 de recursos hídricos anuais renováveis serviam, teoricamente, 175,8 milhões de pessoas. Em 2025, terão de chegar para uma população projectada de 327,5 milhões.


Moçambique é um país ripário a jusante em todos os noves rios principais, excepto o rovuma, em que é ripário paralelo, mas uma das causas da pobreza em Moçambique é a dependência na agricultura de sequeiro de subsistência no contexto da precipitação altamente variável e das secas frequentes. A irrigação pode constituir um factor determinante para aumentar a produtividade agrícola e segurança alimentar, pois ajuda a diversificar os rendimentos dos pequenos agricultores e reduzir os riscos relacionados com a precipitação. A produtividade das terras irrigadas é, com efeito, cerca do triplo da das terras cultivadas em sequeiro. O potencial de irrigação em Moçambique é estimado em 3 072 000 hectares, contudo, dos 118 120 hectares equipados para a irrigação, apenas aproximadamente 40 000 hectares são actualmente irrigados. Este valor é resultado dum decréscimo desde 1968, quando eram aproximadamente 65 000 hectares e, em 1987, eram aproximadamente 42 000 hectares.

Em 2000, a estratégia de implementação da Política Nacional de Irrigação foi aprovada. O objectivo principal desta política é “desenvolver a agricultura de irrigação de uma forma intensiva e abrangente a fim de aumentar a produção agrícola, contribuindo para a redução da pobreza e para o desenvolvimento sustentável socioeconómico, utilizando os recursos hídricos de um modo racional”, sem, contudo, entrar em detalhes por bacia hidrográfica. A prática da irrigação tem sido fundamental para garantir o abastecimento de produtos agrícolas. A futura demanda na produção de alimentos é criticamente dependente da agricultura irrigada. Entre os benefícios da irrigação pode citar-se: melhoria no desempenho financeiro de empreendimentos agrícolas e do padrão de vida de comunidades rurais, possibilidade de expansão da fronteira agrícola e diminuição do risco envolvido na actividade agrícola. A agricultura irrigada também favorece a expansão do mercado de trabalho no país.

O Governo de Moçambique aprovou, na 22ª Sessão do Conselho de Ministros de 21 de Agosto de 2007, a Estratégia Nacional de Gestão de Recursos Hídricos cujos objectivos, em termos de prioridades, são: i) satisfação das necessidades básicas de água para o consumo humano; ii) melhoria das condições de saneamento; iii) uso eficiente da água para o desenvolvimento económico; iv) garantia de água para a conservação ambiental; v) redução da vulnerabilidade a cheias e secas; e vi) promoção da paz e integração regional. Para a Estratégia Nacional de Assistência ao Sector de Recursos Hídricos, a grande prioridade é assegurar a disponibilidade para as cidades e vilas para sustentar o crescimento comercial e industrial, sublinhando, por outro lado, a importância do armazenamento para a agricultura e meios de subsistência.

Diz-se que compreensão de um determinado problema constitui metade da solução, pelo que, assim, em função de produção alimentar doméstico e da importação contínua de alimentos, para a perplexidade dos moçambicanos, de maneira súbita e fugaz, brota uma pergunta inquietante no ar: De que vale a pena possuir 39 milhões de hectares de terra arável, tanta água se, apesar de todo esse potencial para agricultura de irrigação, se possui auto-suficiência em somente três principais produtos alimentares, designadamente, milho, mandioca e açúcar? O aproveitamento integral do potencial hídrico de que o país dispõe está dependente da concepção e implementação de uma estratégia de aproveitamento da água como condição fundamental para o desenvolvimento real da agricultura.

Moçambique é esma­gadoramente dependente da agricultura de sequeiro, e a infra-estrutura de irrigação é um recurso escasso e contestado. Ora vejamos, o consumo nacional de trigo é de 437 mil toneladas por ano, e o país somente produz 22 mil toneladas; em relação ao arroz, o consumo é de 527 mil toneladas por ano, e o país somente produz 257 mil toneladas; o consumo nacional de tomate é de 276 mil toneladas por ano, e o país somente produz 185 mil toneladas; no que se refere à cebola, há um défice de 62 mil tonelada, com esses défices e demais, assim vai Moçambique em termos de produção agrícola, que denota total carência de investimento, frágil desenvolvimento de políticas, fraca geração de conhecimento e informação, ausência de infra-estrutura e serviços das águas para satisfazer as necessidades imediatas e incrementar a produção e produtividade agrícola.

A importância dos recursos hídricos para o desenvolvimento económico do país e a redução da pobreza é reconhecida pelo governo moçambicano e incorporada como questão-chave no Plano de Acção para a Redução da Pobreza Absoluta (PARPA II). O desenvolvimento económico do país é severamente afectado pela grande variabilidade do clima com cheias frequentes e secas, as quais têm impacto nos serviços de abastecimento de água e disponibilidade de água para a agricultura, energia e outros sectores produtivos. Mas há zonas em Moçambique, como o Vale do Zambeze, com características ímpares no que diz respeito à disponibilidade de água para irrigação, mas o nível da sua utilização continua muito abaixo das expectativas. Diria em gíria popular, “natureza foi generosa” mas, infelizmente, pode dizer-se agora que Deus dá nozes a quem não tem dentes, pois a agricultura praticada continua até hoje dependente da precipitação.

Bênção ou Maldição? Para aproximadamente os 3 755 milhões de habitantes dos distritos das quatro províncias do Centro de Moçambique, nomeadamente Tete, Zambézia, Manica e Sofala, que fazem parte do Vale do Zambeze, será provavelmente uma maldição, fundamentando-se na explicação de Edmund Phelps, Prémio Nobel de Economia em 2006, que os “recursos naturais podem trazer riqueza abundante, e pode ter um efeito negativo, de diminuir a ambição necessária para uma sociedade se desenvolver”. O Zambeze é o quarto maior rio de África e o que possui maior caudal de entre os rios africanos que desaguam no Índico. A sua bacia ocupa uma área de 1 390 000 quilómetros quadrados, pouco menos de metade da superfície da bacia do Nilo. O Vale do Zambeze tem a mais significativa reserva hídrica da África Austral e maior de Moçambique, condições para a irrigação entre 60 mil e 70 mil hectares. trata-se de uma zona que, de acordo com estudos recentes, alberga cerca de 52% dos recursos hídricos de Moçambique, reunindo, por isso, condições para responder ao desafio da necessidade de produção de cereais, tubérculos, oleaginosas, fibras de que o país precisa, mas todo esse potencial não está a ser convenientemente aproveitado.

O GPZ, criado pelo Decreto do Conselho de Ministros 40/95, de 22 de Agosto, não conseguiu em todos os anos de sua existência integrar o desenvolvimento da irrigação em programas de desenvolvimento rural de âmbito mais vasto, de forma a que a agri­cultura seja mais rentável para os pequenos agricultores

Foi tendo em conta todo esse manancial existente no Vale do Zambeze, desde água, terras férteis e capital humano, que o governo de Moçambique, através do Decreto Nº 16/2002, de 27 de Junho, deliberou pela sua inclusão no grupo das chamadas Zonas de Crescimento Rápido (ZCR), as quais são elegíveis a benefícios fiscais, a vigorarem até 31 de Dezembro de 2015. Basicamente, tais benefícios abarcam, para além da agricultura, aquacultura, pecuária, projectos de transporte de pessoas e carga, exploração florestal e faunística, construção de infra-estruturas de transporte e distribuição de energia, abastecimento de água, hotelaria, entre outras áreas. O GPZ, criado pelo Decreto do Conselho de Ministros 40/95, de 22 de Agosto, não conseguiu em todos os anos de sua existência integrar o desenvolvimento da irrigação em programas de desenvolvimento rural de âmbito mais vasto, de forma a que a agri­cultura seja mais rentável para os pequenos agricultores a nível do Vale do Zambeze. Graças à irrigação, as populações rurais do Vale do Zambeze podem alimentar-se durante todo o ano e limitar a extensão das culturas nas terras marginais.

As políticas agrárias implementadas nas últimas décadas pelo governo moçambicano trataram sempre o país como um todo homogéneo, pelo que há necessidade de uma prévia avaliação, teste e introdução de material genético (germoplasma, variedades, híbridos, e clones) melhor adaptado de acordo com às de cada zona agroecológica para gerar aumento da produtividade dos sistemas de cultivo (cultura pura, consociada, mista), através do uso de práticas agronómicas melhoradas e adaptadas às condições socioeconómicas prevalecentes, incluindo sistemas de intensificação do uso de terra (regadio), uso de tracção animal, e sistemas de preparação e armação do solo. A essas políticas, deve providenciar-se um Sistema Nacional de Investigação Agrária, com o objectivo de coordenar para melhorar o desempenho científico e técnico da investigação no sector agrário, onde a coordenação entre as instituições de investigação e implementadores dos resultados da investigação é efectuada por órgãos de monitoria, representando os diferentes parceiros da investigação agrária.

Para além de todo esse potencial do recurso hídrico que o país possui, julgo que do ponto de vista estratégico, as políticas agrárias devem ser harmonizadas e sincronizadas, tendo enfoque numa abordagem produtiva que valorize as diversidades dos meios de vida no meio rural, com foco em: (a) direccionar as políticas para determinados grupos sociais respeitando a sua especificidade; (b) proporcionar políticas que procuram reduzir o risco das actividades das pessoas pobres; (c) disponibilizar o microcrédito agrícola (Criação de uma entidade financiadora com fundos integrados e específicos para investir nas principais zonas agroecológicas nacionais); (d) promover o trabalho no sector de serviços no meio rural; (e) estimular os empreendimentos não - agrícolas no meio rural; (f) fortalecer as vilas rurais, e a infra-estrutura em quantidade e qualidade das sedes distritais e; (g) investir em educação no meio rural (desenvolvimento de capital humano; investigação científica para o sector agrário e com destaque para culturas previamente seleccionadas em cada uma das zonas agroecológicas nacionais, para se ajustarem às condições locais; aumento da qualidade do ensino rural que exige o maior avanço, com a educação planificada principalmente para incluir a formação vocacional que pode fornecer competências técnicas e de negócios que sejam úteis na economia rural não - agrícola).

IN "O PAÍS ON LINE"
13/09/10
MOÇAMBIQUE

FERNANDA PALMA




A última revisão

A Lei nº 32/2010, de 2 de Setembro, alterou o Código Penal criando duas novas incriminações – o "recebimento indevido de vantagem" e a "violação de regras urbanísticas" – e modificando o âmbito do crime de corrupção passiva. A revisão criminaliza a violação de deveres por funcionários, independentemente do seu resultado, em nome da legalidade e da imparcialidade da Administração.


Assim, o funcionário que solicitar ou aceitar vantagem patrimonial ou não patrimonial será punível pelo crime de "recebimento indevido de vantagem", com prisão até 5 anos ou multa até 600 dias. E também será punível pelo mesmo crime, mas com prisão até 3 anos ou multa até 360 dias, quem der ou prometer uma vantagem indevida a funcionário em exercício de funções ou por causa delas.

Além de muito ampla e indeterminada, esta incriminação prevê uma punição mais grave do que a norma alemã que a inspirou, em que se exige expressamente que a vantagem tenha por finalidade o exercício do cargo pelo funcionário. Os tribunais podem socorrer-se de uma cláusula que exclui as "condutas socialmente adequadas e conformes aos usos e costumes", mas que é de difícil aplicação.

A "violação de regras urbanísticas" consiste em realizar obras ilegais que incidam sobre via pública ou terreno de reserva e também é punível com prisão até 3 anos ou multa. Quando praticada por funcionário, traduz-se na prestação consciente de informação ou parecer falsos ou na decisão favorável de licenciamento e pode ser agravada. As regras podem constar de regulamentos e não apenas de leis.

Na corrupção passiva, deixou de se exigir a conexão estrita entre a vantagem e o acto ou omissão do funcionário, que podem ser anteriores à própria conduta criminosa.

Torna-se difícil, pois, distinguir este crime do "recebimento indevido de vantagem", tanto mais que os limites máximos das penas das duas incriminações são idênticos, no caso da corrupção para acto lícito (5 anos de prisão).

O Código Penal expandiu-se, por conseguinte, para uma área em que não se exige que a conduta do funcionário cause prejuízos materiais ou seja concebida como contrapartida de uma vantagem qualquer. Não se exige, de todo, essa relação nos crimes de "recebimento indevido de vantagem" e de "violação de regras urbanísticas" e também passa a ser dispensável no crime de corrupção passiva.

O Parlamento, apesar de ter ouvido vários Professores de Direito, não recolheu muitas das suas observações, relativizando o papel da doutrina. Terá pretendido cultivar uma ética rigorosa na Administração Pública. A sua vontade política firme de combater a corrupção ditou normas que impõem aos juízes decisões difíceis ou, em alternativa, a via aparentemente mais fácil de tudo punir.

Professora catedrática de Direito Penal

in "CORREIO DA MANHÃ"
29/09/10

2 - ALGUNS DOS 18 LUGARES MAIS TÓXICOS DA TERRA


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ALMORRÓIDA LARANJA

Jardim quer proibir comunismo

PSD/M já tem texto final. Mantém proibição de totalitarismos e tira poderes ao Tribunal Constitucional.

Após o projecto de revisão constitucional do PSD ter dado entrada na Assembleia da República, os deputados do partido que representam o círculo da Madeira já terminaram uma proposta autónoma que promete ser igualmente polémica. Na quarta-feira à noite foi decidida a redacção final do projecto do PSD/Madeira que, segundo confirmou ao DN o deputado Guilherme Silva, mantém o desejo de proibir "organizações racistas ou que perfilhem qualquer ideologia totalitária ou autoritária", nas quais é incluído "o comunismo".

A referência, que irritou o Partido Comunista Português quando a ideia foi tornada pública no Verão de 2009, vai mesmo avançar no texto final que seguirá para a Assembleia da República.

Apesar de esta medida ser das mais polémicas, há outras que sugerem alterações mais profundas do texto constitucional. Além do reforço da autonomia regional - sobre a qual incidem várias medidas -, há várias propostas de Alberto João Jardim de âmbito nacional. Desde logo, a continuidade de uma cruzada contra os poderes actuais do Tribunal Constitucional. Segundo Guilherme Silva, "o PSD avançará com medidas no sentido de clarificar a amplitude das competências regionais, diminuindo as competências implícitas que o Tribunal Constitucional tem atribuído ao Estado no campo das matérias reservadas aos órgãos de soberania e, simetricamente, não as reconhecendo às Regiões Autónomas".

E se a casa-mãe (o PSD nacional) deixou cair as propostas relativas ao sistema político, os sociais-democratas da Madeira não deixarão de propor uma medida que pretende retirar poderes ao primeiro-ministro e reforçar os do presidente. Isto porque o projecto prevê a eliminação da "referenda ministerial", que estabelece que o presidente da República deve auscultar o primeiro-ministro em assuntos como a nomeação de embaixadores, a ratificação de tratados internacionais ou até declarações de guerra .

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
01/10/10

ORQUESTRA ESPECIAL

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enviado por ADANARIM

GOSTAVAM DE PASSAR UNS DIAS NESTA CASA NO...

Que balázio...

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enviado por J. MILHAZES.

VÔO EM CLASSE ECONÓMICA......!!!

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enviado por  E. FRANÇA

ALMORRÓIDA FANFARRONA


Deco: «Queiroz é uma pessoa falsa»
luso-brasileiro aborda divergências com ex-selecionador

São 14 anos como profissional de futebol em oito equipas. E agora tem um objetivo, o de conquistar também um título importante no Brasil, para onde voltou aos 33 anos, para o Fluminense. Este é Anderson Luís de Souza, antigo internacional português, com 75 jogos na Seleção Nacional e 5 golos, num capítulo já encerrado depois das divergências com o ex-selecionador Carlos Queiroz no Mundial’2010.

IN "RECORD"
01/10/10

NR: - DECO NÃO DEU A PORTUGAL 1/10 DO QUE QUEIROZ DEU!!!!!!!!! 
       - E PORTUGAL DEU A DECO A HIPÓTESE DE BRILHAR!!!!!!!!!!!!!
       - PODERÁ SER SENILIDADE PRECOCE???????????
     CUIDADO DECO, SE TRINCAR A LÍNGUA MORRE ENVENENADO !!!!!!!!

ESTES CONSELHOS VÊM DO BRASIL....

...mas são válidos para Portugal



Conselhos de uma DELEGADA.
Conselhos dirigidos às mulheres, mas válidos aos homens também!
Atenção nunca é demais!  Devemos estar sempre atentas!
A mulher que elaborou o conteúdo deste e-mail é Diretora de uma Empresa
de Segurança no RJ e foi aconselhada por uma delegada após registrar um
Boletim de Ocorrência. 
 
 
 
 
1. Sequestro Relâmpago: Se um dia você for jogada dentro do porta-malas de um carro.
ENGULA O PÂNICO E RESPIRE FUNDO, CALMA E FRIEZA:
1) Chute os faróis traseiros até que eles saiam para fora, estique seu braço pelos buracos.
2) GESTICULE feito doida. O motorista não verá você, mas todo mundo verá. Isto já salvou muitas vidas.
 
 
2. Os três motivos pelos quais as mulheres são alvos fáceis para atos de violência são: 
1) Falta de atenção: Você TEM que estar consciente de onde você está e do que está acontecendo em volta de você.  
2) Linguagem do corpo:
Mantenha sua cabeça erguida, e permaneça em posição ereta, jamais tenha uma postura "frágil".  
3) Lugar errado, hora errada:
NÃO ande sozinha em ruas estreitas, nem dirija em bairros mal-afamados à noite. 
 
 
3) NUNCA FAÇA ISSO! 
 
1) NÃO FAÇA ISSO! As mulheres têm a tendência de entrar em seus carros depois de fazerem compras, refeições, e sentarem-se no carro (fazendo anotações em seus talões de cheques, ou escrevendo em alguma lista, ou ainda conferindo o ticket de compra).
 
2) O bandido SEMPRE estará observando você:
Essa é a oportunidade perfeita para ele entrar pelo lado do passageiro, colocar uma arma na sua cabeça, e dizer a você onde ir.
 
3) No momento em que você entrar em seu carro:
trave as portas e vá embora, não fique ajeitando o cabelo, ou passando batom...
 
 
 
4) Algumas dicas acerca de entrar em seu carro num estacionamento ou numa garagem de estacionamento: 
 
1) Esteja consciente: olhe ao redor, olhe dentro de seu carro, olhe no chão
dianteiro e traseiro de seu carro, olhe no chão do lado do passageiro,
e no banco de trás.
 
2)Se ao lado da porta do motorista do seu carro, estiver estacionada uma Van Grande:
entre em seu carro pela porta do passageiro.
 
IMPORTANTE:
A maioria dos assassinos que matam em seqüência atacam suas vítimas empurrando-as ou puxando-as para dentro de suas Vans, na hora em que as mulheres estão tentando entrar em seus carros.
 
 
 
5) NUNCA deixe para procurar as chaves do seu carro, quando estiver parada em frente a porta dele.  
1) Dirija-se ao veículo com a chave em punho, pronta para abrir a porta e dar
a partida. Observe os carros ao lado do seu.
 
2) Se uma pessoa do sexo masculino estiver sentado sozinho no assento do carona
do carro dele que FICA mais próximo do seu carro, você fará bem
em voltar para o shopping, ou para o local de trabalho, e pedir a  um  segurança ou policial para acompanhar você até seu carro. 
 
 
6) É SEMPRE MELHOR ESTAR A SALVO DO QUE ESTAR ARREPENDIDO, não tenha vergonha
de pedir ajuda.
 
Use SEMPRE o elevador ao invés das escadas. (Escadarias são lugares horríveis para se estar só, são lugares perfeitos para um crime).   
 
7) PARE COM ISSO! 
As mulheres, estão sempre procurando ser prestativas. Não use o celular a toa. 
1) Essa característica poderá resultar em que você seja assassinada! 
Um assassino seqüencial, homem de boa aparência, com boa formação acadêmica, declarou em seu depoimento que SEMPRE explorava a simpatia e o espírito condescendente das mulheres. Ele andava com uma bengala ou mancava, e conseqüentemente pedia 'ajuda', para entrar ou sair de seu carro, e era nesse momento que ele raptava sua próxima vítima. 
2) Durante o dia, ande de óculos escuros:
 O agressor nunca saberá para onde você esta olhando. 
3) Celular:
 
só em lugar seguro. 
 


enviado por MARTINS

C A R T E L




TENHA UM BOM DIA




...vem aí o embate (leia crash) com o futuro


compre jornais


haverá quem se esforce??
Construção: 
Confederação apresenta medidas para dinamizar setor 
que podem gerar 110 mil empregos
A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) apresentou hoje um conjunto de medidas para dinamizar o setor que, caso sejam postas em prática, permitirão criar 110 mil postos de trabalho.
Num documento intitulado "Estratégia para a Dinamização da Construção e do Imobiliário", a CPCI afirma que "é necessário promover a reabilitação e a regeneração urbanas, combinar a intervenção pontual com projetos âncora, que induzam efeitos multiplicadores em toda a zona envolvente".
A confederação avança com um conjunto de medidas que considera necessárias para dinamizar a reabilitação e que passam pelo "reforço de incentivos fiscais" e pela criação de mecanismos legais de "agilização" dos processos em vigor.
"VISÃO"

ainda vai ser pior

Funcionários públicos perdem 
mais de 140 euros por mês
Os 450 mil funcionários das administrações e empresas públicas que ganham mais de 1.500 euros vão sofrer uma redução salarial que, em média, será superior a 140 euros.
Além do corte directo no vencimento, terão de suportar a inflação, mais descontos para a CGA e ainda o aumento de impostos que se aplica a todos os portugueses.
No especial de 11 páginas, na edição impressa do Negócios, toda a análise às medidas de austeridade.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

os donos são amigos do poder
Mais impostos. 
Bancos ficam com a menor fatia do esforço
Novo plano de austeridade prevê subida de 1000 milhões em impostos. Consumidores ficam com 70% do esforço
O governo está a preparar um aumento de impostos - ainda sem contar com a redução de benefícios - na ordem dos mil milhões de euros em 2011, cerca de 0,6% do produto. De acordo com cálculos do i, 30% dessa verba, cerca de 320 milhões, será suportada pelos bancos ao abrigo da nova taxa especial que incidirá sobre o sector financeiro, caso esta siga o modelo norte-americano.
E, mesmo assim, dizem os especialistas, estas instituições deverão conseguir passar boa parte desse custo adicional para os clientes, encarecendo o crédito. Dito de outra forma, serão os consumidores a pagar 70% da factura da subida de impostos. Alguns observadores dizem que a verba deve ser inferior: se a Alemanha prevê encaixar 1,2 mil milhões de euros num ano com a nova taxa, Portugal, que tem um sector bancário muito mais pequeno (6% do alemão), deverá conseguir apenas 70 a 80 milhões de euros com a medida. Neste cenário, o esforço da banca na subida de impostos prevista será de 7%. O resto será suportado pelos consumidores.
De acordo com as propostas que serão incluídas no Orçamento do Estado para 2011 e que fazem parte do terceiro plano de austeridade anunciado este ano, as medidas relativas ao IVA dominam o capítulo do aumento da receita fiscal (em sentido estrito), isto é, a receita que resulta do aumento das taxas de imposto e do alargamento das bases de incidência, mesmo nos produtos essenciais. Estima--se que a subida do IVA em dois pontos (de 21% para 23%) reverta a favor do Estado cerca de 700 milhões de euros.
Ontem, no debate quinzenal, o primeiro-ministro, José Sócrates, disse que à semelhança do que está a ser preparado nos outros países da União Europeia e em muitos do G20 (20 mais ricos do mundo), "vai ser criado um novo imposto que incide sobre o passivo dos bancos". Sócrates não revelou que taxa será aplicada, nem especificou que parte do passivo contará para o efeito.
Paulo Soares Pinho, consultor do sector bancário, considera "razoável aceitar que esse passivo venha a ser os depósitos", a fatia de leão da chamada rubrica de recursos de clientes e outros empréstimos que faz parte do passivo bancário. "Faz sentido pôr os bancos a pagar um imposto especial sobre empréstimos concedidos pelo banco central, por exemplo?", item que também faz parte do passivo, ironiza. Outro especialista, que preferiu o anonimato, considera que os recursos de clientes serão o alvo principal da nova taxa e que esta poderá ficar em linha com a praticada nos EUA.
"i"

com ela fica manso

Merkel obrigou Sócrates a pôr 
submarino nas contas
O Governo alemão inscreveu a venda do 'sub' como exportação deste ano. E obrigou Portugal a antecipar a sua contabilização.
O secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, referiu ontem ao DN que "os alemães já contabilizaram nas suas exportações" o submarino que chegou já a Portugal, justificando dessa forma a natureza "extraordinária da despesa" - dado que o Orçamento inicial de 2010 não previa o seu pagamento.
Na verdade, o próprio ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, chegou a explicar que o pagamento do submarino só seria feito em 2011, data da recepção "oficial" do equipamento. Foi aí que entrou o Governo alemão - e não o Eurostat -, a obrigar a que o submarino fosse efectivamente contabilizado. "Portugal é um Estado soberano", limita-se a dizer o secretário de Estado quando questionado se houve uma directa do organismo estatístico europeu.
A questão dos submarinos originou, aliás, um dos momentos de maior tensão do debate quinzenal de ontem, com José Sócrates a responsabilizar Paulo Portas pela despesa "extra", por ter, no "ano da recessão de 2003", decidido comprar dois submarinos. "E são estes dois submarinos que temos de pagar este ano como despesa extraordinária. Qual é a autoridade que tem para pedir o adiamento do TGV quando em ano de recessão decidiu comprar dois submarinos?", atacou José Sócrates.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

a procissão vai no adro
No limite do crédito
Jesus perto de igualar as 6 derrotas da época passada
Como alguém que acorda e confronta-se com uma dura realidade, depois de um sonho perfeito. Este é o início de temporada do Benfica, na ressaca da conquista do título de campeão nacional. Longe de estar esgotado o primeiro terço da temporada, os encarnados contabilizam 5 derrotas em 9 jogos realizados. Mais um desaire e a formação comandada por Jorge Jesus iguala o registo de 2009/10. Para já, reeditou a série de José Antonio Camacho e Fernando Chalana, em 2007/08.
A dura realidade do Benfica é a de um novo rico que esbanjou, num ápice, quase todo o dinheiro que ganhou, também num abrir e fechar de olhos. O crédito está no limite e, a agora, as águias têm de fazer contas à vida para economizarem o que ainda possuem. É que a margem de erro no campeonato e na Liga dos Campeões começa a reduzir-se de forma vertiginosa.
Quando foi apresentado como treinador do Benfica, Jesus, de 56 anos, prometeu colocar a equipa a jogar o dobro relativamente à temporada anterior. Os números não o deixaram ficar mal. Quando chegou ao final da temporada, tinha vencido 38 jogos (74,5 por cento, num total de 51), empatado 7 e perdido 6.
"RECORD"

um assalto qualificado


Seis em cada dez euros do esforço de contenção orçamental serão pagos por toda a população
Seis em cada dez euros da contenção orçamental em 2011 vão ser pagos pela generalidade da população. Mas os pensionistas e os funcionários públicos vão ser duplamente penalizados.
O Estado retrairá a sua actividade pagando três dos dez euros. E as empresas, banca, detentores de maiores rendimentos e investidores mobiliários pagarão o euro que falta para o "bolo" anunciado.
Esta é a forma como se vai repartir a factura do ajustamento orçamental, obtida dos três pacotes de medidas. Primeiro, o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) de Março passado, as medidas adicionais de Maio (PEC II) e as medidas mais duras de contenção agora conhecidas.
A opção do Governo de concentrar o esforço em certos estratos sociais explica-se talvez porque, em tempos de emergência, é sempre mais fácil e mais rápido cobrar onde se sabe que há recursos de massa. Algo que se traduz na ideia comum de que "quem paga são sempre os mesmos".
Mas dessa opção resulta uma certa perversidade. Se, como afirmou o primeiro-ministro, as medidas são tomadas em defesa do Estado social, quem está a pagá-la são precisamente os seus beneficiários, o que contradiz a sua essência distributiva, contribuindo para reduzir a equidade social.
Acresce que este tipo de opção arrisca-se a ter reflexos na actividade económica. Os preços vão subir empurrados por um novo agravamento do IVA, em cima do que se começou a sentir desde Julho passado. E essa perda de poder de compra coincide com um corte nos rendimentos - por via dos cortes salariais e aumento de descontos na função pública, da limitação nas deduções à colecta de IRS para educação, saúde, etc., da redução dos apoios sociais e ainda no custo do crédito (ver quadro).
Ora, a verificar-se esse choque, os dados da crise de 2009 mostram que quando a produção estanca, são os assalariados de mais baixos rendimentos e de contratos mais frágeis que são afectados em primeiro lugar. Mesmo aceitando a opinião oficial de que o mercado de trabalho está a recuperar, é de esperar que as condições dos assalariados mais desfavorecidos voltem a degradar-se.
"PÚBLICO"

há que lutar

Greve geral a 24 de Novembro
O Conselho Nacional da CGTP aprovou, ontem, quinta-feira, por unanimidade a realização de uma greve geral a 24 de Novembro, convidando à participação de todos os sindicatos. A UGT já respondeu dizendo que apoiará sempre "por motivos concretos".
A data de 24 de Novembro para a realização da greve geral foi escolhida por não coincidir com a cimeira da NATO em Lisboa e ao mesmo tempo acontecer antes da aprovação do Orçamento de Estado para 2011 na Assembleia da República, uma vez que foram as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo na quarta-feira que desencadearam a reacção da central sindical.
O Conselho Nacional aprovou, também por unanimidade, uma resolução em que é exigido o cumprimento do acordo tripartido que prevê que o Salário Mínimo Nacional seja fixado nos 500 euros em Janeiro próximo.
Esta será a sexta greve geral da CGTP, sendo que a anterior foi em 2003, contra as alterações da legislação laboral.
Confrontado com esta possibilidade o secretário geral da UGT, João Proença, afirmou que "num quadro de contestação, estamos abertos a todas as formas de luta, por motivos concretos, mas não contra um Governo eleito democraticamente".
Para além da greve geral, a CGTP e a UGT condenaram ontem as medidas de austeridade para a consolidação das contas públicas.
Carvalho da Silva classificou as medidas do Executivo como uma "injustiça" e uma "humilhação", dizendo que "por este caminho, o país vai ao fundo". "Estamos debaixo de um processo de chantagem dos agiotas internacionais que tentam humilhar os países", sublinhou, acrescentando que as medidas anunciam a "destruição de emprego".
João Proença disse que as medidas anunciadas "são um ataque brutal aos trabalhadores, pensionistas e o emprego" e ameaça não assinar o Pacto para o Emprego. Diz ainda que com este pacote o Governo "assume a incompetência na gestão da Administração Pública".
"JORNAL  DE NOTÍCIAS"

prestígio a sério
40 ortopedistas europeus avaliados em Lisboa
O Exame Europeu de Ortopedia e Traumatologia, realiza-se em Portugal, pela primeira vez, nos dias 2 e 3 de Outubro, no Hospital Cuf Descobertas, em Lisboa. E 40 médicos desta especialidade, incluindo três portugueses, vão assim fazer o exame que lhes permite ter a qualificação para poderem exercer em todos os países da Comunidade Europeia.
“Nos últimos 10 anos a Comissão do Exame Europeu ganhou um enorme prestígio e reputação na Europa e no mundo, afirmando-se junto de toda a comunidade científica como um standard de qualidade para a formação de ortopedistas”, explica o professor Jorge Mineiro, Presidente da Comissão do Exame Europeu de Ortopedia e Traumatologia e Director Clínico do hospital Cuf Descobertas.
A prova escrita eliminatória decorreu no mês de Maio em todas as capitais europeias e a prova oral reúne em Lisboa um grupo de examinadores de toda a Europa que farão parte da "faculty" que examinará candidatos de todo o mundo a este prestigiado título.
"CORREIO DA MANHÃ"

um exemplo para os políticos
Sacchi diz que Mourinho no Inter 
«foi o líder indiscutível»
Arrigo Sacchi não poupa elogios ao treinador português e diz que na sua passagem pelo Inter de Milão, José Mourinho «foi o líder indiscutível, o pára-raios e o catalisador, o gestor e o criador».
Mourinho «possui uma extraordinária capacidade dialéctica e de comunicação, além de ser rápido e conciso nas suas respostas», diz Sacchi na introdução do livro “José Mourinho, o treinador alienígena”, do jornalista italiano Sandro Modeo. «Nunca é banal e está sempre bem informado. A cultura do trabalho e do perfeccionismo são a sua prioridade», elogia.
"A BOLA"

ALMORRÓIDA MISERÁVEL



“Só pode ser para gozar os pobres”

Está desempregado há dois anos e tem como único rendimento uma pensão de viuvez de 160 euros. Na semana passada, Artur Ferreira da Silva, de Rebordosa, Paredes, abriu uma carta endereçada pela Direcção-Geral de Impostos e encontrou um cheque no valor de 14 cêntimos. Tratava-se do reembolso do IRS.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
01/10/10

KHIZI - A PÉROLA DE CARÉLIA


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DEMASIADO PRÓXIMOS

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