segunda-feira, 20 de setembro de 2010

DOPING!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O TÚNEL


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FAMOSOS E DROGA

PEDRO NORTON


 

 

O poder 

Incomoda-me que o número três do ranking dos mais poderosos da economia portuguesa seja o Presidente de Angola

Ao longo das últimas semanas, o Jornal de Negócios publicou um ranking das personalidades mais poderosas da economia portuguesa em 2010. O trabalho é inatacável do ponto de vista jornalístico, corajoso e bem fundamentado. E pode servir, porque é tudo isso, a inúmeras leituras sobre a estrutura do poder económico e sobre o estado da nação em Portugal. Não me interessam tanto as petites histoires sobre os que eram e deixaram de ser, muito menos as misérias dos pequenos napoleões que afinal pouco são. Interessam-me algumas reflexões mais genéricas, entre as muitas que podem ser feitas a partir do trabalho:

1 - Incomoda-me que o número dois do ranking dos mais poderosos da economia seja o primeiro ministro de Portugal. Quer ele se chame José Sócrates, quer seja rebaptizado Pedro Passos Coelho. Com tanta conversa sobre liberalismo, neoliberalismo e outros fantasmas que tais, a verdade é ainda, goste-se ou não, a de sempre: o peso do Estado na economia (que não se mede necessariamente em interesses económicos diretos) é muito maior do que parece e sobretudo do que deveria ser. Alimenta, estimula, convida perversas promiscuidades entre poderes políticos e económicos que são, cada vez mais, a base do nosso modelo de (sub)desenvolvimento.

2 - Incomoda-me que o número três do ranking dos mais poderosos da economia portuguesa seja o Presidente de Angola. E não apenas pelas razões já aduzidas, porque é mais uma prova da política a jogar no tabuleiro da economia. O facto incomoda-me, sejamos francos, porque não gosto do paradigma em que assenta boa parte do desenvolvimento económico angolano. Total confusão entre interesses públicos e privados, corrupção, desequilíbrios sociais gritantes. O dinheiro parece fácil e é muito, mas é este o modelo que queremos importar para a nossa economia?

3 - Se nos ativermos a factos, é cedo para comentar a posição de Ricardo Salgado no primeiro lugar do ranking. Em bom rigor, é uma boa notícia ver um empresário privado a "liderar" a lista dos poderosos da economia nacional. As reservas, a existir, serão de outra índole e só poderão ser aferidas por uma análise dinâmica deste ranking. Uma rotatividade dos principais rostos e polos do poder é um sintoma de uma economia aberta e alicerçada no mérito. Pelo contrário, uma rigidez na composição desta elite de poder - mesmo quando composta exclusivamente de empresários privados - é um sintoma de uma economia doente, feita de entraves à entrada de novos atores e de corporativismos variados que lhe minam a sua competitividade. Daqui a meia dúzia de anos, será seguramente interessante observar "o que sai" de uma análise destas.

4 - Finalmente, tenho pena que o trabalho não pudesse versar também sobre instituições. Qual será o poder da Maçonaria ou da Opus Dei na economia portuguesa? Qual será o poder da Igreja, das ONGs, dos ativistas ambientais? Qual será o poder dos grandes escritórios de advogados e, porque não perguntá-lo, dos principais media?

O poder, nas sociedades civilizadas, deve ser escrutinado. Para que o seja é preciso, antes de mais, conhecê-lo. O Jornal de Negócios deu, a essa causa, um bom contributo.

in "VISÃO"
16/09/10

MUITA LINDO


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Apesar de este requerimento se passar em 2007, quantas vezes esta situação terá acontecido até hoje??????????

enviado por C. SANTOS

ANDREA BOCELLI

O PASSARINHO


enviado por LURDES S

VIAJE PELO PLANETA

ENTREVISTA A CRISTIANO RONALDO


enviado por C. DIOGO

2 - ACREDITE SE QUISER



Tem pouco mais de 500 empregados com as seguintes estatísticas:

29 foram acusados de maus tratos às suas esposas,

7 foram presos por fraude,

19 foram acusados de assinar cheques sem fundo,

117 arruinaram, pelo menos, dois negócios,

3 foram presos por violência,

71 não podem possuir cartão de crédito devido à sua má utilização,

14 foram presos com acusações relacionadas com a droga,

8 foram presos por furto,

21 estão actualmente acusados em diferentes processos.

Só em 1998, 84 foram detidos por conduzir alcoolizados.

Consegue adivinhar de que organização falamos?

Desiste?

São os 535 membros do Congresso dos Estados Unidos.

E o mais curioso de tudo, é que isto é rigorosamente verdade!


NR: Este rigorosamente verdade deixa algumas dúvidas mas não há fumo sem fogo

PURGA DE BICO

TENHA UM BOM DIA............


..... e vá-se preparando para mais 
aldrabices politiqueiras

compre jornais eles informam!!!!!!!!!!!!!!

Paulo Bento vai ser o novo selecionador
CONTRATO ATÉ 2012 é fechado hoje
Paulo Bento verá hoje formalizado o convite para selecionador nacional, sucedendo no cargo a Carlos Queiroz. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) Gilberto Madaíl inclina-se em definitivo para o nome do treinador de 41 anos que orientou o Sporting e fecha nas próximas horas o contrato 
com o novo técnico até 2012.
A boa relação de Bento com os jogadores, o seu caráter de disciplinador e o conhecimento que tem dos atletas dão garantias de uma resposta positiva numa altura de crise na Seleção. O nome de Paulo Bento chegou a ser integrado na solução-Mourinho, sugerido pelo próprio Madaíl. O treinador deverá fazer-se acompanhar pela estrutura técnica com que trabalhou em Alvalade, nomeadamente os adjuntos João Aroso e Leonel Pontes.
"RECORD"

Docentes de casa às costas
MIlhares de professores começam uma vida nova todos os anos
Ao certo ninguém sabe quantos professores deslocados há em Portugal, mas seguramente serão uns bons milhares. De acordo com as contas da Federação Nacional de Professores, o Ministério da Educação colocou 17 276 professores contratados neste ano lectivo.
Destes, 9998 foram renovações de contratos, enquano que 3976 foram novas contratações para horários completos e 3302 para horários incompletos.
Só uma pequena parte destes docentes é que terá conseguido ficar perto da sua zona de residência. Aos outros milhares, resta-lhes fazer as malas e arrepiar caminho para continuarem a exercer a profissão que escolheram. Entre os docentes, as queixas sobre o método de colocação são muitas.
"Há que repensar todo o sistema de colocação para que se possa preparar com tempo o ano lectivo", reclama João Dias da Silva. O secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), reconhece que a tarefa de colocar 150 mil professores todos os anos é "muito complexa". Todavia, apesar de o ano lectivo já ter começado, "ainda há uma quantidade significativa de alunos sem aulas por falta de professores e um número muito grande de professores por colocar". Daí a necessidade de se repensar este modelo.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Perto de cinco mil pessoas em risco 
de perder o subsídio de desemprego
As novas regras do subsídio de desemprego vão levar a que cerca de cinco mil desempregados percam o direito ao subsídio nos próximos meses. Isto acontece porque a lei que está em vigor desde Julho alarga as situações que obrigam as pessoas a aceitar uma proposta de trabalho.
O número foi avançado pelo presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Francisco Madelino, que até ao final do ano conta duplicar as anulações por recusa de emprego conveniente.
Desde o início de Julho, os desempregados são obrigados a aceitar as propostas de trabalho que lhes ofereçam salários mais reduzidos do que até então. Estas mudanças surgiram na sequência do Programa de Estabilidade e Crescimento e da necessidade de controlar as despesas sociais, para reduzir o défice público.
O Decreto-Lei 72/2010 prevê que, durante o primeiro ano de desemprego, os beneficiários de subsídio são obrigados a aceitar propostas de emprego que ofereçam salário ilíquido igual ao valor da prestação ou 10 por cento superior. A partir do primeiro ano, os desempregados têm que aceitar as propostas de trabalho que lhe garantam uma remuneração mensal ilíquida igual ao valor do subsídio.
Trata-se de uma alteração substancial face à que vigorava até então e que considerava emprego conveniente nos primeiros seis meses de desemprego o que oferecesse um salário 25 por cento acima do subsídio e a partir do sétimo mês o trabalho que garantia um salário 10 por cento acima do valor da prestação.
Na prática, qualquer desempregado que recuse as propostas de emprego que lhe garantam as condições salariais previstas na legislação verão a prestação de desemprego retirada automaticamente. Ora é precisamente isto que deverá acontecer a dois por cento do total de 244.396 beneficiários que no final de Julho estavam a receber subsídio de desemprego, permitindo alguma poupança nas despesas com esta prestação que têm vindo a aumentar ao longo do último ano por causa do número-recorde de pessoas que caíram no desemprego 
na sequência da recessão económica.
"PÚBLICO"

Comércio ilegal de óvulos
O comércio de óvulos e de espermatozóides é uma realidade em Portugal e resulta de objectivos económicos dos dadores que nem sempre têm motivações altruístas, denunciou o presidente do Conselho Nacional de Ética para as 
Ciências da Vida, Miguel Oliveira da Silva.
Segundo o especialista, as leis da Procriação Medicamente Assistida (PMA) e da Interrupção Voluntária da Gravidez têm aspectos que devem ser revistos. Em relação à lei da PMA, que entrou em vigor em 2006, este ginecologista e obstetra é peremptório: "Não vale a pena dourar a pílula e dizer que tudo são rosas e solidariedade em torno da PMA." A solidariedade a que se refere prende-se com a dádiva de espermatozóides e de óvulos que, segundo a lei, não pode ser objecto de comercialização. Uma realidade que é "inevitável". Outra lei que o médico gostaria de ver revista é a do aborto, nomeadamente em relação ao seguimento das mulheres que abortam.
"CORREIO DA MANHÃ"

Simão esclarece razões do adeus
Simão Sabrosa diz que não foi fácil dizer adeus à Selecção Nacional. 
«Foi uma decisão difícil», revela.
«Quero jogar ao meu nível mais quatro ou cinco anos e, embora a Selecção seja importante, acaba sempre por me tirar minutos. Foi uma decisão difícil, mas pensei em mim», afirmou o internacional português do Atlético de Madrid, 
numa entrevista ao jornal espanhol Marca.
"A BOLA"

Orçamento. Fantasma do FMI vai 
obrigar PSD a salvar o governo
As nuvens negras sobre a economia portuguesa serviram de argumentário ao PSD para aprovar as medidas adicionais do PEC e servirão para a previsível abstenção no Orçamento do Estado de 2011.
Mas, para se chegar a este "final feliz", esperado pelo núcleo duro de Pedro Passos Coelho, haverá antes muito choro e ranger de dentes. Isto é: dramatização diária e ameaças de não aprovação caso não sejam satisfeitas as condições avançadas pelo PSD. De facto, as negociações ainda nem sequer começaram: Passos e Sócrates ainda não têm marcado nenhum encontro a sós e só 
depois de desatado o nó é que poderá haver "fumo branco".
Na quinta-feira, na entrevista à RTP, Passos Coelho admitiu ceder numa questão de que tem feito cavalo de batalha, a das deduções fiscais. A formulação aceitável para o PSD é praticamente igual àquela que consta no programa do governo: na página 45 pode ler-se que é objectivo dos socialistas "reformar o IRS, mantendo a estabilidade da receita fiscal, tendo nomeadamente como objectivo redistribuir as deduções e benefícios fiscais, num modelo 
progressivo em favor das classes médias".
Ora, Pedro Passos Coelho afirmou na quinta-feira à noite estar disponível para aceitar tirar deduções aos ricos para dar aos mais pobres: "Se o Governo está preocupado com a justiça social e quiser, entre classes de rendimento, sem impacto na receita fiscal, transferir de uns para outros, porque acha que é mais justo que quem tenha menos rendimentos possa deduzir mais, que quem tenha mais rendimentos, nestes anos de crise, deduza menos, nós estamos disponíveis para isso".
"i"

Portugal já é líder mundial nos transplantes de rim
País aumenta quase 14% o número de operações num ano, ultrapassando a Espanha. Mortalidade em lista de espera por um órgão 
caiu para metade no ano passado
Portugal é o campeão mundial nos transplantes de rim e de fígado em apenas dois anos. Depois de ter conseguido liderar na transplantação hepática em 2008, o País conseguiu ultrapassar Espanha nos transplantes renais com dador cadáver no ano passado. Os dados integram a Newsletter Transplant, publicação da Organización Nacional de Transplantes e do Conselho da Europa.
Maria João Aguiar, coordenadora nacional das unidades de colheita da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação aplaude os resultados: "Conseguimos manter-nos na liderança do transplante do fígado e ultrapassámos a Espanha no transplante renal com dador cadáver, que é a forma ideal". A diferença entre os dois países era mínima em 2008. Espanha fazia 44,9 cirurgias por milhão e Portugal 44,8. Agora, Portugal atingiu as 50 operações 
por milhão enquanto Espanha fez 44,8.
A Noruega apresenta um resultado global melhor no transplante de rim, mas baseia-se sobretudo na dádiva de órgãos em vida, que deve ser o último recurso, já que depende da dádiva altruísta das pessoas. Se Portugal fez 56,1 transplantes por milhão de habitantes (incluindo seis da doação em vida), a Noruega alcançou os 60,8. Porém, comparando apenas os dados de dador cadáver, Portugal ultrapassa largamente a actividade da Noruega com 50 transplantes contra 39,2.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Empresários, banqueiros e economistas 
já vêem FMI na Portela
O recurso ao pacote de financiamento externo da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) é visto por um número crescente de economistas, banqueiros e empresários como uma hipótese - e alguns casos uma inevitabilidade.
Na sexta-feira, a taxa de juro a 10 anos pedida a Portugal ultrapassou os 6%, ficando apenas a escassas décimas do máximo fixado em Maio, no auge da crise grega. Este é também um valor na casa do exigido à Grécia apenas 
um mês antes do país ser obrigado a recorrer à UE e FMI.
Na semana passada o Governo negou com veemência quaisquer dificuldades na gestão das contas públicas. Contudo, as palavras de José Sócrates e Teixeira dos Santos não convenceram nomes como Ernâni Lopes, Alberto de Castro, Esmeralda Dourado ou António de Sousa.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

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