quarta-feira, 15 de setembro de 2010

TRÂNSITO

FRANCISCO RIBEIRO



Morreu Francisco Ribeiro, fundador dos Madredeus
Em 1997, Francisco Ribeiro abandonou os Madredeus para completar a sua formação musical em Inglaterra. Longe do olhar público, o violoncelista regressou a Portugal em 2006 e, em Dezembro de 2009, ressurgiu em primeiro plano com a edição de “A Junção do Bem”, o primeiro álbum do seu projecto Desiderata. “O caminho que percorri [nos últimos anos] é o do autoconhecimento. Foi isso que tive de fazer quando me retirei do país. Quase um retiro espiritual que a música [de 'A Junção do Bem'] reflecte”, afirmou então em entrevista ao ÍPSILON. Francisco Ribeiro morreu hoje, depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro no fígado.
Um dos membros fundadores dos Madredeus, participou como instrumentista e compositor nos álbuns “Os Dias da Madredeus”, “Existir”, “O Espírito da Paz” e “Ainda” e viveu o período de maior fulgor do grupo, quando este se afirmou não só como nome fulcral da música portuguesa, mas também como destaque nos palcos internacionais. Foi o seu período de “rock'n'roll e muita euforia”, recordava em Dezembro do ano passado. Abandonaria os autores de “O pastor” para reiniciar e concluir em Bath, Inglaterra, os estudos académicos de música que a intensa actividade do grupo interrompera.
Já de regresso a Portugal, gravou “Desiderata: A Junção do Bem” com a Orquestra Nacional do Porto, dirigida pelo maestro britânico Mark Stephenson. O álbum, em que colaboraram as cantoras Filipa Pais, Natália Casanova e Tanya Tagaq, o fadista José Perdigão e o guitarrista José Peixoto (também um ex-Madredeus), era visto pelo seu autor como uma digressão interior com um ponto em comum a todas as músicas, “o amor”, “a linguagem universal.”
“Desiderata” teve como mote o poema com o mesmo título do americano Max Ehrmann. Os seus primeiros versos surgiam, de resto, destacados no CD: “Vai placidamente no meio do barulho e da confusão, lembrando-te de quanta paz existe no silêncio.”
O corpo estará amanhã, em velório na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, na Avenida de Berna, em Lisboa. O funeral realiza-se quinta-feira, no cemitério dos Olivais.
"PÚBLICO"

E O MAIS SERÁ REVELADO

CARLOS FERREIRA MADEIRA


A conspiração do optimismo

Teixeira dos Santos tem de olhar para os números e lutar contra a alucinação. Porque a conspiração do optimismo arruinará Portugal

Uma alucinação estabelece um vínculo forte entre a verdadeira percepção e a falsa realidade. A propósito, eis um diálogo improvável num país lúcido. Diz o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos: "É importante que o sector da saúde saiba gerir os recursos de que dispõe e geri-los em conformidade com os recursos disponíveis." Responde a ministra da Saúde, Ana Jorge: "Estou muito contente porque o senhor ministro das Finanças veio apoiar o que o ministério da Saúde tem vindo a dizer ao longo dos anos."

O equivalente funcional deste diálogo seria este, entre pai e filho: "Zezinho, não podes fazer chichi nas calças." O Zezinho, de fralda molhada, responde: "Tens toda a razão, papá, estamos de acordo. Eu não faço chichi nas calças."

Os prejuízos operacionais acumulados pelos hospitais- -empresa (EPE) atingiram 1,4 mil milhões de euros (nos últimos cinco anos), as dívidas à indústria farmacêutica e às farmácias ultrapassaram os mil milhões de euros e o défice do Serviço Nacional de Saúde (SNS) era de 101 milhões de euros em Junho. São meros pormenores da alucinação. A verdade é que, em face dos números oficiais de Junho de 2009, o défice do SNS cresceu 150 milhões de euros. É claro que Teixeira dos Santos apoia o ministério da Saúde. É por isso, de resto, que afirma: "É sempre mais fácil ter um problema financeiro e pedir ao ministério das Finanças que cubra o problema, essa é a solução mais fácil, mas temos é de ter rigor e disciplina na gestão dos recursos disponibilizados aos serviços."

Qualquer pessoa lúcida pergunta: quem paga a factura e com que dinheiro? Teixeira dos Santos está a contar com 450 milhões de euros, por via dos cortes nos benefícios fiscais, para reduzir o défice. O PSD veta a ideia porque exige ao Estado que corte na despesa e inverta o ciclo de redução do défice à custa do aumento de impostos - o que sucede em Portugal desde 25 de Abril de 1974. E logo cai o Carmo e a Trindade. Cuidado: querem liquidar o Estado Social. E coitadinhos dos portugueses que não sabem viver sem ele. Mas para que serve o Estado Social falido?

Os 15% dos portugueses que pagam 85% do IRS começam a sentir a corda na garganta por causa da loucura redistributiva dos arautos do Estado Social. Acresce à dura realidade que a emissão de dívida pública, colocada quarta-feira, atingiu o nível perigoso de 5,973%. Em Março de 2010, no pico da crise da dívida soberana desencadeada pela Grécia, Portugal pagava 4,171%. Ou seja, por cada 100 milhões de euros, o Estado paga agora seis milhões de juros ao ano. Onde vai o Estado buscar o dinheiro? Na última década, a economia cresceu menos de 1% ao ano e as previsões para o futuro são desanimadoras.

Mas atenção, Sócrates avisou: "Ninguém conte com o PS para alinhar em simulacros e fingimentos, ninguém conte com o PS para ultimatos e crises artificiais e, sobretudo, ninguém conte com o PS para não cumprir os compromissos internacionais ou para pôr mesquinhos cálculos eleitoralistas à frente do interesse nacional." O interesse nacional parece coincidir com uma alucinação colectiva, essa verdadeira conspiração do optimismo. Se o primeiro-ministro diz que "Portugal é o campeão do crescimento económico", é porque deve ser verdade. Percebe-se que José Sócrates queira injectar confiança no país e nos investidores internacionais. Mas a fórmula funciona como um analgésico: trata da dor, não fornece a cura.

Fora da alucinação geral destacam-se os pessimistas. Teixeira dos Santos sabe que a conspiração do optimismo pode acabar com o país. E porquê? Porque tem a verdadeira percepção da verdadeira realidade. 

"i"
13/09/10

EXPLORAÇÃO LABORAL EM PAÍS COMUNISTA

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4 - MUITO JOVENS VIOLINISTAS

5 - ESPECIAL CASA PIA - ACORDÃO

Depois de sucessivos atrasos, chegou ontem às mãos dos advogados o esperado acórdão do processo Casa Pia. Com 1760 páginas (menos 30 do que as disponibilizadas no site do Conselho Superior da Magistratura - versão sem os nomes das vítimas - o documento não poupa Carlos Cruz, acusando-o de dar explicações contraditórias. Mas também é duro com os restantes arguidos. Os juízes que analisaram os testemunhos em tribunal afastam a tese de "fantasia criada pelos ex-alunos" defendida por Sá Fernandes, e apoiam o trabalho da PJ. Acusam ainda Manuel Abrantes de proteger Bibi e este de ser um "predador sexual". Afirmam que Ferreira Diniz se aproveitou de ser médico para se aproximar dos menores e que Hugo Marçal não mostrou arrependimento. Também acusam Ritto de se ter aproveitado da pobreza das vítimas.

1 - Ritto aproveitou dificuldade financeira do menor
O antigo embaixador é acusado de ter abordado um menor da Casa Pia que arrumava carros para ajudar a família a pagar as suas despesas
O arguido Jorge Ritto "conhecia a precária situação económica do menor R. N. e da sua família, bem sabendo que tal o tornava especialmente vulnerável", refere o acórdão, salientando que o então diplomata chegou mesmo a dizer ao rapaz que "podia ajudar a sua mãe". Nesse sentido, o arguido dava dinheiro ao menor após consumar com ele práticas sexuais, implicando "coito oral e coito anal", especifica o documento.
Jorge Ritto, que foi embaixador, "agiu de modo voluntário, livre e consciente, querendo satisfazer os seus instintos libidinosos, bem sabendo que tais condutas eram proibidas pela lei penal", lê-se no acórdão.
Acrescenta que no Verão de 1999, "quando abordou e levou R. N., então com 12 anos, para uma residência em Cascais, à presença de vários adultos do sexo masculino, o arguido tinha presente a idade do menor e também sabia que, mercê da sua intervenção, aquele seria sujeito a actos de índole sexual que incluíam coito anal, coito oral e actos de masturbação".
Segundo o mesmo documento, ficou provado que Jorge Ritto abordou R. N., pela primeira vez, em Outubro ou Novembro de 1998, quando o menor e outros dois jovens "arrumavam" carros junto do Aquário Vasco da Gama, no Dafundo, em Algés.
Numa noite de Dezembro de 1998 ou Janeiro de 1999, R. N. "foi com os seus irmãos, com o arguido Jorge Ritto e outro indivíduo jantar a um restaurante chinês em Alcântara. Depois seguiram todos para um andar de um prédio na Alameda D. Afonso Henriques. Jorge Ritto disse a R. N. para o acompanhar a um quarto, pois 'tinha uma coisa que lhe queria mostrar', que os seus irmãos já tinham visto", descreve o acórdão. O documento dá como provado outro encontro semelhante, entre Abril e Julho de 1999, numa casa na Avenida da República.

2 - Integração social de Marçal facilitou ilícitos
Colectivo de juízes ressalva que o advogado de Elvas não mostrou arrependimento e que não teve uma postura "colaborante" durante o julgamento
Tendo por base os relatos das vítimas, o colectivo de juízes considerou que o advogado Hugo Marçal teve um "manifesto aproveitamento das especiais condições de vulnerabilidade das vítimas". Além de ressalvarem que o advogado de Elvas não teve uma postura "colaborante", mas sim "desculpabilizante" ao longo do julgamento, os juízes referiram no acórdão que "a favor do arguido" encontram "apenas a sua integração social e económica". Acrescentaram, porém, que esta condição não foi suficiente para justificar uma "mudança de atitude", mas antes facilitou "os actos ilícitos por si cometidos".
O acórdão refere ainda que Hugo Marçal "não mostrou arrependimento" e especifica quais os "factos provados" que levaram à condenação do advogado por dois crimes de pornografia de menores e um de abuso sexual, crimes cometidos na "casa de Elvas". Nos dois crimes de pornografia de menores, denunciados por duas vítimas diferentes, ficou também provado, segundo o colectivo, a presença de Carlos Cruz.
Nos mesmos factos elencados no acórdão é dado como provado que Marçal alugou a casa a Gertrudes Nunes e que dava dinheiro a Carlos Silvino num envelope.

3 - Contradições de Cruz reforçaram sentença
A juíza do processo Casa Pia, Ana Peres, considerou pouco credíveis as explicações prestadas em tribunal por Carlos Cruz quanto aos registos de chamadas telefónicas que apresentou para refutar as acusações de abuso sexual de que era alvo e pelas quais foi condenado a sete anos de prisão efectiva.
Não obstante "as qualidades" no discurso de Carlos Cruz, pelo "seu conhecido percurso profissional", a juíza recordou que "a contradição (ou aparência de contradição), a inconsistência (ou aparência de inconsistência) pode ocorrer". Esse foi o caso, aponta Ana Peres.
O colectivo de juízes admite que Carlos Cruz "preparou os dados sobre os quais prestou declarações, prestou as suas declarações com possibilidade de recorrer aos elementos documentais que estavam em causa, concretamente registos de tráfego telefónico, pagamento visa/multibanco e registos de Via Verde". E ainda aponta ao ex- -apresentador "um discurso lógico, sem contradições no raciocínio". Ainda assim, as explicações sobre "os cartões de telemóvel que pode ter utilizado (daqueles que lhe eram oferecidos com telemóveis pelas operadoras) ou que deu à sua filha, ou quanto à utilização de cartões no seu telemóvel, que não fosse o que disse ser o seu número usual", não convenceram os juízes.
Estas e outras frases constam do acórdão integral do processo Casa Pia entregue, ontem, às 09.30, com um atraso de mais de uma semana, aos advogados das vítimas e dos arguidos a que o DN teve acesso.
O tom dos três magistrados não é benevolente para o arguido mais mediático: "A seu favor temos apenas a sua integração social, familiar e económica, que o arguido sempre afirmou em julgamento (...) mas que facilitou a prática dos ilícitos por si cometidos".
4 - Juízes concluíram que Abrantes deu "protecção" a "Bibi"
Os juízes indicaram que o ex-provedor adjunto protegeu o ex-motorista, que teve liberdade e impunidade para praticar abusos sexuais com menores casapianos.
No acórdão final, a que a Agência Lusa teve acesso, o colectivo considerou que existiu uma relação "diferente" entre os dois arguidos, ambos condenados por abuso sexual de menores, que levou a concluir que houve "uma situação de 'protecção'" do ex-provedor ao seu funcionário.
Ao longo dos anos em que trabalhou na instituição, Carlos Silvino teve várias "sanções disciplinares e advertências", mas ao mesmo tempo foi progredindo na carreira e sendo promovido, "criando um sentimento de superioridade e impunidade".
Baseando-se nos relatos de várias testemunhas que trabalharam na Casa Pia, os juízes entenderam que, "objectivamente, havia uma especial relação entre o arguido Carlos Silvino e o arguido Manuel Abrantes e vice versa", culminando numa "atitude de protecção" do ex-provedor em relação ao ex-motorista, que "tinha atitudes que demonstravam ascendente e poder face aos demais funcionários".
Além disso, os relatos das testemunhas indicam que, apesar da diferença de estatuto entre os dois, Carlos Silvino tratava às vezes Manuel Abrantes "com arrogância e desrespeito, pondo em causa publicamente a sua autoridade" sem recear "sanção ou recriminação".
Por seu lado, Carlos Silvino pôde "movimentar-se no interior da Casa Pia de Lisboa como quis", destacam os juízes.
Manuel Abrantes demonstrou "tolerância" para com Carlos Silvino e permitiu-lhe "dispor, sem preocupação, do tempo durante o período de serviço ou dos veículos da Casa Pia" para abusar ou permitir que outros arguidos abusassem de alunos.

FONTE: "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"





5 - Profissão de médico aproximou Ferreira Diniz das vítimas
Os juízes do processo Casa Pia consideraram que o arguido João Ferreira Diniz utilizou a profissão de médico como fator de aproximação às vítimas de abusos sexuais.
O tribunal entendeu ser censurável cada crime praticado pelo arguido, a juntar ao aproveitamento da sua condição de médico, "fator de algum modo determinante na ausência de qualquer suspeição inicial sobre si por parte das vítimas".
Os juízes consideraram que o arguido cometeu abusos sexuais "com dolo direto" e que a sua postura em julgamento "não foi de todo colaborante, mas antes de negação perante os graves factos" de que era acusado.

6 -Testemunhos e registo de chamadas provaram que Ritto e Ferreira Diniz se conheciam
Testemunhos de um jovem prostituto e de uma empregada doméstica, bem como registos telefónicos, levaram os juízes do processo Casa Pia a concluir que os arguidos Jorge Ritto e Ferreira Diniz se conheciam antes do julgamento, o que ambos sempre negaram.
No acórdão na íntegra entregue hoje aos advogados e a que a agência Lusa teve acesso, os juízes afirmam claramente na secção dedicada aos factos provados que "o arguido Ferreira Diniz conhecia o arguido Jorge Ritto".
Uma das razões para chegarem a esta certeza foi o testemunho de um jovem que admitiu ter mantido uma relação de natureza sexual com o embaixador Jorge Ritto, vivendo na sua casa e viajando inclusivamente algumas vezes para Paris, onde o diplomata estava colocado, ainda antes de fazer 18 anos.

7 - Juízes rejeitaram hipótese de denúncias serem história combinada entre vítimas
O coletivo que julgou o processo Casa Pia rejeitou a hipótese de as denúncias de abusos sexuais serem uma "história" criada pelas vítimas para incriminar os arguidos, argumentando que não existe qualquer história comum a todos.
"Uma situação seria, por exemplo, nove jovens acordarem entre si criar uma história [...] que desde o princípio até ao fim fosse globalmente coincidente e comum a todos", referem os juízes no acórdão entregue hoje aos advogados e a que a Agência Lusa teve acesso.
Esta tese de história inventada - ou "fantasia", como se lhe referiu a defesa do apresentador Carlos Cruz - apresentada pelas defesas levou o tribunal a avaliar depoimentos, cruzando declarações de arguidos, assistentes e testemunhas, "para despistar a possibilidade de tudo isto ter sido uma história criada".

FONTE: "i"

ARQUITECTICES II


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enviado por D.A.M.

MOSAICULTURES INTERNACIONAIS VII

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NEIL ARMSTRONG

A 20 de Julho de 1969, na qualidade de comandante do Modulo Lunar Apollo 11,
Neil Armstrong foi o primeiro homem a andar na Lua.

As suas primeiras palavras depois de caminhar sobre o satélite
"-That's one small step for a man, one giant leap for mankind",
foram transmitidas por televisão para a Terra e ouvidas por milhões de
pessoas.

Mas imediatamente antes de reentrar no módulo, proferiu a enigmática
observação
"-Boa sorte, Mr.Gorsky!".

Muitos na NASA pensaram que se tratava de uma piada de circunstância visando
um qualquer cosmonauta soviético rival. No entanto, e depois de se ter
investigado, não havia nenhum Gorsky tanto no programa espacial Soviético
como no Americano.

Ao longo dos anos, muita gente questionou Armstrong a respeito do seu "Boa
sorte, Mr. Gorsky!" ao que ele apenas sorria.

Em 5 de Julho de 1995, em Tampa Bay, Florida, enquanto respondia a perguntas
depois de uma conferência, um jornalista trouxe de novo a velha questão de
26 anos.

Mas desta vez, finalmente, Neil Armstrong respondeu. Mr.Gorsky já tinha
morrido e achou que já podia revelar o mistério:

"Em 1938, quando era um miúdo e vivia numa pequena cidade de Midwest,
estava a jogar baseball com um amigo nas traseiras da casa. O meu amigo
bateu uma bola que voou e aterrou no jardim do lado junto a janela do
quarto. Os vizinhos eram o casal Gorsky.

Quando me aproximei da janela para apanhar a bola, ouvi
Mrs.Gorsky gritar para Mr. Gorsky: -Sexo oral!? Tu queres sexo oral?! Pois
vais ter sexo oral quando o puto aqui do lado andar na Lua!"


Dizem que esta história é verdadeira!

enviado por E. FRANÇA

FOTOS NATIONAL GEOGRAPHIC I

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TENHA UM BOM DIA....


...QUE O ASSALTO AO SEU BOLSO CONTINUA

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Taça da Liga sem Benfica agita o futebol português
O facto de o Benfica estar a equacionar a forma como encarará a Taça da Liga em 2010/11, levantou uma enorme onda de especulações ao longo do dia de ontem. Neste momento podem colocar-se, ao Benfica, dois planos estratégicos diversos.
Segundo A BOLA apurou, o clube da Luz entende que, em primeiro lugar, segundo o Decreto Lei n.º 303/99, de 6 de Agosto, existem apenas duas competições profissionais organizadas pela Liga, em coordenação com a FPF.
A saber, a Liga Zon Sagres e a Liga Orangina (antes Liga de Honra), por terem sido aquelas que mereceram o respectivo reconhecimento enquanto tal por via do Despacho do Ministro da Juventude e do Desporto, de 28 de Março de 2000, emitido ao abrigo nos termos e para os efeitos do Dec. Lei n.º 303/99, de 6 de Agosto (despacho publicado no Diário da República, II Série, n.º 164, de 18.07.2000, p. 11873).
Assim sendo, o ponto de vista de fontes encarnadas próximas do processo aponta para que, segundo a Lei, só estas competições serem de participação obrigatória para os clubes. Para que a Liga possa impor a participação dos clubes na Taça da Liga terá, então, que submeter a mesma ao crivo da homologação ministerial, via Federação Portuguesa de Futebol.
"A BOLA"

Ministra da Cultura admite colapso 
iminente do Estado social
No mesmo dia em que Passos Coelho apresentou a proposta do PSD de revisão constitucional - fortemente criticada pelo governo, que a apelida de ataque à escola pública e ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) -, a ministra da Cultura assumiu "o colapso iminente do Estado social" nos países europeus. Gabriela Canavilhas foi peremptória: "Os défices públicos estão a obrigar a repensar o financiamento" do actual modelo. "O Estado social está ameaçado", concluiu. A ministra esteve presente no Seminário sobre Gestão Cultural, que decorreu durante o dia de ontem no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. E, contrariando o discurso vigente do governo, acrescentou, em declarações à Lusa, que "os cortes de despesa pública nos países europeus demonstram que o Estado social encontrou o seu limite".
Nos assuntos que dizem respeito à sua pasta, Canavilhas defendeu que "o Ministério da Cultura continuará a ser o garante da actividade cultural nuclear do país", porém é fundamental, disse, "uma reflexão conjunta produtiva 
que possibilite criar formas alternativas de financiamento".
Estas declarações rompem com o discurso 
que tem sido feito pelo governo de defesa do Estado social.
"i"

Ministra quer regresso de médicos reformados
Nos 31 anos do SNS, a ministra da Saúde aponta estratégias para resolver falta de clínicos, gerir melhor e conter a despesa
A falta de médicos é um dos problemas mais graves do Serviço Nacional de Saúde (SNS), 31 anos depois da sua criação. A situação agravou-se este ano com as saídas e reformas antecipadas de muitos profissionais. A sua contratação está agora em curso e dependerá das necessidades. Em declarações ao DN, a ministra da Saúde, Ana Jorge, não podia ser mais clara: "Neste momento, aceitamos todos os médicos que quiserem ficar a trabalhar, como é óbvio."
O cenário que a ministra traça é negro, mas realista: "Neste momento temos carência de médicos em quase todos os centros de saúde. Se não for numa extensão, é na do lado. Nos hospitais, talvez essa escassez não seja tão evidente, 
mas áreas piores estão bem identificadas", admite.
Os erros de planeamento dos anos 80 têm tido reflexos nos últimos anos e estão agora em fase de correcção. Mas houve mais. O anúncio do Ministério das Finanças de que as reformas antecipadas seriam mais penalizadas criou uma verdadeira corrida às reformas: em poucos meses, houve 600 pedidos de médicos, 
maior parte de médicos de família.
Para resolver o problema, o Governo criou a possibilidade de fazer contratos directos com o SNS por três anos. E apesar das condições pouco apelativas - quase sem acréscimos remuneratórios - "já sabemos que há dezenas de médicos interessados em continuar a trabalhar", diz. Um exemplo é o Centro de Saúde de Almada, onde havia oito ou nove pedidos e quatro pediram para continuar. "Gostaríamos que houvesse mais, mas, pelo que sei, um número elevado vai manter-se", refere. Muitos destes casos são de médicos que estavam em empresas "e que reconverteram a sua situação com base na nova lei", que não permite que reformados 
trabalhem para o SNS de outra forma.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Constituição desvia atenção da crise do Orçamento
Ano parlamentar arranca hoje com foco na proposta de revisão constitucional do PSD. Deixando para segundo plano o Orçamento do Estado, do qual pode depender a credibilidade de Portugal nos mercados.
A Assembleia da República reabre hoje para uma nova sessão legislativa, com Portugal ainda sob a ameaça de intervenção externa para enfrentar a crise económica. O Orçamento do Estado, a apresentar dentro de um mês, pode ser decisivo na credibilização do País. Mas boa parte do debate político vai estar, nas próximas semanas, centrado na proposta de revisão constitucional aprovada 
ontem pelo PSD, que o PS critica frontalmente.
Passos Coelho avisou ontem que mais depressa perde o tempo que for necessário a discutir este tipo de propostas, que considera estruturantes , do que discute iniciativas avulsas e inconsequentes. Em cima da mesa, e com receita já comprometida junto da Comissão Europeia, através do Pacto de Estabilidade e Crescimento, estão temas quentes como a redução nos benefícios e deduções fiscais e o Código Contributivo. Os dois sozinhos valem cerca de 700 milhões de euros, cerca de 0,4% do PIB, e, até agora, não foram apresentadas propostas alternativas 
que colmatem a sua eventual suspensão.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Dirigente terá sido aliciado para votar contra Queiroz
A defesa de Carlos Queiroz vai chamar a depor o diretor da FPF Cerqueira Alves para confirmar ou não ter sido alvo de uma suposta tentativa de aliciamento por um dos seus colegas de direção, e por outro elemento estranho à mesma mas com poder no futebol português, para votar contra a continuidade do ex-selecionador.
A “confissão” do dirigente federativo terá ocorrido numa reunião em Aveiro, no dia em que se disputou a Supertaça entre o FC Porto e o Benfica, e que foi testemunhada por Agostinho Oliveira. Este, porém, negou a existência de tal conversa, apesar de a ter confirmado perante todos os elementos da equipa técnica numa reunião 
promovida por Queiroz em sua casa.
Cerqueira Alves faz parte da direção da FPF e encontrou-se com Queiroz e Agostinho em Aveiro (Gilberto Madaíl também deveria ter estado presente mas à última hora comunicou que não ia) numa altura em que decorria o inquérito do Instituto do Desporto de Portugal e aí terá feito revelações que colocam em causa o comportamento de Amândio de Carvalho (e não só) em todo o processo. Cerqueira Alves terá mesmo dito “tentaram aliciar-me para uma votação”, perante a qual terá respondido: “não contem comigo para isso”. O dirigente não referiu o nome do outro eventual aliciador apesar de insinuar tratar-se de uma figura
com muito poder no futebol nacional.
"RECORD"

Igreja diz que é "indecente" o actual modelo económico
Portugueses "são generosos" mas "têm pouco o hábito de partilhar", 
admite D. Carlos Azevedo
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social considerou "indecente, injusto, desigual e desproporcionado" o actual modelo económico, porque "agrava a pobreza e a exclusão social". D. Carlos Azevedo 
defendeu por isso uma revisão desse modelo.
"Não são as pessoas que estão ao serviço da economia, mas a economia ao serviço das pessoas e dos povos, ao serviço do bem comum sem deixar de lado os vulneráveis. O capitalismo fez muitas vezes da mão-de-obra mera mercadoria", disse o responsável durante a sessão de abertura da XXVI Semana da Pastoral Social que termina amanhã em Fátima.
Segundo D. Carlos Azevedo, "há uma cultura de individualismo exacerbada" que tem de ser "contrariada", defendendo que "só com modelos humanistas" se poderá ultrapassar a crise económica e traçar caminhos de futuro.
"Não vamos aqui dar recados ao Governo", garantiu o prelado, admitindo que está "ultrapassada a fase de qualquer jogo político".
"Como se tem verificado, a secularização não baixa com políticos de centro-direita", disse ainda, sustentando que "os princípios morais têm de estar 
inscritos no coração das pessoas".
Lembrando que os cristãos são chamados a "reinventar o espaço público como lugar de deliberação e de diálogo em comum", o responsável garantiu que a Igreja "não abdicará dessa intervenção política, decorrente 
do modo cristão de estar na sociedade".
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Fisco obriga gestores de insolvência 
a pagar dívidas das empresas
Fernando Cruz Dias é administrador de insolvência. Ontem, esteve a prestar declarações na divisão de processos criminais da Direcção de Finanças, em Lisboa. Foi constituído arguido, não por dívidas que contraiu, mas porque uma das empresas que acompanhou não cumpriu com as obrigações tributárias.
O fisco quer obrigá-lo a pagar 12 mil euros de IVA, referentes a Setembro de 2009. Nessa altura, ainda nem tinha sido nomeado para conduzir o processo.
A Administração Fiscal tem vindo a notificar vários administradores de insolvência, responsabilizando-os pelas dívidas de empresas falidas, na impossibilidade de penhorar bens. No entanto, além de esta prática ser considerada "abusiva" pela associação do sector, as notificações reportam a datas anteriores à nomeação do administrador. A Associação Portuguesa dos Administradores Judiciais (APAJ) vai mover uma providência cautelar esta semana, para travar a acção do fisco.
De acordo com uma das notificações a que o PÚBLICO teve acesso, a Direcção-Geral dos Impostos (DGI) suporta o envio de notificações na Lei Geral Tributária (LGT) e no Código de Procedimento e de Processo Tributário (CPPT), que definem os administradores de insolvência como "responsáveis subsidiários", que, "na falta ou insuficiência de bens do devedor" e no caso de "o pagamento não ser efectuado dentro do prazo", respondem pelas dívidas fiscais.
"PÚBLICO"

Godinho pagou pacto de silêncio
Sucateiro de Ovar contratou advogados de co-arguidos e ofereceu quantias mensais aos réus para não falarem. Quis enganar a Justiça, diz o MP.
Manuel Godinho continuou a gerir as suas empresas da prisão, com a ajuda da sua secretária Maribel Rodrigues.
"CORREIO DA MANHÃ"

PALÁCIO DE MONSERRATE - SINTRA

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ENTÃO BÉBÉ DORMES OU NÃO?

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PAPAGAIO HABILIDOSO

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