quinta-feira, 9 de setembro de 2010

CONTORCIONISMO

4 - FREE STYLE

PEDRO TADEU

PEDRO TADEU

As provas do processo Casa Pia

Os três juízes que encerraram a primeira instância do julgamento do processo Casa Pia deram como provados os factos que condenaram os arguidos. Eles dedicaram seis anos a ler 66 mil folhas, a analisar mil CD e 352 DVD, a ouvir 989 pessoas, a acompanhar 1183 horas de sessões em tribunal. Eles defrontaram um caso que marca para sempre as suas carreiras, a sua imagem pública, a sua credibilidade profissional, a sua paz interior. É monstruoso admitir que estas pessoas condenaram os arguidos violando a sua consciência moral.
Ao fim de oito anos, desde o início da investigação, está provado que a Judiciária e o Ministério Público não tiveram um comportamento ético adequado. Na recolha de indícios, na interpretação das provas, na organização de perícias, na condução de interrogatórios, na forma como enfrentaram a pressão política e mediática, na maneira como, por sua vez, fizeram pressão sobre os políticos e os media, violaram várias vezes a lei, ignoraram direitos constitucionais e torceram a interpretação sensata dos códigos. Tudo o que seria reprovável na conduta de quem representa o Estado aconteceu: escutas telefónicas idiotas, listas de suspeitos caluniosas, fugas de informação selectivas, mudanças de datas e locais dos crimes nas últimas sessões do julgamento, sei lá que mais...
Está também provado que qualquer processo judicial que envolva políticos importantes é o diabo! Por um lado, temos justiceiros a atiçar fogueiras, como o perturbado Pedro Namora ou a santa Catalina Pestana, a empurrar turbas populistas para a condenação sumária. Por outro lado, temos interferências inaceitáveis no poder judicial, tentativas de liquidação de carreiras - como sucedeu ao juiz Rui Teixeira -, mudanças em cima da hora, de interesse suspeito, na lei e cenas inenarráveis na Assembleia da República, como a de Paulo Pedroso, quando saiu da prisão preventiva.
Ao fim de oito anos está provado que jornalistas que dêem voz aos presumíveis inocentes são apontados de conspiração para encobrimento de crimes hediondos. O prémio de bom jornalismo e o respeito da sociedade vai, afinal, para aqueles que condenam os arguidos, muito antes dos tribunais.
Os juízes, na sua ciclópica tarefa, deram como provados os factos que condenaram Carlos Cruz e os outros. A lentidão do julgamento, em confronto com a pressa mediática, acaba ironicamente por dar mais força à decisão: não foi um linchamento, foi mesmo um julgamento. Mas, face a tudo o que aconteceu, eles podiam decidir bem, podiam decidir sem errar? Isso, infelizmente, é que ainda está por provar.

in "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
07/09/10

EDITH PIAF - UMA VIDA I

ENNIO MORRICONE

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Medicamentos contra insónia e ansiedade 
aumentam risco de mortalidade
A investigação, realizada pela professora Geneviève Belleville, da Faculdade de Psicologia da Universidade Laval, no Québec, apoia-se nos dados recolhidos durante 12 anos pelo Instituto de Estatísticas do Canadá, num grupo de 14 mil canadianos com idades entre os 18 e 102 anos.
Durante os 12 anos, 15,7% das pessoas que disseram ter tomado pelo menos uma vez um medicamento contra a insónia ou a ansiedade, no mês anterior à entrevista, morreram. Nas que nada tomaram, a taxa de mortalidade era de 10,5 por cento.
"VISÃO"

Ministério ligou a famílias de turistas vivos 
dizendo que estavam mortos
Alguns familiares de turistas portugueses, que ontem, quarta-feira, participavam na acidentada excursão a Marrocos, foram informados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de que tinham morrido quando, afinal, estão vivos. 
Fonte do MNE admite "confusão".
De acordo com o que o JN apurou, as autoridades marroquinas enviaram ao Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) uma lista provisória com a identificação das vítimas mortais do acidente, da qual constava o nome e o número do bilhete de identidade ou do cartão do cidadão.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Madeira foi a única região a perder receitas num cenário de recuperação do turismo
Há sinais de recuperação no turismo. Em Julho, houve mais dormidas nos hotéis, as receitas aumentaram dez por cento e os principais mercados emissores passaram de quebras a crescimentos. Mas há uma excepção: a Madeira, que já em 2009 registou menos 711 mil estadias de turistas, continua em crise. É, agora, a única a perder dormidas e proveitos, um cenário que está a criar agitação política. Amanhã, haverá uma audição parlamentar para discutir o estado actual do turismo na região.
Os dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que, em Julho, os estabelecimentos hoteleiros portugueses registaram 4,6 milhões de dormidas, mais 8,1 por cento do que em igual período de 2009. E que as receitas totais dos alojamentos subiram dez por cento, para os 225,6 milhões de euros. Este desempenho positivo foi transversal a praticamente todas as regiões, com destaque para Lisboa, que subiu 14,3 por cento no número de estadias, e para o Algarve, cujos proveitos aumentaram 13,8 por cento.
Há apenas uma região em contraciclo: na Madeira, ainda não foi em Julho que as quebras que se têm vindo a sentir desde 2008 foram superadas. Apesar de uma ligeira recuperação face a Junho, o arquipélago continua "no vermelho", tendo assistindo a uma diminuição de 4,7 por cento nas dormidas e de 6,4 por cento nas receitas. Tendência que faz cada vez mais da Madeira, que em 2009 perdeu mais de 711 mil dormidas, uma excepção no país.
"PÚBLICO"

Pais vão fechar escola a estrear
No dia em que o Governo garantiu um arranque de ano lectivo com tranquilidade, uma escola nova às portas de Lisboa vive em turbulência 
devido à falta de funcionários.
"Vai ser impossível começar as aulas segunda-feira com apenas três auxiliares para 800 alunos", disse ao CM Nuno Mantas, director do Agrupamento de Escolas da Boa Água, na Quinta do Conde (Sesimbra). Os pais prometem luta: "Vamos fechar a escola a cadeado segunda--feira. Precisamos de 29 funcionários e temos três, é uma vergonha. Estamos solidários com a direcção e responsabilizamos o Governo", disse Fernanda Fonseca, presidente da Associação de Pais. E para ‘ajudar', a escola é constantemente assaltada.
Constituída em Junho de 2009, a escola funcionou a 50 por cento no ano lectivo passado. Havia 25 auxiliares com contratos de emprego--inserção, destinados a pessoas no desemprego que assim ganham um acréscimo de 20% no subsídio. "Era uma solução razoável para o primeiro ano. Demos-lhes formação e queríamos que alguns continuassem. Mas acabaram-lhes os contratos a 31 de Agosto", conta o director Nuno Mantas. A Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) já autorizou que a escola contrate mais auxiliares da mesma forma: "Nem em Dezembro teríamos funcionários. O Centro de Emprego 
não vai ter pessoas suficientes, e isto não é solução porque estamos 
a falar de necessidades permanentes."
O director diz ter conhecimento "informal" de que a DRELVT "vai autorizar a contratação a tempo parcial". "São contratos de 3,5 horas por dia, a 3 euros/hora. Uma mulher-a-dias ganha mais. É a escola que contrata directamente. 
Mas espero autorização oficial."
"CORREIO DA MANHÃ"

Laurentino Dias acusado por Vieira no “caso” Queiroz
O presidente do Benfica apontou esta noite o dedo a Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto, devido ao processo que levou à suspensão de seis meses de Carlos Queiroz pelo ADoP.
«Fui testemunha de Carlos Queiroz no processo e tive todo o prazer, mas não devo falar mais. Se não formos apurados para o Euro-2012, alguém terá que ser responsabilizado. Estou a referir-me ao senhor secretário de Estado. Ele Inventou e traçou caminho, agora assuma responsabilidades», disse Vieira.
O presidente do Benfica fez questão de ilibar Gilberto Madaíl, presidente da FPF, de responsabilidades e ainda disse que o líder federativo «merece respeito, 
pois fez coisas muito positivas na Federação».
Luís Filipe Vieira foi mais longe, no entanto, quando voltou a falar de Laurentino Dias. «As decisões vão ser tomadas, vai haver reunião importante, vamos ver. Os objectivos estão conseguidos. Era afastar Carlos Queiroz. Os resultados estão à vista, não vão é esconder-se depois... O país todo já está farto e todos se aperceberam do que se passou com Carlos Queiroz. Se tivesse ido às finais era um herói. É tão evidente que Laurentino Dias orquestrou tudo isto...», prosseguiu o responsável encarnado.
Luís Horta, presidente o organismo que combate o doping, também não escapou às críticas de Vieira. E aqui o caso Queiroz misturou-se mesmo com a suspensão que Nuno Assis teve enquanto jogava na Luz. Da mesma forma que também Laurentino foi atacado: «Tenho a noção exacta de que nada se passou com o Nuno Assis. Fizemos a defesa do Nuno Assis, que nunca esteve dopado. Houve ali qualquer confusão. Depois disso houve perseguição ao Benfica. 
Em todas as modalidades, qualquer jogador era controlado. 
Quem esteve por trás disso foi secretário de Estado».
Para Luís Filipe Vieira, o controlo antidoping feito à Selecção na Covilhã foi escandaloso: «Às sete da manhã, oito, não são horas para se fazer controlo antidoping. Se estivesse no hotel faria todos os possíveis para não incomodarem os nossos jogadores e diria para voltarem às 10. São sempre às oito da manhã? Os resultados estão à vista... Iam controlar sete jogadores naquele dia? 
Isso já passou, já não é tema».
"A BOLA"

Comandantes acusam MAI de levar 
polícias ao "desespero"
Em exclusivo ao DN, o presidente do Sindicato dos Oficiais diz que ameaça de greve é acto de "desespero" dos agentes, a trabalhar no limite da capacidade. Governo é responsável, acusa.
O presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais da PSP, que representa os principais comandantes desta força de segurança, alerta para o "acto de desespero" que significa a ameaça de greve anunciada esta semana por outro sindicato da polícia. Embora se manifeste "totalmente contra" a iniciativa, que caracteriza de "ilegal e irresponsável, para além de lesiva da imagem da instituição e do país", Jorge Resende, que comanda a Divisão da PSP de Loures, uma das maiores do País, acusa o Governo de ser "o grande responsável 
pela grande instabilidade na polícia".
Este oficial denuncia que "os polícias estão a trabalhar no limite das suas capacidades. Lisboa, Porto e Setúbal, que concentram dois terços da criminalidade do País, têm menos efectivo policial que há dois anos, apesar do aumento de área atribuída à PSP". Apesar disso, sublinha, "os crimes têm diminuído, o que prova o grande esforço e profissionalismo dos polícias".
No entanto, o "prémio é verem as suas promoções e respectivos aumentos congelados, de concursos que foram feitos já há dois anos e que agora correm o risco de perderem a validade". Há cerca de três meses, o Ministério da Administração Interna desmentiu este congelamento, assegurando que o Ministério das Finanças tinha garantido a verba para estes pagamentos. "Mas até agora, apesar de os concursos estarem todos concluídos, nada aconteceu", 
afiança o dirigente sindical.
"O Governo não tem noção do mal que está a fazer à polícia", assevera o presidente dos oficiais, "congelar as promoções pode congelar a instituição e os resultados vão reflectir-se, sem dúvida, na parte operacional, com efeitos imprevisíveis e seguramente muito maus". 
A situação "é inaceitável e intolerável", acrescenta.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Hospitais empresa com 1,4 mil milhões 
de prejuízo em cinco anos
Resultados negativos ultrapassam os 1,4 mil milhões de euros desde 2005. Valor não entrou para as contas do défice orçamental
Desde 2005, o governo deixou de fora da contabilização do défice público mais de 1,4 mil milhões de euros. O valor calculado pelo i, com base nos dados divulgados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), representa os prejuízos operacionais acumulados dos hospitais empresa (EPE) no período compreendido entre 2005 e o primeiro semestre de 2010. Por estarem em causa entidades jurídicas autónomas, neste caso empresas, os prejuízos acumulados pelos hospitais EPE não são contabilizados para o défice orçamental. A este valor deve-se ainda somar o passivo crónico destes hospitais, que em 2009 totalizava 3,9 mil milhões de euros (um aumento de 53,5% em relação a 2008).
Só no primeiro semestre do ano os prejuízos dos hospitais com gestão empresarial ascenderam aos 213 milhões de euros (chegando aos 216 milhões tendo em conta os resultados líquidos), segundo dados divulgados no site da Administração Central do Sistema de Saúde. O número representa um aumento de 153,8% em relação a igual período do ano anterior. Porém este valor ficou de fora das contas da ministra da Saúde, Ana Jorge, quando na semana passada anunciou uma redução de 10% do défice da saúde, para os cem milhões de euros.
Se tivermos em conta as transferências do Estado para os hospitais EPE no primeiro semestre do ano - que totalizam 2,1 mil milhões de euros -, pode concluir-se que estas unidades hospitalares estão 
a gastar 10% acima das suas receitas.
Os prejuízos anuais dos hospitais EPE têm aumentado de ano para ano (com excepção de 2007, ano em que houve uma redução dos resultados negativos). Em 2009, o exercício das 33 unidades hospitalares com gestão empresarial somou 302 milhões de euros de prejuízo, o valor mais elevado desde 
a introdução da gestão empresarial na saúde.
"i"

ACP acusa Concorrência de inoperância 
face aos combustíveis
Através de uma carta enviada ao Primeiro-ministro, Presidente da República e Comissão Europeia, a associação liderada por Carlos Barbosa acusa ainda a Autoridade da Concorrência (AdC) de "inoperacionalidade" no controlo dos preços de mercado da gasolina e do gasóleo.
O ACP acredita que é possível baixar os preços dos combustíveis em Portugal e a prova disso é "o lançamento da Galp Base", onde o cliente poderá poupar até 12 cêntimos por cada litro de combustível. A iniciativa da petrolífera portuguesa, conhecida esta semana, "mostra que o ACP sempre teve razão ao denunciar a inoperância da AdC face aos preços excessivos dos combustíveis que lesam gravemente os consumidores", refere o documento ontem tornado público pela associação.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Ronaldo: «Mourinho é um vencedor»
É mesmo especial. Cristiano Ronaldo está convicto de que o Real Madrid fez a escolha certa ao contratar José Mourinho para dirigir a equipa e não tem dúvidas de que os merengues “vão ganhar alguma coisa este ano”.
Na apresentação do novo relógio com o seu nome, CR7 deixou grandes elogios à personalidade do técnico português mas também à sua forma de trabalhar. “Todas as pessoas sabem que Mourinho é um vencedor. Gosto muito de poder contar com ele em Madrid porque é seguro que vamos ganhar alguma coisa. É uma pessoa normal, tem as suas ideias e estou muito contente por trabalhar com ele”, revelou o jogador merengue, de 25 anos, antes de considerar que o Real desta época está “melhor”, ideia partilhada por todos os membros do grupo.
“Se perguntarem a todos os jogadores vão responder o mesmo. A intensidade nos treinos é muito boa e encanta-me a forma de trabalhar de Mourinho. Com ele temos mais hipóteses de ganhar e para o Real Madrid também é importante porque os melhores jogadores têm de ter o melhor treinador. Estou muito confiante e seguro de que vamos fazer tudo para ganhar muitas coisas”, decretou.
"RECORD"

5 - OS FUTUROS DOUTORES


Curso de Segurança Social, numa universidade 
privada lisboeta.

- Diga-me lá porque é que a taxa de natalidade é menor nos países desenvolvidos.

- Porque se trabalha mais do que nos países subdesenvolvidos.

- Ai sim?

- E tem-se menos tempo.

- Menos tempo para quê?

- (o aluno, hesitante e já embaraçado) Menos tempo para fazer amor. 

forum do grupo ecuménico de carcavelos

TUGA


UM AÇOREANO DE FÉRIAS NOS STATES

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NADANDO NAS NUVENS

Se você quer curtir um mergulho nessa piscina, você vai precisar gostar de altura... é no 55º andar!

Mas, nadar na borda não é tão arriscado quanto parece. Enquanto a água da piscina “infinita” parece terminar em um despenhadeiro, na verdade ela escorre para uma espécie de canal, de onde é bombeada de volta para a piscina principal. Tem três vezes o tamanho de uma piscina olímpica ( 150 metros de comprimento) , é a maior piscina do mundo ao ar livre, nessas alturas.

Foi feita no impressionante "Skypark", um espaço de lazer em forma de barco, empoleirado sobre as três torres que compõem o hotel mais caro do mundo, que custou a bagatela de 4 bilhões de libras esterlinas (quase inimaginável o número de zeros à direita em reais...), é o Marina Bay Sands, na cidade de Singapura.