sábado, 31 de julho de 2010

RENAS

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enviado por C. DIOGO

2 - UMA ADIVINHA DAS BOAS » solução


A ADIVINHA FOI PUBLICADA ONTEM


NÃO POSSO OLHAR PARA BAIXO!

NÃO POSSO OLHAR PARA BAIXO!

ADULTOS - UMA BOA CUECA FAZ MUITA FALTA


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enviado por E. FRANÇA

3 - MANDA BRASA

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PEDRO SANTOS GUERREIRO


FreeSócrates

Confiamos na nossa Justiça? Repito: confiamos na nossa Justiça? Se sim, é preciso pedir desculpa a José Sócrates.

É melhor fazê-lo por escrito, por expiação colectiva, com milhões de assinaturas.

A nossa Justiça não encontrou provas para acusar o primeiro-ministro das infamantes suspeitas de que foi alvo nos últimos anos. E como não há prova em contrário, Sócrates é inocente. Por mais erros que o primeiro-ministro tenha cometido na gestão desse processo, por mais obtusas que tenham sido as suas reacções, por mais censuráveis que tenham sido as suas expressões contra as Mouras e os Guedes, nada supera uma conclusão: Sócrates é inocente.

O sistema de Justiça que executou ou deixou executar as fugas de informação selectivas para torrar a sua credibilidade, cirurgicamente antes de duas eleições com quatro anos de intervalo, deve-lhe um pedido de desculpas. E as redacções que o prenderam ao pelourinho no meio de uma pedreira devem-lhe um pedido de desculpas. E os partidos políticos que se colaram ao lastro de suspeitas devem-lhe um pedido de desculpas. A justiça deve vestir o burel de Egas Moniz e humilhar-se aos pés de cada inocente que tritura por perfídia.

Essa simulação de justiça, que é a sua própria negação, que nunca condena nem absolve, vai acabar por cair de podre. É a própria justiça que está a desbaratar a sagrada separação de poderes que a protege. Sem responsabilidade, a liberdade perde-se. É isso que a Justiça está a fazer, a entregar-se às mãos daqueles que a vão violentar: os políticos, quando empossados de legisladores. Fá-lo-ão pelas melhores e pelas piores razões, mas só o farão porque a justiça, que devia ser o Estado, se tornou um Estado dentro do Estado.

Feche num quarto escuro um polícia, um procurador e um juiz e veja o que de lá sai: sai sangue, sangue que ensopa nos jornais aos pés dos advogados que ficaram à porta.

Estranha justiça, esta, que tem credibilidade de boato desmentido. O País, incrédulo, fia-se na acusação e não confia na absolvição. Assiste, no Jornal da Tarde, a "Casos Joana" em que se prova o crime sem criminoso, para no Jornal da Noite especar com "casos Freeport" de criminosos sem crime provado.

No Freeport não houve prova sequer de irregularidade no licenciamento ambiental. Terá havido, sim, trafulhas que se penduraram em nomes sonantes para praticar extorsão e suborno. Financiamentos partidários? Enriquecimento ilícito? As suspeitas difundidas deram em nada. A justiça falhou, lentamente, antes ou depois. Ou antes e depois.

José Sócrates deixou de estar inocente para ser inocente. Quem é o culpado?


PS1. No mesmo dia em que Sócrates venceu a arquitectura engendrada da Justiça, quatro antigos banqueiros foram pronunciados para responder em tribunal no "caso BCP". A esse outro caso de justiça voltaremos.


PS2. O prazo suplementar que a PT pedira à Telefónica, que lho negou, está a terminar. A empresa está a caminho de garantir uma entrada na Oi, com cruzamento de participações, pagando um preço caro em face da sua avidez para resolver o problema. Tudo acabará bem? Ainda não: tanto dinheiro em cima da mesa é como um pote mel entre ursos que já lambem os beiços.

N.A.: este editorial foi escrito às 20 horas de terça-feira, duas horas antes do negócio da PT com a Oi estar fechado. Entretanto, publiquei outro editorial sobre esse negócio: Vivó Sócrates

*Director do Jornal de Negócios. MBA pela Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Gestão pelo Instituto Superior de Gestão

in "JORNAL DE NEGÓCIOS"
27/07/10

CALDO DE SABERES

Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: - Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?
O aluno, a gaguejar, responde: - Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui. E começa a chorar.
A professora, furiosa, diz-lhe: - Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa: - Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai: - Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante: - Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas" respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto: - Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto", vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá,a ler o jornal. Pergunta-lhe este: - Então o dia correu bem?
- Ora, queres saber? Perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas". Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a: - Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!  

enviado pe E. FRANÇA (que jurou também não ter sido ele)

NANOTECNOLOGIA

O BURRO


 Uma menina vê um burro excitado, e grita para a mãe:

- Mamã, mamã, se a pila do burro é assim...
Imagino a do papá, que é licenciado!
 

XUE-fei YANG

E.Ts OU ALDRABICE





ACREDITE SE QUISER



O físico Stanton Friedman, que trabalhou por décadas em desenvolvimento de foguetes para algumas das maiores agências espaciais do planeta, diz que os alienígenas existem, estão nos visitando há muito tempo e que essa verdade será revelada em breve. "Alguns óvnis são espaçonaves inteligentemente controladas extraterrestremente, e essa é a maior história do milênio. (...) Estou convencido de que estamos lidando com um Watergate cósmico", diz Friedman. As informações são do Live Science.
Friedman afirma que há duas razões principais para que as fortes evidências de aliens não sejam conhecidas melhor. A primeira seria uma suposta grande conspiração que perdura décadas e que envolveria oficiais de alto escalão. De acordo com ele, a outra é que cientistas que podem exibir essas evidências estão com medo, não apenas daqueles que participam da suposta conspiração, mas também de admitir que a ciência estava errada.
Por outro lado, o físico diz acreditar que a verdade sobre os óvnis será revelada em breve. "Eu continuo otimista, antes de morrer, e eu tenho 75 anos, eu vou pegar pelo menos uma parte dessa história, de que não estamos sozinhos no universo", diz o pesquisador.
Friedman se junta a um grupo de cientistas e famosos que está convencido de que existe vida extraterrestre inteligente e que está já chegou até nós.
Junto com o físico, está o astronauta Edgar Mitchell, que participou do programa Apollo, que também afirma que os aparecimentos de ETs é escondida pelos governos (o próprio Mitchell disse nunca ter visto um óvni, mas acredita no alien de 1947 em Roswell, no Novo México).
Segundo a reportagem, outro defensor de que os ETs existem é o psiquiatra John Mack, ex-professor da Universidade de Harvard, que passou anos estudando pessoas que dizem ter sido abduzidas, sondadas e sofrido experimentos de aliens.

enviado por ANTÓNIO CUNHA

A PILINHA DO MENINO JESUS

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 enviado por E. FRANÇA

FOZ DO RIO IGUAÇU - BRASIL/ARGENTINA

FÉRIAS 2010

SRS VISITADORES DO BLOGUE

A partir do primeiro de Agosto o corpo redactorial de "A PEIDA É UM REGALO...DO NARIZ A GENTE TRATA" vai descansar até ao último dia do mês.

No entanto estão programadas várias publicações diárias para vosso entretnimento e portanto continuamos à espera da vossa visita. Não será publicada informação noticiosa e diária como normalmente acontece.

Desejamos-vos um excelente mês de Agosto mesmo que nos visitem com menos frequência.

ABJEIAÇOS

UM PATO DE QUATRO PATAS

1 - SE OS HOMENS PODIAM FAZER ANÚNCIOS DE CARROS


PODIAM, MAS NÃO ERA A MESMA COISA