quarta-feira, 30 de junho de 2010

TARZAN


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PENSAMENTO PARA O DIA




PIOR QUE NÃO TER NADA PARA VESTIR,
É NÃO TER NINGUEM PARA DESPIR!!!!!!



enviado por D.A.M.

DEIXA-ME DORMIR



FERNANDO MADRINHA

A receita de Ernâni


Os 25 anos da adesão de Portugal e Espanha à velha CEE foram assinalados com pompa num momento em que os dois países e a Europa estão mergulhados numa crise profunda. E os líderes políticos de 1985, começando por Mário Soares, aproveitaram para denunciar a falta de estratégia e de liderança na Europa, arrastando na crítica, por via indirecta, as lideranças dos dois países.

Pode parecer que, ao desmerecerem os líderes de hoje, os de ontem estejam a pôr-se em bicos de pés mais do que devem. Não estão. No confronto com a geração actual, as diferenças são abissais. E não falamos apenas dos líderes. Falamos das verdadeiras "elites" - não das que foram aqui referidas na última edição por causa das suas reformas douradas - e das figuras que puseram o seu saber, a sua coragem e honestidade políticas, bem como o seu espírito de serviço público, cada vez mais em desuso, ao dispor do país e dos tais líderes, ajudando-os a brilhar. Figuras como Ernâni Lopes, ministro das Finanças e do Plano entre 1983 e 1985, o período mais crítico que a democracia portuguesa enfrentou do ponto de vista económico e financeiro até 2008, e que antes, como embaixador em Bona e Bruxelas, deu um contributo decisivo para o êxito das negociações de adesão à Europa.

Ernâni Lopes esteve, na semana passada, no programa da SIC-Notícias "Plano Inclinado", de Mário Crespo, para uma lição de economia, política e cidadania que devia ser retransmitida no horário nobre de todas as televisões generalistas. É economista de formação, mas a sua receita para esta crise - e para todas as crises futuras - dispensa números, gráficos, percentagens, gritaria e insultos gratuitos. Toma por adquirido que os valores, as atitudes e os padrões de comportamento são a base essencial de toda a actividade económica. E apresenta uma cábula segura para o êxito, que aqui se reproduz: onde existe "facilitismo", deve haver "exigência"; onde está "vulgaridade", pôr "excelência"; onde está "moleza", pôr "dureza"; onde está "golpada", pôr "seriedade"; onde está "videirismo", pôr "honra", onde está "ignorância", pôr "conhecimento"; onde está "mandriice", pôr "trabalho", onde está "aldrabice", pôr "honestidade".

Para vencer todas as crises, basta seguir este guia de substituição. Em casa, na escola, na empresa, no ministério, no Parlamento, até nos partidos políticos, se os valores em causa lhes parecerem compatíveis. Pena que, podendo os portugueses votar, os nomes dos Ernâni Lopes que ainda existem não apareçam nas listas de candidatos.

Dar o seu melhor

Tomando-se por intérpretes e porta-vozes de um suposto sentimento nacional - não sabemos se justificada, se abusivamente -, os media projectam na selecção nacional de futebol as ansiedades e esperanças colectivas, pedindo-lhe a redenção das nossas misérias com vitórias e, de preferência, com a taça na bagagem de regresso. Algumas vozes vão lembrando que, lá por terem o mesmo número de jogadores, as equipas não são todas iguais. E algumas já o demonstraram em campo - Alemanha, Brasil, Holanda, Espanha, apesar da derrota suíça, Argentina, Uruguai, ou, noutro patamar, Costa do Marfim e Coreia do Norte. Até agora, qualquer delas provou mais do que Portugal. Mas com todas elas Portugal pode ganhar - ou empatar, ou perder, como Xavi Alonso está em condições de explicar.

O resultado nem sempre é justo porque o futebol não é, felizmente, a ciência exacta que alguns especialistas tentam impingir-nos. Se o nosso empate inaugural soube a derrota não foi porque o resultado envergonhasse ou, sequer, que fosse fatal para as aspirações portuguesas. O que desmoralizou toda a gente - adeptos do futebol e adeptos da selecção nacional, enquanto representação simbólica do nosso superego - foi a falta de ousadia em campo e a incapacidade de dar corpo à ambição que certamente anima cada um dos técnicos e jogadores. Também, fora do futebol, cada um de nós tem a sua competência própria e a sua ambição particular, mas, só por si, a soma de todas elas não faz de Portugal uma equipa ganhadora.

Muito pior do que o resultado, pior do que o futebol praticado, pior mesmo do que a "atitude" - essa palavra mágica que tem lugar cativo no jargão futebolístico -, são os "casos" que sempre envolvem e corroem a equipa, bem como a relação emocional com o país. Se a maioria dos portugueses projecta na selecção nacional mais do que deve, é natural que ela nos devolva menos do que ambicionamos. E não admira que, nesse retorno, venham alguns dos nossos piores defeitos, sendo, como é, composta por portugueses - e por brasileiros, a quem deixámos esses defeitos por herança. A culpa é sempre dos outros. A relva, o vento ou a chuva, o árbitro e as regras da FIFA, tudo serve para fugir à autocrítica, desviar as atenções do trabalho insuficiente, da liderança tíbia, da organização mal conseguida, ou da indisciplina consentida.

Este mecanismo alimentado pelos próprios seleccionadores - há exemplos no passado a demonstrarem que Carlos Queiroz não inventou nada neste domínio -, acaba por se virar contra eles. E é assim que aparecem jogadores - Nani e Deco, desta vez e até agora -, a porem em causa a sua autoridade. Talvez porque ela não é exercida com firmeza e na altura própria.

Cada país pressiona a sua selecção porque a quer vencedora. Mas, mesmo perdendo, ela pode ser merecedora do orgulho e do reconhecimento nacional. Basta que se veja à vista desarmada - outra vez o exemplo espanhol - que está ali para dar o seu melhor, do princípio ao fim de cada jogo. É o que se espera, daqui em diante.

in "EXPRESSO" 25/06/10

Pianistas

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enviado por E. FRANÇA

5 - TRANSIBERIANO

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in programa "FANTÁSTICO"


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MARCHA NUPCIAL

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enviado por D.A.M.

CEREBRO

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TENHA UM BOM DIA


E NÃO FIQUE TRISTE POR NÃO PERTENCER A UMA DAS ELITES PARTIDÁRIAS
QUE DISTRIBUEM TACHOS E BENESSES

MANTENHA-SE INFORMADO, COMPRE JORNAIS


Vá mas é dar uma volta
Há bicicletas, trotinetas e karts para alugar na ciclovia Belém-Cais do Sodré. Catarina Figueira esteve lá e aproveitou para finalmente aprender a andar de patins. Não nos interprete mal. Não estamos a mandá-lo ir àquele sítio que está a pensar. Só queremos que saia de casa, que apanhe um bocadinho de ar. No fundo, que mexa as pernas e faça um pouco de exercício. E, já agora, que leve os miúdos. Afinal, foi a pensar neles que nasceu a Fun Track, um espaço novinho em folha situado no Passeio Marítimo de Alcântara onde é possível alugar karts, bibicletas, trotinetas e patins em linha ou com rodas paralelas.
"TIME OUT - LISBOA"

Nova oferta da Telefónica "paga" o triplo que a Vivo valia em Bolsa
Primeiro foi 5,7 mil milhões, depois 6,5 mil milhões, no último minuto a oferta sobe para 7,15 mil milhões de euros. O preço final é assim quase o triplo que a Vivo valia em Bolsa em Maio. A proposta final de 7,15 mil milhões de euros apresentada pela Telefónica para a compra da posição da Portugal Telecom na Vivo avalia a totalidade da operadora em quase o triplo do valor de mercado antes do início desta oferta, quando a empresa brasileira valia em bolsa cerca de oito mil milhões de euros (ao câmbio de então). Considerando esta oferta apresentada na véspera da Assembleia Geral da empresa, onde os accionistas da PT decidirão se vendem ou não a Vivo, a operadora brasileira fica avaliada em 23,8 mil milhões de euros, ou seja, 2,9 vezes a capitalização bolsista que se registava antes de 11 de Maio, quando a primeira proposta (de 5,7 mil milhões de euros) foi tornada pública.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Volta a Portugal: Lisboa consagra vencedor

72.ª EDIÇÃO DA PROVA COMEÇA EM VISEU A 4 DE AGOSTO

A última etapa da 72.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta vai terminar em Lisboa, a 15 de agosto, 11 dias e nove etapas depois da partida de Viseu. Segundo fonte conhecedora do percurso confirmou à Lusa, a capital portuguesa vai voltar a receber o final da prova, como em 2000 na vitória de Vítor Gamito, e uma chegada de etapa, tal como aconteceu na terceira etapa da 68.ª edição da Volta a Portugal (2006), então em frente ao Mosteiro dos Jerónimos. O percurso vai integrar ainda as chegadas aos altos da Senhora da Graça e da Torre. Lisboa, palco do prólogo da corrida em 2009, inverteu os papéis com Viseu, que recebeu o contrarrelógio final na última edição, num traçado que volta a excluir o Alentejo e o Algarve,
pelo segundo ano consecutivo, depois das partidas de Portimão e passagens
pelo Alentejo, entre 2006 e 2008.
Em 2010, o "crono" individual, entre Pedrógão e Leiria, surge na penúltima etapa, quebrando a tradição de fechar a corrida, provavelmente permitindo uma jornada de consagração na derradeira tirada, entre Sintra e Lisboa.
"RECORD"

BCE corta fundos à banca e agrava crise no crédito

Espanhóis respondem com fortes críticas, e Vieira da Silva mostra-se preocupado Os bancos europeus, nomeadamente portugueses e espanhóis, vão enfrentar condições mais adversas no recurso aos financiamentos junto do Banco Central Europeu (BCE). Como consequência, o acesso ao dinheiro por parte da banca vai ser dificultado e o crédito
às famílias e empresas vai escassear ainda mais.
A autoridade monetária europeia não deverá a voltar a conceder dinheiro a um ano, expirando amanhã o empréstimo a 12 meses de 452 mil milhões de euros. Resultado: resta aos bancos, que nos últimos meses só têm conseguido dinheiro para a sua actividade junto do BCE, as cedências de liquidez semanais desta instituição, bem com as mesmas operações a três meses. Na essência nada muda, mas são cada vez menos as hipóteses de financiamento. Segundo fontes contactadas pelo DN, mais do que a situação, mudam essencialmente as indicações de que a instituição liderada por Jean-Claude Trichet quer dar ao mercado. O BCE quer alterar paulatinamente as condições excepcionais em que o acesso ao dinheiro tem funcionado nos últimos três meses e forçar o mercado interbancário (troca de dinheiro entre os bancos) a funcionar.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Não encontramos na Europa melhor justiça que a portuguesa
A culpa é do fado e da tristeza que lhe está colada, diz o procurador-geral da República: "Não encontro povo que lide pior com ele próprio." Transferido o lamento para o sector judicial, Pinto Monteiro considera exageradas as críticas e permanentes alusões à crise do sistema. "A justiça não está bem, mas não está tão mal como isso.
Se corrermos a Europa, não encontramos justiça melhor que a portuguesa."
Numa coisa o procurador-geral tem razão, admite Boaventura de Sousa Santos, coordenador do Observatório Permanente da Justiça: não estamos sozinhos nas dificuldades. "De uma maneira geral, há problemas em todos os sistemas de justiça na Europa, desde logo devido a uma maior procura por parte dos cidadãos", sublinha. Uma coisa será dizer que não estamos pior do que os companheiros do lado, outra dizer que estamos melhor: "Não me parece que o possa dizer." Temos, aliás, um caso que nos põe "na cauda da Europa". Chama-se Casa Pia e só a fase de julgamento dura há cinco anos.
"i"

Apoios sociais e ajudas ao emprego extraordinárias
terminam quinta-feira
As medidas extraordinárias que o Governo tinha lançado este ano para combater a crise com reforço dos apoios sociais e ajudas ao emprego terminam quinta-feira, no âmbito da concretização do Programa de Estabilidade e Crescimento 2010-2013. Um mês mais tarde (1 de Agosto) as novas regras de atribuição do subsídio de desemprego, que reduzem o valor destas prestações sociais e obrigam os beneficiários a aceitar ofertas de emprego mais baixas, entram igualmente em vigor. De acordo com os números do Ministério do Trabalho, o fim das medidas da Iniciativa Emprego 2010 e anti crise gerará uma poupança, este ano, de 151 milhões de euros. No total, são oito as medidas que terminam, entre as quais a prorrogação do subsídio social de desemprego por seis meses, a redução do prazo de garantia para atribuição de subsidio de desemprego, o reforço de 10 por cento desta prestação social para desempregados com dependentes a cargo e do abono de família para os desempregados, por conta das despesa de educação.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Vanessa Fernandes pode falhar Europeu

Vanessa Fernandes poderá não partir na próxima quinta-feira rumo a Athlone, na Irlanda, onde tem lugar o Campeonato da Europa de triatlo no próximo fim-de-semana.
A triatleta do Benfica, que no passado domingo se sagrou campeã nacional de estrada e de contra-relógio de ciclismo, ainda está a contas com mazelas nos gémeos, contraídas, há duas semanas, no Nacional de clubes de atletismo, pelo que está em dúvida para integrar
a Selecção Nacional feminina de elites.
«A Vanessa foi vista, hoje [ontem] ao final do dia, pelo médico que não a achou em condições de participar, já este fim-de-semana, no Europeu. Aconselhou-a a ficar mais uns dias em repouso. Mas ela ainda quer fazer uma corrida de manhã para se testar», contou Venceslau Fernandes, pai da pentacampeã europeia.
"A BOLA"

Processos contra jornais estão a aumentar
e a classe política é a principal queixosa

Isso mesmo foi apurado no estudo Os Crimes dos Jornalistas - Uma Análise dos Processos Judiciais contra a Imprensa Portuguesa, que hoje é apresentado publicamente em livro, na Almedina, em Coimbra. Esse aumento não é quantificado no estudo, tendo sido apurado nas entrevistas da investigadora aos advogados dos três principais grupos de media.
A investigação revela ainda que os jornais ditos tablóides são os que contabilizam maior número de processos. Já no que diz respeito aos acusadores, "a classe política, os empresários e as personalidades públicas são aqueles que instauram mais processos à imprensa". Outro dos dados a que este estudo chegou prende-se com o recurso ao direito de resposta. "As pessoas que instauram processos judiciais contra os media muito raramente utilizam o direito de resposta", conclui Cláudia Araújo, autora do livro que resulta de uma tese de mestrado na Faculdade de Letras na Universidade de Coimbra. A investigação pretende colmatar a falta de informação que existe no nosso país em relação a este tipo de processos judiciais. Isto numa altura em que as queixas contra jornalistas e jornais estão cada vez mais "na ordem do dia": o caso Freeport, em que o primeiro-ministro José Sócrates instaurou, em Abril de 2009, nove processos contra jornalistas (cinco da TVI, três do PÚBLICO e um do Diário de Notícias), é apontado como exemplo. "PÚBLICO"

Sem dinheiro para os negócios

A Banca está sem dinheiro para emprestar às empresas e às famílias. O financiamento está cada vez mais difícil, uma realidade que está a preocupar o Governo. Um dia depois de os cinco principais banqueiros terem reunido com José Sócrates, o ministro da Economia veio dizer que só "quem não acompanha a situação internacional e financeira que vivemos na Europa é que não está preocupado". "Preocupa-nos, não só pelos seus efeitos directos, como também pelos efeitos indirectos no financiamento da economia portuguesa."
Amanhã, os bancos que recorreram à facilidade extraordinária de financiamento dada pelo Banco Central Europeu (BCE) para fazer face à crise financeira têm de pagar 442 mil milhões de euros. O BCE, liderado por Jean-Claude Trichet, anuncia hoje uma cedência de liquidez a três meses que vai revelar quais as instituições financeiras europeias que estão em pior situação. Com as taxas do mercado interbancário a três meses nos 0,76%, só os bancos em maior dificuldade vão recorrer ao BCE pagando 1% de juros.
"CORREIO DA MANHÃ"

ANACONDA VOMITA....


ILUSÃO DE ÓPTICA

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EUTANÁSIA

Eutanásia - para reflectir - relato real de um homem...

Ontem, eu e a minha mulher estávamos sentados na sala, a falar das coisas da vida.

Estávamos a falar de viver e morrer.

Então eu disse-lhe :

Nunca me deixes viver num estado vegetativo, dependendo de uma máquina e de líquidos.


Se me vires nesse estado, desliga tudo o que me mantém vivo, ok?



Vocês acreditam que a filha da p.... se levantou, desligou a televisão e deitou fora a cerveja que eu estava a beber


AEROMODELISMO

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enviado por D.A.M.

Porque as mulheres preferem ficar solteiras

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enviada por ADNARIM

JORNAIS DE HOJE E SEMANÁRIOS

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terça-feira, 29 de junho de 2010

POLÍCIA NERVOSO

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ORGASMO, DRAMA OU PAVOR???????????


PUBLICIDADE MÁZINHA

MARTA CRAWFORD




Receite-me qualquer coisinha!

O que eu queria é que ela tomasse qualquer coisa que a fizesse desejar-me como eu a desejo", "Dra, não me pode receitar qualquer coisinha?". De facto não posso! Sou psicóloga e os os psicólogos não receitam medicação, mas além disso, entendo que a solução não está na pílula milagrosa. A sexualidade feminina não pode ser resolvida por prescrição medicamentosa, porque regra geral os factores que levam uma mulher a sentir dificuldades sexuais não se resolvem dessa maneira.

A pílula não resolve questões como: falta de informação, de confiança com o seu corpo, baixa auto-estima, conflitos relacionais ou conjugais, pressão social, medo de engravidar ou de contrair uma infecção sexualmente transmissível, educação familiar muito castradora, stresse profissional, crises económicas, abusos sexuais ou emocionais, instabilidade emocional, perda de reputação, etc. A vivência da sexualidade entre os dois sexos é diferente, no caso masculino, o comprimido azul funcionou. Permitiu a muitos homens voltarem a ter erecção e ainda bem! Mas resta saber se os tornou mais habilidosos sexualmente na relação com as/os suas/seus parceiras/os.

Estas semana, várias mulheres pediram-me ajuda e esperavam que eu eu lhes oferecesse uma solução rápida que pudessem apresentar aos seus companheiros enfurecidos. A minha intervenção é de outro tipo, não tenho pozinhos de perlimpimpim, o mais que posso fazer é distribuir bolinhas de neve e rebuçados e iniciar uma terapia de casal, em que os dois se impliquem na mudança. Porquê? Porque resulta!

in "i"
26/06/10

2 - OCEANO CÓSMICO

BEATLES EM PORTUGUÊS

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enviado por ROGER

OBESIDADE INFANTIL



A GORDURA MATA





NÃO DEIXE QUE ISTO ACONTEÇA AOS SEUS FILHOS
OU AOS DOS SEUS AMIGOS

CONSULTE OU ACONSELHE UM DIETISTA

CRASH

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FOGO NA PILA

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enviado por D.A.M.

EUREKA


"E portanto, caros alunos, esta é a fórmula para compreender as mulheres."

TENHA UM BOM DIA............

...SE ACHAR MOTIVOS PARA TAL!

COMPRE JORNAIS, É MELHOR ESTAR INFORMADO


Hoje é dia de Portugal
O confronto de hoje, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, é o reencontro das seleções de Portugal e Espanha após o jogo do Euro'2004 que ditou a passagem da Seleção Nacional à fase seguinte da prova e, ao mesmo tempo, o regresso antecipado a casa dos espanhóis. Desta vez, o cariz decisivo do jogo é o mesmo, ao jeito do "mata-mata" de que tanto falava Scolari. Ou, como gosta de dizer Carlos Queiroz, "tudo para o vencedor, nada para o perdedor".
O jogo desta noite vale um lugar entre as oito melhores seleções do Mundo e entre os Navegadores a confiança não podia ser maior. Com todo o respeito pelo adversário - afinal, a Espanha é a campeã da Europa em título - os 23 jogadores escolhidos por Queiroz confiam nas suas capacidades e contam com o apoio de milhões de portugueses, sendo que uns 15 mil estarão nas bancadas do Green Point.
"RECORD"

Encolher o Estado e liberalizar o mercado como receita
O líder do PSD lançou ontem o processo de revisão do programa do partido,
coordenado por José Pedro Aguiar-Branco

Pedro Passos Coelho quer que o PSD, "nos próximos 20 anos", se bata pelas reformas do mercado e do Estado. Liberalizar o primeiro e encolher o segundo é a sua visão, mas o líder laranja, no lançamento do processo de revisão do programa social-democrata, disse que não "é dono do partido". Por isso, apelou ao contributo de todos os militantes, simpatizantes e até os potenciais eleitores para a modernização do PSD. Porque espera que desta revisão possa sair um novo programa eleitoral" para que "quando vierem as eleições os portugueses possam escolher uma alternativa".
Muitos notáveis do partido sentaram-se ontem na plateia de um hotel de Lisboa para escutarem o guião de Passos Coelho. Ouviram recordar os princípios e valores da fundação do PSD por Sá Carneiro em 1974 e o combate pela economia social de mercado durante a década cavaquista, embora nunca tenha citado o nome do actual Presidente da República.
O líder social-democrata defendeu um mercado menos castrador da iniciativa privada e o fortalecimento da sociedade civil que "hoje está mais dependente dos poderes do Estado que há 18 anos", altura da última revisão do programa do PSD. Passos quer "grupos económicos com mais autonomia", até porque "temos mercados demasiado protegidos".
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Sócrates é recordista europeu da subida dos impostos sobre trabalho
O primeiro governo de José Sócrates foi responsável pela maior subida de impostos sobre o trabalho dos últimos 13 anos em Portugal, e também em comparação com os países da União Europeia (UE). A tendência deve ser reforçada nos próximos anos, tendo em conta o aumento do IRS que este governo do PS inscreveu no Programa de Estabilidade e Crescimento, mas que entretanto está a ser questionada por Cavaco Silva (pág. 20).
Os primeiros quatro anos socialistas (2005/08) foram responsáveis por mais de metade da subida da carga fiscal implícita sobre os rendimentos do trabalho desde 1995, mostram dados do Eurostat. Esta subida foi determinante para que as Finanças realizassem um dos maiores ajustamentos orçamentais de que há memória, reduzindo o défice de 6,1% do produto interno bruto (PIB) em 2005 para 2,8% em 2008. Segundo a instituição europeia, em média, cerca de 29,6% dos rendimentos do trabalho dos portugueses (patrões e trabalhadores) vão para o Estado, um valor que ainda assim está abaixo da média europeia, de 36,5%.
"i"

Dois terços dos portugueses não vão de férias
Um estudo realizado em 19 países revelou que dois terços dos portugueses não vão sair de casa nas férias, ao contrário dos suecos, holandeses e belgas.
O estudo da GfK, feito em parceria com o Wall Street Journal, indica que 66% dos portugueses não saem de casa nas férias, tal como os húngaros, búlgaros, polacos e romenos.
Pelo contrário, suecos, holandeses e belgas pretendem gastar mais nas férias
e apenas 25% ficam em casa.

O trabalho mostra que Portugal é um dos países onde menos se gasta em período de lazer, já que dois terços dos portugueses não pretendem fazer despesas, 17%
vão gastar até 500 euros e apenas 7% mais de mil euros.

Dos portugueses menos afectados pela crise e que planeiam passar férias fora de casa, 49% apenas o vai fazer por um período máximo de uma semana e 23% por 15 dias,
segundo diz o estudo, citado pela Lusa.

Um valor consideravelmente inferior ao da média dos europeus, já que 31%
pretendem gozar 15 dias de férias fora de casa.

Os alemães são os que mais usam períodos de 15 dias de férias e os holandeses os que mais dias pretendem ter de férias.
Os portugueses que vão gozar férias pretendem fazê-lo acompanhados com a família (76%).
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Selecção desperta sob chuva
Chuva, vento e temperatura a rondar os 15 graus marcaram o despertar da Selecção portuguesa no dia do jogo dos oitavos-de-final do Campeonato do Mundo, diante da Espanha.
As previsões apontam para que o tempo cinzento se mantenha ao longo de toda esta terça-feira, pelo que o jogo a realizar no estádio Green Point, o mesmo em que Portugal goleou a Coreia do Norte por 7-0, terá fortes possibilidades de decorrer debaixo de chuva.
"A BOLA"

Enfermeiros deixam de integrar equipas do CODU no fim do mês
A decisão foi comunicada hoje durante uma reunião entre o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, e a Ordem dos Enfermeiros, no âmbito da discussão do Plano Estratégico de Recursos Humanos de Emergência Pré-hospitalar.
“Foi-nos comunicado de uma forma completamente unilateral que não haverá enfermeiros nos CODU a partir do final de Julho. Isto representa um empobrecimento na saúde. Qualquer situação que venha a ocorrer será da responsabilidade do Ministério da Saúde e nunca dos enfermeiros”, sublinhou à agência Lusa a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta Sousa.
Também em declarações à Lusa, Júlio Branco, do conselho directivo da Ordem, referiu que os enfermeiros estão insatisfeitos com a decisão do Governo, uma vez que, no seu entender, “não foram prestadas quaisquer justificações”.
“Já sabíamos há muito da intenção do Governo, mas esperávamos que só tomassem uma decisão depois de fazer uma avaliação rigorosa da actividade dos enfermeiros no CODU. Não honraram o compromisso e tomaram uma decisão não fundamentada. Estamos preocupados porque vai diminuir a qualidade do acompanhamento dos meios de socorro no terreno”, alertou.
"PÚBLICO"

Preços 8% mais baixos
Os produtos alimentares em Portugal são, em média, oito por cento mais baratos do que no resto da União Europeia (UE), sendo a diferença mais significativa no caso de bebidas alcoólicas e tabaco, segundo dados ontem divulgados pelo Eurostat.
A comparação dos níveis de preços no seio da UE em 2009 (base 100) revela que o índice de preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas em Portugal no ano passado era 92, enquanto o de bebidas alcoólicas era 86 e o do tabaco 85.
Ainda assim, entre os produtos alimentares, alguns são em média mais caros no nosso País que no resto da UE. São exemplo disso o pão e os cereais, com um índice de 106, e do leite, queijo e ovos, com 111. Já a carne é, em média, 20 por cento mais barata que no conjunto da União Europeia, revela o estudo do Eurostat.
DINAMARCA: 139

O país onde o preço dos produtos alimentares é mais elevado é a Dinamarca, com um índice de 139.
O país mais barato é a Bulgária (68).

"CORREIO DA MANHÃ"

Banca foi a São Bento discutir financiamento
Os principais banqueiros portugueses foram ontem a São Bento discutir com José Sócrates os problemas de financiamento dos bancos e da economia portuguesa. Segundo soube o Negócios, estiveram presentes os presidentes dos maiores bancos nacionais, como Faria de Oliveira (CGD), Santos Ferreira (BCP), Ricardo Salgado (BES), Fernando Ulrich (BPI) e Nuno Amado (Totta).
A reunião com o primeiro-ministro, marcada no final da semana passada, ocorre numa altura em que as instituições financeiras portuguesas, assim como as espanholas, estão com dificuldades em financiar-se nos mercados internacionais. Uma situação resultante da desconfiança dos investidores face à dívida soberana de Portugal e Espanha após a Grécia recorrer à ajuda do União Europeia e FMI.
Ao que o Negócios apurou, além do financiamento da economia e da banca, Sócrates está preocupado com as PME, mais dependentes de empréstimos bancários para a sua actividade. É que, perante a escassez de "funding", as PME estão na linha da frente dos que sentem as restrições e o encarecimento do crédito. Fonte oficial de São Bento não prestou esclarecimentos sobre a reunião.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

LIL' BUSH GIRL MEET OBAMA GIRL


O HOMEM DA PELE ELÁSTICA


CAÇA AO URSO


Sócrates começou a dedicar-se à caça e, com a sua conhecida mania
das grandezas, em vez de se dedicar às lebres ou às perdizes, resolveu ir ao Alasca caçar ursos.

Depois de vários dias à espreita, avistou um urso grande, apontou e
abateu o animal.
Estava a pular de alegria, quando sentiu uma
pancadinha no ombro. Era um urso maior ainda, sacudindo a cabeça em sinal de desaprovação:
- Não deverias ter feito isso - disse o urso - Mataste um dos meus semelhantes, e agora vais ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado?
Diante das circunstâncias, o Sócrates escolheu a segunda
alternativa, entregando-se ao animal.

Sobreviveu, mas jurou vingança.
Um ano depois, voltou ao Alasca disposto a matar o urso que o violentara. Avistou-o, apontou e abateu-o com um único tiro. Logo sentiu uma pancadinha nas costas. Era outro urso, muito maior do que o que ele tinha matado. O bicho repetiu o discurso do ano anterior:

- Mataste um dos meus semelhantes e vai ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado ? Sócrates nem queria acreditar naquilo ! A cena repetia-se ! Jurando vingança, entregou-se ao animal monstruoso.

No ano seguinte, sedento duma desforra, voltou ao Alasca. Avistou o
gigantesco urso, apontou e abateu o animal com um tiro certeiro. E sentiu outra pancadinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
-Diz-me a verdade, tu não vens aqui p'ra caçar, pois não ?!

enviado por CAMY

JORNAIS DE HOJE

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

H I P I S M O

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FERNANDO SOBRAL


A poesia e a prosa

François Mitterrand dizia que a maior qualidade que um político deveria possuir era "indiferença". É essa falta de sentimentos que anima hoje a nossa classe política. Mas não se sabe se será pelas melhores razões.
François Mitterrand dizia que a maior qualidade que um político deveria possuir era "indiferença". É essa falta de sentimentos que anima hoje a nossa classe política. Mas não se sabe se será pelas melhores razões. O resultado final da CPI ao negócio PT/TVI é uma tristeza sem salvação. É um acordo retórico que alivia todas as consciências. Até aquelas que sabem que houve uma estratégia para controlar a comunicação social no âmbito de operação de gulodice maior: dominar o Estado e parte do sector financeiro nacional. Isto é dominar o pulmão, o coração e o músculo deste País. Hoje é proibido sofrer, e por isso é que este relatório final é uma espécie de Prozac libertador. Quem teve a ideia e definiu a estratégia ficará sempre na sombra, como nas grandes teorias conspirativas. Mesmo no teatro do absurdo podíamos hesitar entre o "sim" e o "não". O País optou, como gosta de fazer, pelo "nim". Portugal está a tornar-se um país indiferente. Encolhe os ombros a tudo: ao BPP, ao BPN, à PT/TVI, aos submarinos. O País está como João Rendeiro: está na África do Sul enquanto Queiroz lá se mantiver. O problema é que estamos a perder tempo. E tempo não é só dinheiro: é futuro. Portugal vive indiferente ao futuro porque acredita no destino. E a classe política também. O Governo está em coma, mas Sócrates acredita que sairá dela. O PSD e Cavaco esperam, pacientemente, o momento certo para lhe dar o golpe fatal. Neste jogo de olhares de pistoleiros que esperam o momento certo de disparar, o País foge. Foge debaixo dos nossos pés. A poesia da política não existe. E a prosa da governação também não.

in "JORNAL DE NEGÓCIOS"

22/06/10


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AMAZONIA

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ISALTINO NA COZINHA

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ECO AGORA??????????????????????

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enviado por A. DIAS

COMO AS MULHERES ENLOUQUECEM OS HOMENS

5 - UMA SOMBRA PRAZENTEIRA






3 - À V E L A

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TGV IMPARAVEL -


SÓ MESMO OS CHINESES !!!!!!!!!!!!!!!

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Este comboio, de invenção chinesa, transporta no tejadilho uma cabine suplementar que se destina à entrada e saída de passageiros nas estações sem que a composição tenha de parar. Observem o sincronismo de partida e chegada da cabine superior.

enviado por DAM

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Hospitais privados apostam no turismo de saúde
Cirurgias plástica e ortopédica eleitas para atrair ingleses ao Algarve.
Unidades de Lisboa querem ser referência no estrangeiro

Cinco dias num hotel de cinco estrelas, para duas pessoas, com uma cirurgia plástica para aumentar o peito incluída: 5378 euros. É esta a oferta do grupo hospitais privados HPP. O objectivo é competir no mercado das "férias cirúrgicas", nas suas unidades no Algarve. O turismo de saúde é um mercado em que os europeus já gastam mais de 8 mil milhões de euros a nível europeu, mas tem pesos-pesados como o Brasil, Índia e Tailândia a liderar a nível global e Espanha e Holanda na Europa.
Outras unidades privadas, como o grupo Espírito Santo Saúde, estão a apostar na especializa-ção em determinas áreas, como a oncologia, para captar doentes na Europa.
Até porque, com a recém-anunciada mobilidade dos europeus
no acesso aos cuidados nos países da UE, a concorrência vai aumentar.

A aposta do grupo HPP é no turismo de saúde no Algarve: lançaram recentemente uma página na Internet onde os potenciais turistas/doentes podem escolher o procedimento, a equipa médica e também o hotel onde querem ficar. "A ideia surgiu porque alguns dos nossos clientes no Algarve são estrangeiros que passam cá parte do ano. E depois há o passa apalavra. Resolvemos aproveitar isso. Actualmente, 20% das pessoas que atendemos no Algarve são de outras nacionalidades", diz o administrador Paulo Neves. E nos últimos seis meses, desde que abriram o site, tiveram um aumento de 116% no peso de estrangeiros, embora não revelem valores, "por motivos de concorrência".
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Bancos são obrigados a revelar ao fisco juros das poupanças
As instituições bancárias vão ser obrigadas a revelar todos os anos quais os juros relativos a poupanças pagos a cada cliente. Governo acaba com parte do sigilo bancário.
A medida obriga ainda os bancos a executarem a lista relativamente aos rendimentos de 2009, avança o Jornal de Negócios. Segundo o jornal, estão em causa os depósitos bancários, os certificados de aforro, fundos de investimento ou seguros.
Segundo os especialistas ouvidos pelo Jornal de Negócios, a medida é ilegal. Os fiscalistas dizem que o governo está a fazer um desfalque nas regras do sigilo que protegem a informação bancária dos cidadãos. Isto porque, segundo os fiscalistas,
este tipo de alterações não pode ser feita por decreto-lei – saída directamente do governo -,
mas sim através de uma lei que passe pelo crivo da Assembleia da República.

Manuel Faustino, especialista em IRS, diz que os dados que as Finanças estão a exigir aos bancos estão protegidos pela lei do sigilo bancário: “Os rendimentos sujeitos a taxas liberatórias não se enquadram nas condições estabelecidas na Lei Geral Tributária” e acrescenta que “legislar sobre o sigilo bancário é uma competência da Assembleia da República, não pode ser feito por decreto-lei.”
Opinião partilhada pelo advogado Pedro Amorim que diz que esta decisão representa uma “devassa da vida dos cidadãos.”
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Crianças são quem tem maior risco de pobreza
Uma em cada cinco crianças portugueses vive numa família com rendimento abaixo do limiar de pobreza, o que faz das crianças até aos 17 anos o grupo com maior risco de pobreza em Portugal. Os números dizem que 23,5% das crianças correm esse perigo.
O indicador de risco de pobreza infantil em Portugal tinha vindo a baixar paulatinamente nos últimos quatro anos, mas em 2008 – ano a que respeitam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) – houve uma inflexão da trajectória e o
risco de pobreza subiu para um valor acima do que se registava em 2005 (23,2%).

Se em 2007 o risco de pobreza infantil estava nos 20,8% , em 2008
passou a atingir 23,5% das crianças e adolescentes.

“Um enorme retrocesso”, admite, ao JN, Amélia Bastos, professora no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e que tem em mãos um estudo que visa apontar medidas de combate à pobreza infantil em Portugal, a apresentar na primeira quinzena de Novembro.
Segundo a investigadora, “é ao nível da pobreza infantil que se nota um menor impacto das políticas sociais”, o que pode indiciar que são insuficientes ou desadequadas.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Abre os olhos, Portugal
São muitas coincidências: quatro árbitros que falam castelhano a dirigir os jogos lusos. Não há juízes europeus no Mundial para um jogo entre europeus?
E se a candidatura Espanha-Portugal der o estouro?

Até pode ser que não aconteça nada, até pode ser que o jogo não tenha casos e que o vencedor seja mesmo o melhor, ou o mais feliz, até pode ser que a visão antes do Espanha-Portugal nada tenha de fantasmagórica, mas que há muitas coincidências, lá isso há.
E porque desde antanho sempre se ouviu dizer que de Espanha
nem bons ventos nem bons casamentos,
porque não Portugal ficar de pé atrás e estar de olhos bem abertos para não ser torpedeado?

É indiscutível o potencial futebolístico da Espanha, mas será Portugal assim um parente tão pobre ao lado do seu vizinho, pelo menos nos domínios do futebol? É evidente que não, mesmo aceitando-se que os espanhóis são os campeões da Europa e que o facto de a Selecção Nacional estar no 3.º lugar do ranking mundial contar muito pouco. Só conta pelo potencial da equipa, porque ao nível das outras questões em que o futebol se movimenta, tem poder e decide, o nosso país,
lamentavelmente, deve estar para aí no 300.º posto.

Tudo isto porquê? Porque não pode passar despercebido o facto de o quarto jogo da Selecção Nacional no Mundial ir ser dirigido por mais um juiz que domina o castelhano.
"A BOLA"

O mês tem mais dias do que dinheiro e o futuro continuará a ser igual
Estudo da Tese coordenado pelo ISCTE revela que quase um terço das famílias portuguesas vive num limbo. Dizem que estão "em stand-by", mas já entraram numa curva descendente.
São gente vulgar. Não estão classificados oficialmente como pobres, a maioria ainda não perdeu o emprego, têm filhos a cargo e uma dificuldade comum em conseguir chegar ao fim do mês sem percalços de maior. Um estudo da Tese - Associação para o Desenvolvimento, que será hoje apresentado em Lisboa, mostra quem são e como vivem estas "famílias-sanduíche" - uma noção aplicada a agregados que beneficiam de "demasiados recursos para aceder a prestações sociais", mas que experimentam particulares dificuldades" em conseguir responder às despesas usuais.
Os adultos que integram estes agregados ganham por mês entre 379 e 799 euros - estão por isso acima do limar da pobreza, uma linha que separa quem ganha mais ou menos do que 60 por cento do rendimento médio - e representam 31 por cento dos agregados residentes em Portugal. Outros 20,1 por cento estão classificados como pobres
"PÚBLICO"

Cadeias à beira da sobrelotação
O aumento do número de reclusos verificado nos últimos meses deixou o sistema prisional à beira da ruptura. As cadeias só têm capacidade para mais 380 presos e o ambiente tem vindo a degradar-se, com a entrada de pessoas cada vez mais jovens e de grupos criminosos organizados.
Para fazer face a estas mudanças conjunturais, os guardas prisionais pediram ontem, em Matosinhos, a contratação de mais efectivos e o reconhecimento do
Corpo da Guarda Prisional como órgão de polícia criminal.

"As cadeias estão próximo do limite máximo e, nos últimos sete anos, entraram apenas 78 novos guardas", disse ao CM o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Jorge Alves.
Em 2007, quando foi feita a revisão do Código de Processo Penal (CPP), estavam nas prisões 11 587 reclusos. A alteração permitiu uma redução significativa da população prisional, mas por pouco tempo. Os dados actuais, relativos a 15 de Junho, demonstram que o número de presos (11 538) voltou a aumentar. E que a taxa de ocupação é agora de 95,5 por cento.
"CORREIO DA MANHÃ"

Menos apoio social, cultura e obras: o preço da crise nas autarquias
As 308 autarquias do País vão ter de viver este ano com menos 100 milhões de euros. A tesourada no orçamento foi decidida recentemente pelo Governo e é uma forma de pôr o poder local a contribuir para o esforço de redução do défice de 9,4% para os 7,3% do PIB.
Mas para a maioria dos autarcas, esta solidariedade forçada a que se viram obrigados vai ter consequências: menos festas populares, menos oferta cultural, menos investimento público e menos assistência social.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Supermercados não aumentam preços
Boas notícias para quem faz compras no Lidl, Intermarché e E. Leclerc: os preços vão manter-se inalteráveis, apesar de o IVA subir um ponto percentual a partir do próximo dia 1 de julho.
Ouvidos pela agência Lusa, os porta-vozes das cadeias de supermercados explicaram o motivo das suas posições. "Perante a situação difícil que o país atravessa, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar os portugueses", disse uma responsável da cadeia alemã Lidl. A mesma justificação é dada também pelo Intermarché, do grupo Os Mosqueteiros, que sublinha ter o "intuito de melhorar a economia doméstica".
A medida tomada pelas superfícies comerciais já foi criticada pela Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL). "O facto de o Lidl ter anunciado que ia agir dessa forma, está a ser usado como argumento pelas restantes cadeias de distribuição para dizer que não poderiam ter uma posição competitiva diferente", afirmou o secretário-geral da ANIL, Pedro Pimentel.
Por seu lado, os grupos Auchan (que detém o Jumbo e o Pão de Açúcar), Jerónimo Martins (Pingo Doce) e Sonae (Modelo e Continente) assumem que apenas vão manter o compromisso com os seus clientes de "ter os melhores preços".
"RECORD"