quinta-feira, 30 de março de 2017

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2-DEBATE
FORA "D'ORAS"

III- EM NOME DA FILHA

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*Manuel Luís Goucha, Elisabete Brasil (UMAR) e a autora, Carla Maia de Almeida, juntaram-se para debater o livro "Em nome da filha". Ana Brandão fez a leitura de excertos da obra.

Uma obra maioritariamente composta por testemunhos de mulheres vítimas de violência doméstica. Entrevistadas em vários pontos do país, acederam a contar as suas histórias sob anonimato, por razões compreensíveis. A essa urgência de partilha correspondeu a vontade de contribuir para a mesma causa: lutar contra um problema que não é «doméstico», mas de toda a sociedade. De todos nós, mulheres e homens.

O RETRATO:
Há mais de 20 anos, Filipa presenciou o assassinato da mãe às mãos do pai e viveu para contar a história. Hoje, tanto tempo depois, estes crimes continuam a acontecer com demasiada frequência. Ao contrário de Filipa, vamos continuar a olhar para o lado? Sabia que em mais de metade do total dos casos de violência doméstica, o grau de parentesco entre vítima e denunciado é de matrimónio, união de facto ou namoro? E que em 2015 registou‑se o mais elevado número de sempre de detenções por violência doméstica? Este é um retrato na primeira pessoa de mulheres vítimas de violência doméstica e das suas relações familiares, histórias vívidas, terríveis, com personagens de carne e osso, intercaladas por testemunhos de especialistas na matéria e enquadramentos teóricos que tentam ajudar a explicar um fenómeno que é tragicamente uma das imagens de marca do nosso país.

FONTE: ffms

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quarta-feira, 29 de março de 2017

UMA (DES)GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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IV-O MAPA DA CONDIÇÃO HUMANA

 1- OCEANOS VAZIOS

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HOJE NO 

"AÇORIANO ORIENTAL"

Portugueses vão ter aplicação móvel 
para procurar produtos biológicos

O Governo vai criar o Dia Nacional da Alimentação Biológica e uma aplicação móvel para os portugueses poderem localizar unidades de produção ou comercialização de produtos biológicos, segundo a Estratégia Nacional que será hoje apresentada.
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Promover a representação da produção biológica em certames nacionais e internacionais, desenvolver um plano de comunicação nesta área verssando o grande público e iniciativas de promoção dos produtos biológicos a nível local e nacional são outras das medidas previstas.

A Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica (ENAB) e o respetivo Plano de Ação serão hoje apresentados pelo ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

A ENAB, que foi definida com um horizonte temporal de 10 anos (2027) e prevê uma avaliação intercalar ao fim de cinco anos (2022), tem como metas duplicar a área de agricultura biológica para cerca de 12% da Superfície Agrícola Utilizada (atualmente é de 7%) e triplicar as áreas de hortofrutícolas, leguminosas, proteaginosas, frutos secos, cereais e outras culturas vegetais destinadas a consumo direto ou transformação.

Duplicar a produção pecuária e aquícola em produção biológica - com particular incidência na produção de suínos, aves de capoeira, coelhos e apícola, assim como a capacidade interna de transformação de produtos biológicos são outras das metas a atingir.

Fomentar a expansão das áreas em modo de produção biológico nos setores da Agricultura, da Pecuária e da Aquicultura, aumentar a oferta de produtos agrícolas e agroalimentares biológicos, promovendo a sua competitividade e rentabilidade comercial, assim como desenvolver a procura destes produtos, são alguns dos objetivos estratégicos definidos.

De acordo com dados da Direção-Geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), em 2015 a superfície em agricultura biológica atingiu os 239.864 hectares (ha), o equivalente à área do distrito do Porto.

O número de produtores agrícolas biológicos tem vindo a aumentar durante a última década e em 2015 chegou aos 3.837.

No mesmo ano, o efetivo pecuário biológico total incluía 96.876 cabeças de bovinos, 108.337 de ovinos, 61.062 bicos e 55.001 colmeias. Ainda que sem grande expressividade numérica, já se registam efetivos de suínos, caprinos e equídeos.

Segundo os dados da DGADR, o peso da superfície em agricultura biológica em relação à superfície agrícola utilizada total é de cerca de 7%, sendo as regiões do Alentejo e da Beira Interior as que apresentam maior percentagem (64% e 19%, respetivamente).

A superfície na União Europeia (UE) aumentou significativamente, tendo quase duplicado entre 2002 e 2014. Em 14 anos, a superfície passou de cinco milhões ha para cerca de 11,1 milhões ha (+6% ao ano) na UE-28.

Os Estados-membros com a maior superfície em agricultura biológica são a Espanha (com quase 2 milhões ha), a Itália (com cerca de 1,5 milhão ha) e a Alemanha (com 1 milhão ha). Em conjunto, estes três países são responsáveis por cerca de 40% da superfície total de agricultura biológica na UE-28.

* O rei vai nú, com uma cenoura biológica espetada no...

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2017
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HOJE  NO   
"CORREIO DA MANHÃ"

Petição apela a Presidente da República despenalização da morte assistida

Um conjunto de profissionais de saúde lançou uma petição a apelar ao Presidente da República e ao presidente da Assembleia da República para que despenalizem a morte assistida. 
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Na petição, que começou na terça-feira a recolher assinaturas nos hospitais e centros de saúde e, também na internet e que tem atualmente 213 assinaturas, os proponentes associam-se ao movimento em curso na sociedade portuguesa que defende a despenalização da morte assistida e apelam para a aprovação de uma lei que defina com rigor as condições em que ela possa vir a verificar-se sem penalização dos profissionais. "Somos profissionais de saúde, vivemos de perto o sofrimento dos doentes que, mesmo não tendo cura, esperam de nós os melhores cuidados. Nunca os abandonamos. 

Demasiadas vezes nos sentimos frustrados pela impossibilidade de aliviar de forma satisfatória a sua agonia, homens e mulheres sem qualquer esperança de vida, à espera que a morte ponha termo ao seu martírio", escrevem os proponentes. 

Na petição, os profissionais de saúde escrevem ainda que se recusam a manter ou iniciar tratamento inúteis afirmando saber as situações em que a boa prática é deixar morrer. "Conhecemos as vantagens dos cuidados paliativos mas, também, os seus limites. E conhecemos, ainda, as situações em que respeitar a vontade do doente e o seu direito constitucional à autodeterminação significariam aceitar e praticar a antecipação da sua morte, não fosse a lei considerar como crime essa atitude exclusivamente movida pela compaixão humanitária", referem. 

O parlamento debateu em fevereiro uma petição a favor a despenalização da morte assistida, muitos dos preponentes estão agora nesta petição que segundo dirigente do Bloco de Esquerda João Semedo, médico e um dos preponentes, visa agora lançar um apelo ao Presidente da República e ao presidente da Assembleia da República. "Este texto é um apelo, não se destina a iniciar o habitual trajeto parlamentar das petições", disse João Semedo.

* É desumano condenar à vida quem já não precisa de viver.

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3-BORBOLETAS DE ZAGORSK
Um grande documentário  
sobre educação especial

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* Educadores russos ensinam crianças com deficiência auditiva e visual na cidade de Zagorsk, inspirados e baseados nas teorias do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934).

FONTE:BBC

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